CAPÍTULO 213 TAYNÁ NARRANDO Tomei um banho rápido, tentando disfarçar a ansiedade que batia no peito. A água quente caía e parecia que lavava o corpo, mas a cabeça continuava girando. Cada vez que eu pensava no exame, o estômago dava um nó. Oito semanas… Se o médico confirmasse isso, eu sabia que o tempo não batia. E se não batesse… o filho não era do Alemão. Essa ideia me corroía desde que descobri a gravidez. Me olhei no espelho — o rosto pálido, olheiras fundas, e aquele olhar que eu m*l reconhecia. Passei a mão na barriga ainda pequena, tentando respirar fundo. – Se for de Deus, Ele sabe o que faz – pensei, mas o medo não passava. Vesti uma roupa simples: calça legging, blusa larga e o casaco do Alemão que eu gostava de usar. O cheiro dele me acalmava, mesmo com a cabeça cheia.

