Victoria — Você estará irreconhecível quando chegar em casa — brinca Caterina, sentada ao meu lado na beira da piscina. — Como assim? — abro um olho e a observo por cima dos meus óculos escuros. — Bem, quando te conheci, você era tímida. Você tinha passado por um inferno, e não tenho culpa disso. Mas olha para você agora. É o quê? Julho? E você se transformou nessa deusa linda e bronzeada. — O que posso dizer? — sorrio. — Eu nasci para passar férias ao sol. — Claramente. Quer um pouco? — Caterina se senta direito e me oferece seu prato de biscoitos e queijos mistos. Embora eu goste, o cheiro forte do queijo me embrulha o estômago e balanço a cabeça, fechando os olhos mais uma vez. — Estou bem. — Tem certeza? — a espreguiçadeira range quando Caterina se mexe. — Você não jantou

