Capítulo 16

1322 Palavras
Rhae Os dias após aquela noite intensa com Dante e Lucien se arrastaram como um sonho febril, meu corpo marcado por memórias que eu não conseguia apagar. A mansão Vespermont parecia mais opressiva sem Valéria e Cassius, como se os quatro irmãos fossem donos absolutos do espaço – e de mim. Eu me sentia uma boneca em um jogo perigoso, desejando cada toque, cada sussurro possessivo. Aos dezoito, eu era adulta, mas ainda virgem em tantos sentidos, exceto pelos prazeres que eles me davam. Meu desejo por eles crescia, um fogo que me consumia, e eu ansiava pelo próximo passo, mesmo que doesse. Naquela tarde, enquanto o sol se punha, eu me encontrava sozinha no jardim da mansão, colhendo flores para distrair a mente. O ar estava fresco, carregado do cheiro de terra úmida, mas minha cabeça girava com imagens: Lucien me penetrando devagar, Dante me virando de quatro, seus gozos frios dentro de mim. Meu ventre latejava só de lembrar, e eu apertei as coxas, sentindo a umidade traiçoeira. Foi quando ouvi passos atrás de mim – pesados, deliberados. Virei-me e lá estava Drago, o terceiro filho, silencioso e intenso como sempre. Seus cabelos castanhos caíam desordenados sobre os olhos vermelhos, o corpo musculoso envolto em uma camisa preta apertada que destacava cada linha dura. Ele me observava como um predador, sem uma palavra, mas eu sentia sua presença como um toque fantasma. — Drago — murmurei, o coração acelerando. Desde o depósito na engenharia, onde seus dedos me levaram ao orgasmo em silêncio, eu ansiava por mais dele. Ele era o mais quieto, mas sua intensidade me aterrorizava e excitava na mesma medida. Ele assentiu, aproximando-se com passos lentos. Seus olhos traçavam meu corpo – a blusa leve, a saia florida que m*l cobria minhas coxas. Sem dizer nada, pegou minha mão e me puxou para dentro da mansão, guiando-me pelas escadas até seu quarto. Meu pulso disparou; eu nunca havia entrado ali. O quarto era minimalista, escuro: paredes cinza, uma cama king size com lençóis pretos, e no canto, uma cômoda de madeira antiga que parecia guardar segredos. Drago fechou a porta com um clique, trancando-nos no isolamento. O ar estava carregado, e eu tremia de antecipação. — O que... o que você quer? — perguntei, a voz baixa, tímida, mas com um tom de desejo que eu não conseguia esconder. Drago finalmente falou, sua voz grave ecoando no quarto como um comando. — Cuidar de você. Do meu jeito. Ele se aproximou, os dedos frios traçando meu braço, subindo até o pescoço. Meu corpo reagiu – arrepios descendo pela espinha, os m*****s endurecendo sob a blusa fina. Ele me beijou então, lento e profundo, a língua fria explorando minha boca com uma possessividade que me fez gemer. Suas mãos desceram pelas minhas costas, apertando minha b***a, puxando-me contra seu corpo duro. Senti sua ereção pressionando contra mim, e um calor úmido se espalhou entre minhas pernas. Drago era direto, sem floreios – ele me queria, e eu o desejava de volta. Ele me guiou até a cama, sentando-se na borda e me posicionando entre suas pernas. Seus olhos vermelhos brilhavam com intensidade enquanto abria a cômoda ao lado. Meu coração parou ao ver o que havia dentro: objetos que eu só conhecia de fantasias proibidas – algemas de couro preto, um chicote de tiras finas, plugs de metal reluzente em tamanhos variados, uma venda de seda, vibradores curvos e grampos para m*****s. b**m. Meu estômago se revirou de medo e excitação; eu era inexperiente, mas o desejo por submissão me consumia. — Confia em mim? — murmurou ele, pegando as algemas primeiro. Assenti, ofegante, o corpo traindo minha coragem. — Sim... cuide de mim. Drago sorriu de canto – raro nele –, e me virou de costas, algemando minhas mãos atrás das costas com cliques suaves. O couro era macio, mas firme, restringindo meus movimentos. Eu me sentia vulnerável, exposta, e isso só aumentava o fogo no meu ventre. Ele me virou de frente novamente, os olhos fixos nos meus