Damon Volkov O som estridente do despertador me arranca do sono, como um invasor em meu refúgio. Bocejo, esticando os membros cansados, enquanto meus olhos se ajustam à penumbra do quarto. A brisa gelada do ar condicionado me convida a permanecer na cama por mais alguns minutos, mas a obrigação me impulsiona a levantar. Com um suspiro resignado, me sento na cama e esfrego os olhos, tentando afastar o sono. O celular vibrou sobre a mesa de cabeceira, chamando minha atenção. A luz azul da tela, ofuscando a escuridão do quarto, revelou uma mensagem que me gelou o sangue. A adrenalina, como um raio, percorreu meu corpo, despertando em mim uma sede de vingança. "Achamos os homens que invadiram o cassino", a mensagem enviada por Nikolas. Sem hesitar, levantei da cama e a adrenalina pulsava em

