Capítulo 4

3394 Palavras
Todos os dias você acaba conhecendo alguém novo. Você nunca sabe o que vai ser do seu futuro, você vai ficar na vida dessa pessoa? Vocês vão ser amigos, colegas ou apenas conhecidos? Vocês vão ser próximos ou vocês não vão querer se envolver? As vezes não é algo tão fácil, as vezes você não tem opção. Então você simplesmente aceita e espera o que tem que ser. Jay Soffer tinha muito o que fazer, muito o que planejar, mas ele não controlava sua mente, não controlava os seus pensamentos. Desde sexta feira durante a madrugada, ele pensava nela. Lindsay Davis não saia de sua mente, aqueles olhos castanhos verde-avelã brilhantes, aquelas covinhas que perfuravam sua bochecha e puxava para um belo sorriso, aquele cabelo loiro sujo. Ele não quer ser imprudente, ou muito rápido, mas ele realmente se sentiu atraído por aquela mulher, ele não sabe se é muito tempo sem ficar com uma mulher oi se realmente era algo sobre ela. Sua vida andava muito ocupada, desde que tudo ocorreu desde o acidente com os filhos, ele não queria se envolver com outra mulher, ele queria ser um homem melhor para os filhos. Então, ficava com algumas mulheres casualmente, mas nunca deixava ser algo mais, ele não se sentia preparado, ele não confiava nas mulheres e além disso, ele realmente não queria se envolver, nunca teve alguém que ele sentisse que daria esse passo em frente, mas ele sentia algo por aquela mulher. Ela mexeu com ele, ela era linda, fodona, uma detetive esperta, inteligente e determinada. Ele queria saber mais, ele queria conhecer ela, saber tudo sobre ela. Quando a viu a primeira vez, algo mexeu nele, ele a observou, ele a viu falando com paixão, com convicção. Quando ela disse que estudava o caso desde o início, ele sentiu a paixão por caçar aqueles bastardos, por buscar justiça por aquelas crianças. Ela era firme em suas palavras, ela sabia o que estava falando. Ela não era a única mulher da equipe com 34 agentes, mas ela era sem dúvidas a mais confiante. Ela se pós de pé na frente de todos, ela falou com a cabeça erguida. Ela não se intimidou por aquele i****a do chefe dela. Mesmo que ele via que a maneira que ele a tratava a deixava irritada, ela ainda sim não era alguém que se calava. Ela era forte e determinada. E naquele momento ele a quis na sua equipe. Ele a quis como uma de suas agentes, isso foi continuando ao decorrer do caso, mas além disso, ele queria outra coisa. Ela era sexy, ela era bonita e não era somente a exterior, a interior parecia mais bonita ainda e ele queria ver mais, descobrir mais. Com tudo isso acontecendo, entre ela ser fodona e chutar a b***a de Diaz. Ela foi incrível com as crianças. Ela os acalmou, ela foi reconforte, ela parecia saber o que fazer e ele se pergunta se ela é mãe. Ela é mãe solo igual ele é um pai solo ou ela era casada? Bem, mesmo que doesse pensar nisso, ajudaria. Primeiro, o homem deveria ser um homem de sorte e segundo? Ele não se relaciona com seus funcionários. Ele a chamaria para sair, ele queria, mas ele viu potencial nela e então ele decidiu chamar ela para ser de sua equipe, se ela não aceitasse? Bem, ele tentaria levar ela para um jantar. Quando ele viu que Conrad Miller a tratava m*l, ele sentiu que deveria obrigatoriamente contrata-la. Primeiro, ele já queria ela em sua equipe e segundo, ela merecia mais do que ser tratada daquela maneira. Ela merecia reconhecimento, ela merecia mais autoridade, pois ela era a melhor. Soffer sempre soube que as mulheres eram super capazes. Mesmo que tenha visto sua mãe sofrer nas mãos de um homem, sua mãe era forte. A mulher mais forte que ele conheceu. Ele tinha orgulho dela. E então, ele sabia que as mulheres eram mais do que eles