Asher Bianchi Acordei com a cabeça latejando, como se alguém tivesse martelado o meu crânio a noite inteira. Um peso estranho pressionava as minhas pálpebras, e quando tentei levar a mão à testa, senti algo puxar o meu braço para baixo. Um incômodo, e então senti o cheiro de álcool, o cheiro comum em hospitais. Abri os olhos com dificuldade e fui imediatamente atingido por uma luz branca e agressiva. - Merda… – resmunguei, fechando-os de novo. - Ele acordou! – a voz da minha mãe veio carregada de alívio e urgência. Forçando-me a encarar o quarto, reconheci o ambiente, eu estava em quarto de hospital, os aparelhos ao meu redor. Minha mãe estava ao meu lado, os olhos marejados, segurando a minha mão como se tivesse medo de que eu desaparecesse se soltasse. Meu pai surgiu logo atrás, séri

