Capítulo 3

1169 Palavras
Quando chegaram na sede, eles lidaram com algumas coisas que não podiam esperar e ficaram duas horas resolvendo assuntos importantes. Soffer estava saindo de seu escritório após uma breve reunião quando se deparou com uma leve discussão entre o SAC Miller e a SSA Davis.  - Se eu ver você me desafiar mais uma vez na frente das pessoas e eu vou mostrar para você o que é desrespeitar o seu Supervisor. - Miller aumenra seu tom de voz, mas sem gritar para alamemar os outros. - Se você quiser continuar nesse emprego, VOCÊ VAI SEGUIR AS MINHAS ORDENS! - Desta vez ele grita e sai antes que ela consiga dar uma réplica.  Ela chutar uma lata de lixo, suas mãos se enredam nos seus cachos de babyliss quando ela solta uma respiração pesada.  - i****a! - Ela xinga na direção em que seu chefe foi. - Jay observou toda a troca e depois e quando ela parece mais tranquila ele se aproxima. Ela está furiosa e xingando, ele não consegue ouvir o que é, mas percebe que ela não está triste ou intimidada, apenas furiosa, então, ele decide imediatamente por uma decisão que ele vem pensando nas últimas horas.  - Bem, tenho certeza que a lata de lixo não fez nada pra você. - Ele se aproxima com um sorriso gentil.  - Não, foi o i****a do...  - Seu chefe. - Ele responde e recebe um olhar dela. - Não estava bisbilhotando, apenas acabei entrando no fim da discussão. - Ele explica e ela assente. - Não imaginei apenas que você bateria e xingaria uma lixeira. - Ele brinca e isso faz ela dar um sorriso para ele.  - Não, ela realmente não tem culpa. Me desculpe. - Ela olha para ele.  - Bem, eu não fui agredido. Acho que as desculpas são para a pessoa errada. - Ele diz e ela sorri, mas sente que pelo olhar dele ele está falando sério.  - Você quer que eu peça desculpas a uma lixeira? - Ela arqueia as sobrancelhas.  - Não se sinta obrigada. Só estou informando que quem sofreu sua fúria que merece as desculpas. - Ele da de ombros.  - Bem, me desculpe lixeira, mas você me ajudou a aliviar minha fúria que eu queria desesperadamente que o i*****l do meu chefe sentisse a dor, e mesmo você sendo um objeto inanimado. - Ela sorri maliciosamente para Jay.  - Ela se sente bem melhor. - Ele sorri.  - Acho que sim. - Ela diz.  - Bom, eu sei que mesmo que queira e acredite eu também, você não pode sair e bater no seu chefe, eu tenho uma ideia que pode ajudar. - Ele olha para ela e ela da um olhar de curiosidade.  - Você tem capangas ninjas? - Ela solta uma risada que Jay acha adorável.  - Infelizmente não, busquei por alguns quando criança e não me deixaram ter e hoje continuo não podendo. - Ele finge decepção e ambos riem. Soffer se endireita e deixa a brincadeira de lado por um momento. -  SSA Davis, você pode me acompanhar até o meu escritório? - Ele pergunta e ela o acompanha e respira fundo antes de entrar e fechar a porta.  - Qual a sua ideia? - Ela o encara parado em frente a sua mesa e ele fica em silencio, ela observa ele, ele trocou de roupa e agora usa um terno que cai perfeitamente nele, se ela não estivesse tão cansada e estressada ela deixaria sua mente vagar inapropriadamente pelo corpo dele e pelo que ele poderia fazer com ela. Seu corpo é musculoso, seu cabelo é castanho claro e ele tem um rosto sério e cansado, mas ainda é sexy. Saindo de seus pensamentos, ela vaga pelo escritório dele. É grande, ele tem três paredes na cor cinza mais escuro, com uma parede de vidro que da para a vista incrível de Manhattan. Seu escritório é uma mistura de moderno, mas sem perder o vintage, moveis de madeira e aparelhos tecnológicos de última geração. Ela não consegue muito, pois ele finalmente fala.  - Quero trabalhar com você. - Ele é direto e isso é excitante, a maneira como ele é sério e firme em suas palavras, mas ela está ocupada perdida. Toda a brincadeira e gracinha param nesse momento, o momento em que seus olhos estão travados um no outro, que a luz fraca ilumina ambos e a sala. Que o silêncio se infiltra. Por essa ela não espera.  - O que? Como assim? - Ela pergunta. Soffer a observa, seu rosto se enruga na testa, sua sobrancelha sobe em confusão, seu cabelos loiros sujos estão presos em uma r**o de cavalo e ela usa um terno que pega bem seu corpo minúsculo, a luz da manhã a deixando mais bonita.  - Quero que você trabalhe comigo...  - Não...  - Porque não? Não vai me dizer que ama o seu trabalho...  - Não quero sua pena, ASAC Soffer. Obrigada. - Ela se vira, mas para quando ele continua.  - Não é pena, se aquele homem não reconhece a Agente incrível que ele tem, eu reconheço e quero você trabalhando comigo. Não é pena, eu pensei nisso desde a hora que você começou a falar sobre o nosso caso, vi como você estava inspirada, eu pensei em te observar futuramente para ver se conseguiria ter você na minha equipe, pois não sabia como você trabalhava, mas depois de tudo que aconteceu hoje? Eu tive certeza que queria você para esse trabalho, somos uma divisão de crianças, e pelo que vi assim como eu você quer que as crianças estejam seguras e é isso que a Crimes Violentos Contra Crianças faz. Protegemos as crianças e sei que protegeríamos mais com você na nossa equipe.  - Por que eu? - Ela se interessa por essa pergunta.  - Eu trabalho com os melhores e... - Ele olha no relógio, são 6:50 da manhã. - Eu consegui perceber em 5:50 minutos que você é a melhor. - Ele diz e da um passo para se aproximar dela. - Eu acabei de perder meu Supervisor, tenho uma sala vaga ao lado da minha, é um escritório bem agradável, como este aqui, o salário vai ser melhor do que na contra terrorismo, você não terá que trabalhar com aquele babaca do Miller, eu vi hoje como você se entrega em casos infantis, você salvaria muitas vidas inocentes. Não vejo qual o contra tem nessa proposta. - Ele sorri. É realmente uma proposta incrível, só um i****a recusaria.  - Se por acaso, eu aceitar, quando eu começo a trabalhar? - Ela pergunta, segurando um sorriso.  - Amanhã, ou assim que você resolver o que precisar. - Ele sabia que era inviável ela começar a trabalhar em outro emprego no dia seguinte, mas ele queria provar um ponto.  - Te vejo na segundo, ASAC Soffer. - Ela sorri e bate no peito dele antes de sair do escritório.  Ele sorri para si mesmo enquanto a observa ir embora. Isso seria interessante. 
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