viam. Lindsay mostrou isso, mostrou como ela era forte e capaz. Que ela sabia lidar com homens machistas e sexistas. Com homens que achavam que estavam no controle e tentavam usar sua força e seu tamanho para amedronta mulheres, mas ela não abaixava a cabeça. Ela lutava na mesma medida. Como dizem "de homem pra homem". Mas as vezes ele acreditava que o ditado poderia ser "de mulher pra mulher". Ele nem sempre entendia ver as mulheres como sexo frágil, droga, elas faziam tudo com maestria. Então ele as admirava, junte isso com a beleza de Lindsay e veja um homem na casa dos trinta passar seu final de semana pensando em uma mulher que o deixava fraco. Ele viu como ela sabia lidar com o chefe, com um criminoso e com as crianças, ele viu como ela ficou abalada, mas manteve sua postura. Viu que no carro mesmo estando chateada, quis manter sua pose de durona e isso o deixou curioso sobre a mulher. Ela parecia ter um passado longo, com muitas histórias que ele ficaria horas ouvindo, ouvindo o som rouco de sua voz. Ele queria saber tudo sobre ela. Ele queria conhecer ela, mas agora, ele deixaria ela apenas ser sua amiga, se ela quisesse é claro. Ele não iria tentar nada com ela. Bem, seu sonho da noite passada e a maneira como acordou hoje dizia o contrário, mas não o culpe, ele não tem controle do seu corpo e além disso, ele está sexualmente frustrado. Entre seus últimos dias, talvez semanas, não... Honestamente? Os últimos quatro meses ele não teve tempo, literalmente nenhum, não para conhecer uma mulher e sendo honesto, sua mão não era o prazer que ele procurava. Então, seu trabalho ocupava a maior parte de seu tempo, na verdade não o seu trabalho era a maior parte, mesmo que demandace muito tempo de sua vida, o que era um trabalho 24 horas por dia, sem férias, sem descanso, sem remuneração, sem feriado? Bem é o trabalho... - PAPAAAAAAAAAAI - Bem, esse é o trabalho. Ele deveria saber que acordar quase meia hora antes dos filhos, ele deveria ter se preparado, não ficado deitado tentando acalmar seu corpo e pensando na mulher que ele conheceu dois dias atrás. Ele deveria ter resolvido sua vida, agilizado seu passo para poder se preparar para o trabalho. Hoje ele a veria novamente, então ele estava feliz. Porém, com o som de sua filha gritando ele guardaria Lindsay para o trabalho mais tarde. Agora ele precisava resolver o problema de sua garotinha. - PAPAAAAAAAAAAI... - Ela grita quando ele não vem para o seu quarto. - Calma, estou aqui. - Ele entra no quarto da filha rapidamente. Ele estava preocupado. - O que aconteceu, você está bem? - ele pergunta se aproximando de sua cama. Ela está com os olhos vermelhos de sono e de lágrimas. Ele passa a mão sobre sua testa, testando a temperatura. Não está quente. - Você se machucou? Ele a examina tentando ver algum machucado, mas não encontra nada. - Você está bem? - Ele pergunta novamente. - O Fluffy se foi. Ele não está aqui papai. Levaram ele. - Ela cai em lágrimas. E Jay consegue respirar novamente. Fluffy era seu unicórnio. Ela não fazia nada sem aquele bendito unicórnio. Jay achava fofo, ele sua filha estava prestes a ter 9 e ainda era grudada ao seu bicho de pelúcia que ela tinha desde que nasceu. Soffer comprou quando soube que teria uma menina. E logo quando nasceu ela se apegou, ele ainda não tinha nome, não até que sua filha o nomeasse e isso aconteceu quando ela viu Meu malvado favorito. E seu pai soube que ele tinha sua própria Agnes. Então ele não queria que ela crescesse e se desapegasse de seu brinquedo favorito. Ele m*l acredita que ela já está tão grande, mas se deleita nos momentos em que ela quer ser a garotinha do papai. - Ok bebê, vamos procurar. Ele deve ter caído porque você é uma