CAPÍTULO 223 ALANNY NARRANDO O dia tava quente pra caralhø, o sol batendo forte na frente da academia e o movimento cheio, som alto, gente treinando, música rolando… até que o celular vibrou no balcão. Peguei sem pensar, limpando o suor do pescoço com a toalha. Era o Carioca. — E aí, amor — atendi, sorrindo de leve. — Tá tudo bem? A voz dele veio diferente, mais séria, baixa. — Ruiva… preciso te falar uma parada. — ele respirou fundo. — A mãe da Tayná morreu. Fiquei muda por uns segundos, o coração gelando. — Como assim, morreu? — perguntei, sem acreditar. — Que porrä é essa, Carioca? — O Alemão me mandou mensagem agora. Ela desceu o morro pra ver a mãe e encontrou a mulher caída, morta dentro de casa. — ele explicou, pausado, com aquele tom pesado de notícia r**m. — Vai ser velad

