CAPÍTULO 224 TAYNÁ NARRANDO Dois meses se passaram desde que perdi minha mãe, e mesmo com o tempo tentando aliviar, ainda doía. Às vezes eu acordava com vontade de ligar pra ela, contar alguma coisa boba… e lembrava que não dava mais. Mas hoje, pela primeira vez desde então, eu sentia paz. Hoje era o meu casamento com o Alemão. A casa tava cheia, mas tudo muito simples — do jeitinho que eu queria. Algumas flores, as cadeiras na varanda, o cheiro de churrasco misturado com o perfume das rosas. Nada de luxo, nada de exagero. Só amor e gente de verdade por perto. Eu tava no quarto, me arrumando com a Alanny e a Bruna, e parecia que o coração ia sair pela boca. — Calma, Tay… respira, senão eu não consigo nem passar o batom — a Lanny falou rindo, enquanto a Bruna ajeitava meu cabelo. Ri