mocinha com formigas no bumbum não é? - Ele diz enquanto puxa a coberta azul com estrelas dela na busca pelo animal. - Não está aí, eu olhei. - Ela resmunga. - Okay... - Ele se abaixa deixando que sua cabeça descanse no carpete do quarto enquanto ele olha debaixo da cama. Tem vários brinquedos embaixo e ele puxa alguns avistando a pelúcia fofa com cores brancas, rosa e um chifre dourado com glitter espalhado por todo bicho. - Oh, olha só quem caiu do outro lado da cama. Vem cá amigo! - Jay diz puxando o brinquedo da filha. - Acho que alguém sentiu sua falta. - Ele diz balançando o brinquedo para sua filha que agora mesmo com a cara molhada tem um largo sorriso no rosto. - FLUFFY!!! - Ela o toma ansiosamente das mãos de seu pai. E antes que ele diga outra coisa, ele é interrompido. - Papai... - Não é um grito, é uma voz mansa e calma. E ele se vira, seu garotinho em seu pijama de carrinhos verde escuro está parado na porta, ele está com seu cabelo castanho bagunçado, seus olhos cheios de cansaço e em uma de suas mãos ele segura Chase do patrulha canina, seu personagem favorito. E em outra ele segura seu cobertor também do patrulha canina. Seu filho era literalmente um fanático pelo programa. E essa visão, essa rotina, essa vida, era muito mais do que ele podia pedir. Era tudo para ele e ele não mudaria nada. Ele faria tudo e qualquer coisa para proteger essas duas crianças com sua vida, ele prometeu isso no dia em que quase os perdeu e hoje? Bem, hoje ele era o homem mais grato. Ele sem dúvida, congelaria esse momento se pudesse e como infelizmente não pode, ele decide aproveitar e guardar nas memórias e em uma foto. Infelizmente ele não está com o seu celular. Com o desespero de sua filha por ele, ele foi descalço e sem camisa, apenas com sua calça de pijama verde limão e mais nada. - Oi amigo. Bom dia! - Ele diz saindo do lado de sua filha e indo até a porta. - Você dormiu bem? - Ele pergunta passando a mão pelos seus cabelos lisos e grandes em formato tigela repicado. - Uhum. - Ele acena olhando para o pai, seus olhos verdes, sardas e cor do cabelo não negando a paternidade. - Isso é realmente bom. - Ele diz sorrindo para o filho. - Que tal tomarmos café da manhã? - Ele diz e ambos acenam ansiosamente. - Então vamos. - Ele diz chamando a filha que rapidamente sai de sua cama. Sua garotinha estava com os cabelos mais cacheados, eles também era castanhos, mas enquanto o de seu irmão era mais claro, parecido com o do pai, o de sua filha era escuro, idênticos ao da mãe. Seus olhos eram castanhos, quase em uma cor mel. Era um contraste perfeito para seu rosto angelical. Hannah pode não ser filha biológica de Jay, mas ele sempre acha que a filha dele é sua cara. Ela está em seu pijama de unicórnio azul e branco, o capuz com chifres caído. Ela era uma garotinha fascinada pelo unicórnio e todo esse mundo encantado. Ela corre até o pai segurando firmemente Fluffy em sua mão, enquanto a outra alcançava a do pai. - O que vocês vão querer tomar de café? - Ele pergunta guiando cada criança em sua mão até a cozinha. - Eu quero waffles!! - Hannah grita animadamente. - E você garoto? - Jay diz soltando a mão de Hannah assim que chegam na mesa da cozinha. Ela já sabe subir sozinha, a verdade é que Liam também sabia, um pouco mais de dificuldade, mas sabia. Porém, ele quase perdeu seus filhos mais de uma vez, ele era um pai solteiro e ele realmente amava seus filhos. Ele não queria que eles crescessem tão rápido, então enquanto Liam não fizesse 6 anos e meio e dissesse "Papai, eu já sou grande, eu sei subir sozinha!" como a traidora sentada perfeitamente do outro lado da mesa, ele iria abusar da vantagem de seu garotinho estender os braços e se segurar