Estava chegando ao metro quando o celular voltou a vibrar. Já estava irritada e de saco cheio com tanta cobrança em cima de mim. Droga! - O que é agora? – perguntei de forma grossa, quase gritando – Já falei que não posso ver ele, estou com a merda da minha cara enorme por causa de um soco que levei, será que dá pra entender isso ou eu preciso desenhar pra você? - Se pensa que vou ficar correndo atrás de você garota, está enganada – Sarah bufou do outro lado e desligou logo em seguida. - Droga... droga... droga! Mil vezes droga! – joguei a merda do celular no chão e senti um breve alivio ao perceber que ele havia se espatifado na minha frente. Parabéns, Lyra. Parabéns pra você querida – zombei da minha própria cara. Descontei toda a raiva e revolta que vinham se acumulando

