não pode ser

595 Palavras
*POV LENITTA* Depois que ele saiu eu começo a chorar de raiva, tristez e dor. Mais eu tenho que ser forte por mim e pelo meu bebê e por ele eu vou dar um jeito de fugir daqui com isso eu acabo pegando no sono. *DIA SEGUINTE* Acordei da pior forma de todas, entre um homem lindo mais vindo desse lugar o lindo é mostro, ele entra com um caldeirão, quando menos espero ele vira toda água fervendo isso mesmo meu povo FERVENDO em cima de mim, naquele momento senti meu corpo queimar muito, queria chorar mais não vou dar esse gostinho a eles, respiro bem fundo pra ver se assim aliviava mais não alivio parece que piorava mais. -LEVANTA p**a. Grita o homem desconhecido. -não consigo. Falo baixo. -f**a-SE , LEVANTA LOGO. -minhas pernas estão queimando muito eu não consigo. -a elas estão doendo, por que você não falo antes. Diz ele dando um sorriso pior que o do coringa, que fez tremer até o último fio de cabelo. Ele chega bem perto de mim e pisa com tudo nas minhas pernas, depois disso vejo as lágrimas sairem sem a minha permissão. -AGORA, LEVANTA. Depois de uns minutos eu consigo levantar com dificuldade mais consigo, fico cara a cara com o desconhecido, quando uma voz familiar entre em meus ouvidos estava longe mais conhecia essa voz. -Hugo você viu a emprega... Ela para de falar quando me vê. -Cecília oque você tá fazendo aqui? Fala Hugo nome tão lindo numa pessoa tão horrivel. -oque ela tá fazendo aqui? Pergunta Cecília apontando pra mim. -ela é prisioneira do Victor e minha. Victor acho que deve ser o de ontem. -posso brincar também. Diz Cecília com um sorriso no rosto. -fica longe de mim. Digo olhando pra ela. -cala boca sua p*****a. Fala ela e me empurra com tudo pronto chão. -CECÍLIA. -Victor. Diz Cecília e Hugo. -oque você pensa que está fazendo? Pergunta Victor olhando pra Cecília. -nada maninho. Responde ela, aguenta ai, irmão sério isso produção. -então por que você tá aqui? Pergunta Victor cruzando os braços. -eu estava procurando a empregada, quando eu vi que não tinha ninguém aqui comecei a procura, até que eu vi a porta do porão aberta e entrei. -e é por lá que você vai sair. Diz empurrando ela pra porta. -NÃO. Ela grita e todos ali se assustam até eu. -você grito comigo Cecília? -sim quer dizer não.-poxa eu quero brincar se fosse outra pessoa presa aqui em abaixo eu nem ia ligar, mais ela eu faço questão de brincar. -por que você faz tanta questão? Pergunta Hugo curioso. -essa c****a era da minha escola, e eu não gosto dela eu faço ela sofrer lá no colégio e agora saber que ela está aqui na minha casa eu vou ter o direito de tortura ela ainda mais entendeu? -sim. -então eu posso? Pergunta ela já toda animada. -pode sim, pensa que ela é um brinquedinho inquebrável. Responde Victor subindo indo em direção a porta. -olha aqui Cecília. Diz Hugo levando ela até um armário. -oque é isso? Ele abre a porta e eu fico assustada e com medo, tava cheio de armas, facas, chicotes e todos os tipos de coisas pra torturar alguém que você possa imaginar. -AMEI. Eu já falei o quanto a voz dela é irritante, parece uma mistura de foca com hiena engasgada. -que bom divita-se. Fala Hugo depois dele sair ele vira e fala a palavra que eu nunca mais quero ouvir na minha vida. -vamos brincar? Pergunta ela com um sorriso diabólico.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR