Sophie subiu as escadas com dificuldade, sentindo o braço doer onde Vincenzo a agarrara. As lágrimas ainda desciam silenciosas quando ela entrou no quarto e fechou a porta devagar. Caminhou até a cama, sentando-se na beirada com o corpo trêmulo. Minutos depois, um leve bater à porta a despertou. — Senhora Sophie? — era a voz gentil de Nora. — Posso entrar? Sophie apenas assentiu, e a governanta entrou com passos suaves, seguida por Evelyn, que trazia uma xícara de chá quente. — Oh, querida… — sussurrou Evelyn ao ver o estado da jovem. Aproximou-se e sentou-se ao lado dela. — Ele não devia tratar você assim. — Eu só... eu só queria ser boa o suficiente — murmurou Sophie, com os olhos marejados. — Mas acho que nunca vou ser. — Não diga isso — disse Nora com firmeza, pousando a mão sobr