firmemente nele sorrindo quando seu pai finge aviãozinho e o aterriza na cadeira alta. - Froot loops!! - Ele diz deixando Chase e seu cobertor na mesa. Assim que seus filhos estão sentados, eles começam conversas aleatórias, sobre como eles querem passar o dia, o que querem fazer, o que querem jantar, até o aniversário de Liam. - Então, o que você vai querer de presente? - Jay já havia feito seu café, a massa de waffles que estava sendo assado agora e no momento estava servindo o cereal de seu filho. - Bola!! - Ela diz animadamente. - Uma bola de baseball? - Ele pergunta e seu filho assente animadamente. Nós últimos meses ele começou a se interessar pelo jogo, ele era um vira casaca e sempre torcia pro time vencedor, mas Jay iria mudar isso levando ele a um jogo do Cubs, ele teve então sua grande ideia. Seus filhos estavam de feria por pelo menos mais um mês antes das aulas voltarem, ele os levaria nesse tempo. Além do aniversário do filho e agora do presente que ele iria terminar de resolver essa semana. Sério, é difícil cuidar dos filhos, pegar criminosos e ainda planejar uma festa de aniversário, mas ele daria seu jeito. Ele sempre dava. Soffer tinha seu anjo da guarda. Francis Kane. Ela tinha 57 anos e era aposentada devido a um acidente que sofreu anos atrás, ela era uma senhora que morava há dois quarteirões de Jay e cuidava perfeitamente das crianças. Eles adoravam ela e a chamavam de Nana. Ela era a única figura materna e era como avó para esses dois. Na verdade para os três. Ela sempre se certificava que Jay estava se cuidando e seu almoço a maioria das vezes era feito por ela. Ela era quase uma mãe para ele. Ela era casada com Danny Kane e eles tinham dois filhos, um infelizmente havia morrido quando criança de acidente de carro e outro era um advogado de Los Angeles, ele era casado e tinha uma filha de 13 anos, então, Francis e Danny aproveitavam para mimar Jay e os filhos dele. Após deixar seu filhos ele vai para o trabalho. Ele sabe que seus filhos estão em boas mãos, mas gostaria de ter mais tempo com eles, porém hoje ele estava mais ansioso do que nunca. Ele a veria novamente, eles não se falaram desde o dia anterior, e ele não tirava suas palavras da cabeça. "te vejo na segunda". Eles não começariam hoje, mas ele a veria novamente, mesmo que ele se comprometeu a ser profissional, era difícil negar o formigamento em suas mãos quando ele a tocou no carro, era difícil não sentir uma parte de seu peito queimando, bem aonde ela bateu antes de sair. Suas covinhas iluminava sua visão. E então mesmo que ele não pudesse ter ela, ele ficaria feliz em vê-la. Em falar com ela e vê-la em ação. Seu único problema, é que ela era sexy para um c*****o. Ela estava vindo em sua direção em seu escritório. Ela estava usando um terninho preto, com uma blusa social azul clara por baixo com um ou dois botões abertos, não mostrava nada além de seu colar e a pele clara de sei pescoço. Seu cabelo hoje estava solto e ela estava usando saltos, não muito altos e ela andava com tanta elegância, que m*l faziam barulhos. Ela estava mais linda do que ele se lembrava. - Bom dia... - Sua voz rouca interrompe seus pensamentos, ele realmente não se preocupa, pois ele quer desesperadamente ouvir mais de sua voz e conseguir o que for preciso pra ela começar a trabalhar o mais rápido possível com ele. - Bom dia... - Ele se levanta e ajusta seu terno abotoando ele assim que caminha até ela. Assim como ela ele estava de terno, o que era engraçado era que seu terno combinava com o dela, era um blazer preto com uma camisa social azul, era clara, um pouco só mais escura que a de Lindsay, mas ainda sim, parecia que estavam combinando, como se fosse algum tipo de