Depois do banho juntos, onde Vincenzo lavou o corpo de Sophie com uma lentidão torturante, eles subiram para o quarto. Ele a deitou na cama com delicadeza incomum e se deitou ao lado dela, puxando-a para seu peito. O quarto estava silencioso, iluminado apenas pela luz suave do abajur. Vincenzo passava os dedos lentamente pelos cabelos úmidos de Sophie, observando cada traço do rosto dela como se memorizasse cada detalhe. — Está cansada? — perguntou ele, a voz baixa, rouca. — Um pouco… mas feliz — Sophie respondeu com um sorriso tímido, os olhos brilhando de forma sincera. Ele segurou o queixo dela e a forçou a olhar em seus olhos. — Não se acostume com isso — avisou, a frieza habitual voltando, mas sem afastá-la. Sophie não respondeu, apenas deslizou a mão sobre o peito nu dele, sent

