Capítulo 17

1151 Palavras
Rhae Os dias se misturavam em um torpor de desejos e segredos na mansão Vespermont, com Valéria e Cassius ainda ausentes em sua viagem. Meu corpo era um mapa de sensações – marcas invisíveis de toques frios, orgasmos que me deixavam tremendo, e um anseio constante por mais. Aos dezoito anos, eu me sentia transformada, não mais a órfã inocente, mas uma mulher devorada por quatro vampiros que me viam como sua. Cada irmão me levava a um abismo diferente: Dante com seu charme provocador, Lucien com sua autoridade implacável, Drago com sua intensidade silenciosa e agora... Sebastian. O mais novo, o protetor possessivo, cujo olhar sempre me fazia sentir como uma presa adorada. Eu o desejava de uma forma que me aterrorizava – sua gentileza mascarava algo sombrio, e eu ansiava desvendar isso. Naquela noite, a mansão estava quieta, o luar filtrando pelas janelas altas como veias prateadas. Eu andava pelos corredores, inquieta, o robe de seda roçando na pele sensível, quando ouvi passos leves atrás de mim. Virei-me e lá estava Sebastian, encostado na parede, os cabelos pretos bagunçados, os olhos escuros brilhando com uma fome que me fez parar de respirar. Ele usava apenas uma camisa aberta no peito, revelando a pele pálida e musculosa, e uma calça baixa na cintura. Seu sorriso era gentil, mas os dentes – afiados, vampíricos – prometiam dor e prazer. — Rhae — murmurou ele, a voz suave como um sussurro noturno. — Venha comigo. Preciso cuidar de você. Meu coração disparou, um misto de medo e excitação me invadindo. Eu sabia que "cuidar" com Sebastian significava algo possessivo, intenso. Assenti, deixando que ele pegasse minha mão e me guiasse para seu quarto – um espaço clínico e sombrio, com prateleiras de livros médicos, instrumentos reluzentes em uma mesa e uma cama larga coberta por lençóis brancos imaculados. Ele fechou a porta, trancando-a, e o ar se tornou espesso, carregado de tensão erótica. — Tire o robe — ordenou ele, o tom ainda gentil, mas com uma borda possessiva que me fez obedecer. O tecido escorregou pelos meus ombros, deixando-me nua diante dele. Seus olhos devoraram meu corpo – s***s cheios, curvas suaves, a umidade já se formando entre as coxas. Ele se aproximou, os dedos frios traçando meu pescoço, descendo pelo vale dos s***s, até o ventre. — Você é minha para proteger... e para marcar. Meu pulso acelerou, o corpo traindo minha vulnerabilidade – eu era virgem em muitos sentidos, mas ansiava pela dor que ele prometia. Sebastian me empurrou gentilmente para a cama, deitando-me de costas, e se posicionou ao meu lado. De uma gaveta, ele pegou um bisturi – fino, reluzente, afiado como uma lâmina de cirurgião. Meu estômago se contraiu de medo, mas o desejo era mais forte; eu confiava nele, de uma forma distorcida e erótica. — Isso vai doer — sussurrou ele, os olhos escuros fixos nos meus. — Mas você vai amar. Diga que quer. — Quero — respondi, a voz trêmula, o corpo arqueando instintivamente para ele. Sebastian sorriu, possessivo, e traçou o bisturi levemente pela minha clavícula – um corte superficial, preciso, que rompeu a pele. O sangue brotou, vermelho e quente, e eu gemi de dor aguda, misturada a um prazer perverso. Ele se inclinou e lambeu o corte, a língua fria sugando o sangue, os dentes roçando a ferida. O êxtase foi imediato – um formigamento elétrico se espalhando pelo corpo, como se o veneno vampírico no saliva dele amplificasse tudo. Eu me contorcia, gemendo baixo, as mãos voando para seus cabelos, puxando-o mais perto. Ele continuou, cortando levemente o lado interno da coxa – outro traço fino, sangue escorrendo devagar. A dor queimava, mas o prazer a superava; eu sentia o sangue pulsar, o corpo latejando de desejo. Sebastian mordeu a ferida, os dentes afundando na carne macia, sugando com fome. Eu gritei, as lágrimas escorrendo, mas o orgasmo se construía só com isso – a mordida enviando ondas de êxtase pelo meu centro, sem toque direto. Meu c******s latejava, e eu masturbava instintivamente, os dedos rodando no ponto sensível enquanto ele bebia de mim. — Sebastian... mais... — implorei, a voz rouca, o corpo tremendo de dor e prazer. Ele ergueu a cabeça, os lábios manchados de sangue – meu sangue –, e sorriu sombrio. — Você é deliciosa. Tipo D... perfeito para nós. Ele cortou outro traço no meu abdômen, logo acima do monte de Vênus, um corte curvo que sangrava devagar. A dor era intensa, mas erótica, como se cada ferida fosse uma marca de posse. Sebastian lambeu, mordendo levemente ao redor, os dentes perfurando a pele em pontos pequenos, sugando o sangue que fluía. Eu gozei com isso – o corpo convulsionando, gemidos altos ecoando no quarto, os dedos mergulhados na minha umidade, rodando o c******s com fúria enquanto a dor se misturava ao êxtase vampírico. Sebastian se livrou das roupas, seu corpo nu e perfeito – músculos definidos, ereção dura e fria pulsando contra minha coxa. Ele me posicionou de costas para ele, de joelhos na cama, e penetrou devagar por trás – preenchendo-me completamente, o frio contrastando com meu calor febril. A dor das feridas se intensificava com o movimento, sangue escorrendo pelas coxas, mas o prazer era avassalador. Ele investia forte, possessivo, uma mão no meu cabelo puxando minha cabeça para trás, expondo o pescoço. — Meu — rosnou ele, mordendo o pescoço com força, os dentes afundando na jugular. O sangue jorrou, e ele sugou com voracidade, o corpo tremendo de prazer enquanto me fodia ritmicamente. A dor era lancinante, mas o veneno em sua saliva transformava em êxtase – ondas de orgasmo me invadindo, um após o outro, enquanto eu masturbava o c******s com desespero, gemendo seu nome. Ele me virou de frente, erguendo minhas pernas sobre seus ombros, penetrando fundo enquanto cortava levemente o seio esquerdo com o bisturi – um traço fino que sangrava, gotas vermelhas escorrendo pelo corpo. Lambeu, mordendo o mamilo ferido, sugando sangue e carne com fome animal. Eu gritei de dor e prazer, o corpo arqueando, as mãos livres agora apertando os lençóis ensanguentados. Sebastian acelerou as investidas, o quarto cheirando a sangue e sexo, gemidos ecoando. — Goze para mim — ordenou, a voz rouca, os olhos escuros de luxúria. Eu obedeci, o orgasmo me rasgando por dentro, o corpo convulsionando enquanto ele gozava pesado dentro de mim – jorros frios e intensos, preenchendo-me até transbordar, misturando-se ao sangue nas coxas. Ele mordeu meu ombro no clímax, sugando mais sangue, prolongando meu êxtase até que eu desabasse, exausta e sangrando. Sebastian me limpou com cuidado depois, lambendo as feridas para cicatrizar com seu saliva vampírico, o corpo tremendo de pós-prazer. Eu me sentia marcada, possuída, o sangue seco na pele como uma tatuagem de sua loucura. Ele era o protetor, mas naquela noite, ele me feriu – e eu amei cada segundo.
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