combinado. E Davis tentou não deixar transparecer o quão sexy ele ficava de terno. Ela sabia que ele ficava bonito, pois no sábado de manhã, após a missão, ambos voltaram a seus ternos, mas eles estavam cansados demais para reparar muito, hoje foi diferente e ambos sentiram a tensão no ar. Ambos trocaram olhares que durou muito na opinião deles, porém eles não se importaram, eles queriam extrair o máximo um do outro, pois sem saber um do outro, ambos se comprometeram com o profissionalismo. E levariam esse emprego a sério. - Bem, se você não estava alucinando e cansado demais para me chamar para fazer parte da equipe, eu realmente vou querer o emprego. - Ele não sabe como vai conseguir trabalhar com aquelas covinhas, aquele olhar e esse jeito brincalhão dela, mas ele iria descobrir, pois não estava desistindo. - Nunca. Não faço promessas ou convites vazios. - Ele sorri para o sorriso dela, mas ele é sério e honesto em suas palavras. Jay Soffer tinha sua integridade intacta. Seu caráter e seus princípios, ele não era orgulhoso para quebrar se necessário, mas ele sem dúvidas mantinha suas palavras o máximo que conseguia. E o olhar dele, mexeu com Lindsay e ela queria jogar toda a cautela ao vento e sentir os lábios dele nos seus, mas ela sorriu e se sentou, tirando seus pensamentos impuros da mente. - Você já conversou com o SAC Miller? - Ele pergunta até onde ela já foi desde sábado. - Na verdade não. Queria dar uma olhada em sua proposta antes. Ter certeza pelo que estou me mudando, se realmente era uma oferta por mim ou se era apenas por ter visto nossa discussão. - Ela diz seriamente. - Com todo respeito Sr. Soffer... - Me chame de Jay, por favor. - Ele diz e ela sorri levemente assentindo. - Com todo respeito, Jay... - Ela o vê sorrindo, parece que ele gostou de ouvi-la chamá-lo de Jay, se ela soubesse que o que ela está pensando, é o mesmo que ele, bem, eles ... - Não me entenda m*l, mas achei um pouco estranho o convite repentino, não que eu esteja reclamando, mas quero ouvir o porquê disso. - Ela se endireita na cadeira. - Eu quis te contratar quase que no segundo em que a vi. - Quis outras coisas também, ele opta deixar essa parte de fora. - Te chamei por motivos estritamente profissionais... - Não é toda a verdade, mas a maior parte é. Ela não precisa saber. - ... Não a chamei por pena, mesmo que não concorde com a atitude de Miller, sei que você sabe se defender sozinha, e sendo bem honesto contigo, sei que ele não iria mudar apenas por que eu pedi. Te chamei para a minha equipe, pois vi como você é empenhada no trabalho, como pesquisa, como lida na frente da equipe, como lida com situações mais complexas e é isso que quero na minha equipe, que quero nos meus casos. Além do mais, com as crianças, vi sua empatia. Vi que você vai até o fim no seu trabalho e é dessa liderança que precisamos. Eu preciso de um braço direito em que posso confiar, em que posso confiar meus homens e confiar a vida dos cidadãos aos quais protegemos. Não te convidei por pena, e se isso te fizer sentir melhor, vou dizer que foi para o meu próprio interesse. - Ele sorri para ela e ela retribui. - No entanto, não vou negar que com tudo isso vi potencial em você. Na crimes violentos contra crianças, você será enxergada e ouvida. Você irá liderar a sua equipe, poderá dar suas opiniões. Não vamos excluir o seu trabalho e nem o seu esforço. Gosto do seu trabalho e de como trabalha, então, se não houver mais dúvidas, o que me diz? - Ele se inclina para a frente e cruza as mãos esperando por uma resposta. - Estou dentro! - Ela sorri alegremente, ela foi totalmente puxada e estava ansiosa para trabalhar com ele.
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