Quando Milla pensou em coloca as cercas ela não imaginou que seria tão difícil e cansativo e para piora ter seu vizinho a provocando com um copo de limonada bem gelado quase a fez grita. Mais para não dar bola para o que seu vizinho Adônis dizia ela limpou o suor só rosto e continuou trabalhando mais assim que ele saiu uma fraqueza a pegou de surpresa e ela acabou apagando. Era o que ela lembrava até acorda com um par de olhos escuros a fitando tão perto que ela gritou e esbofeteou o dono do rosto.
— Calma o sol fritou seu cérebro?
— Muito engraçado, o que estava fazendo tão perto de mim e onde estou?
— Uma pergunta de cada vez por favor não sou louco como você.
— Louca como eu?!
Milla sentia a tontura voltar e deitou mais logo passou e ela sentou na cama.
— O que houve eu estava...
— Você desmaiou toma.
Ela olhou para um remédio que seu vizinho erguia mais não pegou, ele suspirou e revirou os olhos.
— Eu não vou droga-la ok, isso é para dor de cabeça.
— Não obrigado, onde estou?
— Na minha casa, no meu quarto...
Milla arregalou os olhos e pulou da cama em seguida pegou um abajur na cômoda perto da cama e ameaçou joga.
— Por que eu estou em seu quarto e não na minha casa? Tinha mesmo que me coloca no seu quarto?
Ele franziu o rosto e caiu na risada, depois de tanto sorri ele enxugou os olhos e a fitou ainda sorrindo.
— Eu te ajudei e você acha que eu quero te violentar?
— Vamos admitir que é bem estranho essa situação.
— É com certeza da próxima eu te deixo queima desmaiada no sol.
Murmurou ele de maneira irônica e Milla o fuzilou com os olhos cheios de raiva.
— Pois saiba que prefiro queima no sol do que querer sua ajuda seu grosso.
Milla colocou o abajur no lugar e passou por seu vizinho com raiva e quando saiu do quarto se viu perdida a casa era enorme e frustrada gritou sem perceber que bem atrás dela estava seu vizinho.
— Está perdida?
Ela se virou para ver ele sorrindo dela enquanto tinha os braços cruzados e o corpo escorado no batente de uma porta.
— Eu quero sair daqui mais sua casa parece mais um labirinto.
— Eu acho que você é que está muito brava para ver que aquela escada leva até a sala.
Falou ele apontando no final do corredor uma escada e Milla se sentiu estupida por precisar da ajuda dele para ir embora.
Ela começou a caminhar de novo mais dessa vez ouviu passos atrás dela, mais a mesma ignorou até chegar ao pé da escada e por fim até a porta e antes de sair ela se virou.
— Obrigado por me ajudar.
Falou baixo e seu vizinho se aproximou sorrindo.
— Eu jurei que você ia embora sem agradecer.
— Acho que se enganou não é Adônis?
Milla arregalou os olhos se dando conta do que tinha falado e se viu corando intensamente quando seu vizinho se pôs a rir.
— Então pra você sou um Adônis?
— Eu não quis dizer isso eu... Eu quis dizer...
— OK meu nome é David Ryan e o seu vizinha?
— Eu já falei se você não sabe.
— Me conta de novo da outra vez eu estava muito ocupado tentando não mata-la por inverta essa coisa toda de cerca.
— Me chamo Milla Steffen.
— OK Milla é o seguinte eu mudei de ideia quanto a cerca, você pode coloca-la desde que não machuque minhas roseiras.
— Só pra você saber senhor David, nunca passou pela minha cabeça mexer nas suas belas flores.
— Que bom que tudo foi resolvido quer ajuda com a cerca agora?
— Sim.
Os dois saíram da casa de David e Milla ia segui-lo para ajudar na montagem das cercas quando ele parou e a fitou como se tivesse preocupado.
— Acho melhor você ficar na sombra, eu não sei o que causou seu desmaio mais tenho certeza que não foi desidratação.
Ela corou e concordou, com certeza não tinha sido só desidratação ela estava grávida.
Ela caminhou para a área de David e sentou onde horas atrás ele estava sentado a provocando, ela sorriu e fitou a limonada que estava no mesmo lugar que ele havia deixado e sentiu um pouco de sede.
— Se quiser bebe fique a vontade eu só estava a provocando naquela hora. Gritou ele e Milla fechou o rosto com raiva.
— E você ainda assumi?
Gritou ela de volta e viu ele cai na risada e depois tira a camisa que usava. Milla se viu olhando o abdômen bem definido de David e humideceu os lábios.
