Continuação.
-vamos brincar. Diz ela com um sorriso diabólico.
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3 meses se passaram e eu continuo aqui sofrendo todos os dias, e todos os dias eles me acordam com água quente, e eu fico boba como eles são tão ágeis com uma gilete, sem tirar o fato de que todas as noites Victor ou Hugo vem aqui pra baixo e transam comigo e isso me faz ter nojo de mim e raiva deles. E depois que minha família morreu, sim morreram há algumas semanas atrás, eles me contaram que meu pai foi até eles pra me pegar de volta e começou a discutir com o Victor e o Hugo e o Victor só deu apenas um tiro ma cabeça, quando minha mãe soube que ele morreu ela pego o carro e fugiu com meu irmão, mais no meio da estrada o carro capotou na ribanceira eles falaram que eles não tinham nada a ver com isso, mais eu sei que tem por que quando eles me contaram, eles estavam com um sorriso vitorioso no rosto, eu estou toda cortada e cheia de queimaduras pelas pernas e braços, minha barriga já esta bem grandinha e o mais estranho e que eles me machucam em todo o meu corpo menos na barriga oque será que eles estão aprontando, saiu de meus pensamentos quando vejo a porta do porão ser aberta e entrar Cecília e um senhor com um olhar cansado.
-levanta v***a. Diz Cecília.
-por que? Pergunto com medo por que tudo que vem deles nunca é bom.
-não interessa.
Me levanto e o senhor chega mais perto e diz.
-Olá mocinha. Não gostei desse sorriso.-eu só vou te examinar, e ver como o seu bebê estar. Pronto agora já estou branca igual papel.
-NÃO. Grito pra ele.
-oque. Diz ele me encarando.
-eu não quero não precisa.
-Você não tem querer, e ve se cala essa boca.
-eu não vou te machucar ainda. Sussurra ele a última parte e por conta disso eu não pude ouvir.
Depois de uns minutos ele parou de me examinar e disse.
-você está um pouco fraca.
-a sério eu nem notei. Digo sarcástica, e ele me olha sério.
-oque.
-nada não. Digo abaixando a cabeça.
-então doutor Paulo, como está essa coisa ai.
Então esse é o nome dele Paulo.
-tirando o fato que ela está muito fraca, o bebê está reagindo bem. Diz ele mechendo em sua maleta procurando algo, não magina ele tá olhando dentro da maleta pra achar narnía.
-ótimo. Diz Cecília sorrindo e eu adoraria dizer que era um sorriso bom mais não é.
Quando ele acha oque procura, ele tira de sua maleta uma seringa e injeta no meu pescoço, logo depois eu apago.
Depois de um longo tempo eu acordo, e percebo que estou numa marca e eu não acredito no que eu vejo, e sem reação eu apenas digo entre lágrimas.
-perdi tudo...