enquanto abria minha blusa devagar, expondo meus s***s ao ar fresco. Meus m*****s estavam duros, sensíveis, e ele os tocou levemente, roçando com os polegares frios. Gemi baixo, arqueando o peito para ele. — Boa garota — sussurrou, pegando os grampos para m*****s. Eram pequenos, com correntes delicadas conectando-os. Ele apertou um no meu mamilo esquerdo, a dor aguda misturando-se ao prazer, me fazendo arfar. O outro veio em seguida, e eu mordi o lábio, lágrimas pinicando os olhos, mas o calor entre minhas pernas crescia. Drago puxou levemente a corrente, e eu gemi alto, o corpo tremendo. Ele me deitou na cama de costas, as mãos algemadas pressionando desconfortavelmente, mas isso só ampliava a sensação de submissão. Drago ergueu minha saia, expondo minha calcinha úmida, e a rasgou com um movimento rápido, deixando-me nua da cintura para baixo. Meu coração martelava, o corpo exposto ao seu olhar intenso. Ele pegou a venda de seda e cobriu meus olhos, mergulhando-me na escuridão. Sem visão, cada toque se amplificava – ouvi sua respiração rouca, senti seus dedos traçando minha i********e úmida. — Abra as pernas — ordenou, e eu obedeci, tremendo. Senti algo frio e liso – um plug de metal, pequeno, lubrificado. Drago o pressionou contra minha entrada traseira, devagar, girando para facilitar. A sensação era estranha, invasiva, mas excitante – uma plenitude que me fazia gemer. Ele o empurrou mais fundo, e eu arqueei as costas, a dor inicial dando lugar a um prazer proibido. Com o plug no lugar, ele vibrou levemente, e eu gemi alto, o corpo se contorcendo. Então veio o chicote – ouvi o som das tiras cortando o ar antes de sentir o primeiro impacto na coxa interna. Uma queimação leve, erótica, que me fez arfar. Drago chicoteava com precisão, alternando entre coxas, barriga e s***s, cada golpe enviando ondas de dor-placer pelo meu corpo. Eu me contorcia, gemendo, as algemas me impedindo de me mover. O plug vibrava com meus movimentos, amplificando tudo. Meu c******s latejava, ansiando por toque. — Por favor... — implorei, a voz rouca. Drago riu baixo – um som raro e sombrio. Ele parou o chicote e senti sua boca no meu pescoço, mordiscando levemente, as presas roçando sem perfurar. Seus dedos finalmente tocaram meu centro, circulando o c******s com pressão perfeita, mergulhando na umidade. Eu gozei rápido, o corpo convulsionando, gritos ecoando no quarto enquanto o plug e os grampos intensificavam o orgasmo. Ele removeu a venda, e eu pisquei, vendo seu rosto intenso acima de mim. Drago me desalgemou, massageando meus pulsos, mas não parou – pegou um vibrador curvo, ligando-o em baixa velocidade. Deitei de lado por instrução dele, e ele o inseriu na minha entrada frontal, o plug ainda no lugar, criando uma dupla penetração que me fazia ver estrelas. O vibrador rodava dentro de mim, acertando pontos sensíveis, enquanto Drago masturbava meu c******s com os dedos. — Drago... mais... — gemi, as mãos livres agora apertando os lençóis. Ele aumentou a velocidade, o quarto preenchido pelos sons úmidos e meus gemidos. Eu gozei novamente, o corpo arqueando, lágrimas de prazer escorrendo. Drago me virou de bruços, removendo o plug devagar, a sensação vazia me fazendo ansiar por mais. Ele se posicionou atrás de mim, seu m****o duro escorregando na minha entrada. Penetrou devagar, preenchendo-me completamente, o frio contrastando com meu calor. As investidas eram intensas, profundas, em frases ritmadas como sua fala – forte, sem pressa. Eu masturbava o c******s deitada de bruços, os dedos rodando rápido enquanto ele me fodia por trás. O prazer construía, avassalador. Drago gozou dentro de mim, o jorro frio me levando ao clímax final, o corpo tremendo em ondas intermináveis. Exausta, deitei ao lado dele, o corpo dolorido e satisfeito. Drago me cobriu com o lençol, silencioso, mas seus olhos diziam tudo: ele havia cuidado de mim do jeito dele. E eu ansiava por mais.
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