“ Ele é lindo…” Pensou, mas foi tirada dos seus pensamentos quando viu David a olhar intensamente também da onde estava.
— Vai começar hoje? — Perguntou provocativa enquanto virava o copo de limonada na boca e depois ria.
— Você é bem vingativa mesmo em.
David estava na última cerca quando um carro parou e Milla identificou como sendo o carro de Kaio. Ela correu até ele e quando o mesmo saiu do carro ela o abraçou apertado.
— Eu senti sua falta.
— Sério? — Brincou ele apertando Milla no abraço e depois olhou para David e franziu o rosto.
— O que ele está fazendo?
— Bom, depois de um incidente eu o praticamente o fiz colocar aquelas cercas.
— Milla o que você fez? — Kaio quis saber sorrindo e Milla voltou seu olhar para David que os olhava com raiva e emburrado.
— Eu não fiz nada eu só acho que ele tem medo de eu acabar destruindo as flores dele.
— Ah claro, as roseiras eu nunca entendi essa coisa dele, eu acho melhor irmos até ele — Milla assentiu e ela e Kaio caminharam na direção de David.
— David eu acho que você já conhece o Kaio não é?
— Se acha que eu o conheço por que fez essa pergunta i****a?
— Ei calma cara, eu sei que o sol deve está afetando seu humor, mas não custa nada ser mais educado.
— Vai se ferra MacQueen.
Milla ficou estática sem entender a mudança de humor de David quando o mesmo jogou o martelo no chão pegou sua camisa e caminhou rumo a sua casa.
— Eu nunca vou entender esse cara, Milla eu acho que você deve ficar longe dele — Milla olhou mais uma vez na direção em que David tinha ido e assentiu. Ela e Kaio terminaram a última cerca e entraram em casa.
Os dois estavam na cozinha quando Kaio tirou a camisa e Milla não pode deixar de olha-lo ela nunca o tinha visto assim.
— Gosta do que ver? — Perguntou ele sorrindo.
Milla engasgou com a água e corou sorrindo.
— Nada m*l.
— Obrigado, eu vim com intenção de levá-lá para jantar mais tarde e talvez te fazer companhia mais olha só como estou suado.
— Eu sinto muito.
— Se não for nenhum incômodo pra você eu posso me limpar no quarto de hospede, por incrível que pareça eu deixei umas roupas aqui.
— A casa é sua fica a vontade.
Milla se surpreendeu quando Kaio a beijou no rosto antes de subir para se limpar.
— Ei...
— Shh foi só um beijo no rosto, a gente ainda não vai se casar.
Murmurou ele sorrindo enquanto subia a escada para o quarto de hóspede. Milla também subiu tomou um banho e vestiu algo confortável quando desceu encontrou Kaio arrumando a mesa para eles almoçarem.
— Eu sei que somos péssimos de cozinha então me dei ao trabalho de pedir Lasanha para o almoço.
— Humm, parece muito bom.
Os dois sentaram-se junto da mesa e comeram em silêncio as vezes Kaio parava para fazê-lá rir e continuava comendo. Quando terminaram foram para a sala Kaio teve a ideia de assistirem um filme e foi o que fizeram até anoitecer.
Na hora de se despedi Milla se sentiu confusa pois Kaio a abraçou forte e mais uma vez beijou seu rosto dessa vez mais ousado.
— Kaio eu… — Ela ia falar alguma coisa quando ouviu um arrancar de peneus e viu David sair com seu carro.
— Milla tudo bem eu sinto muito...
Ela voltou o rosto para Kaio e lhe deu um sorriso compreensivo.
— Eu sei que você não resistir a essa beleza.
Brincou ela descontraindo e Kaio a acompanhou um sorriso sincero.
— Amanhã pegamos seu carro sem falta, depois do trabalho eu passo aqui tudo bem?
— Claro, amanhã acaba minha folga.
— Se quiser posso dar uma carona pro trabalho.
— Seria muito abuso da minha parte, mas um dia quando meu pneu furar quem sabe.
— Já disseram que você é única senhorita Milla Steffen?
— Não senhor McQueen.
Os dois se despediram e Milla viu Kaio parti. Ele a tinha chamado para jantar fora mais ela tinha recusado indisposta. Assim que entrou Milla se arrumou para dormi mais sem sono ela voltou para a sala e ligou a TV colocou um filme e ficou assistindo.
— Minha noite vai ser só você e eu bebê. Ela apertou play no filme e começou assistir.
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