Capítulo 135 BRÁULIO NARRANDO 🍆 Eu saí daquele quarto com as pernas bambas e o coração pesando mais do que qualquer bagagem que eu já levei na vida. A imagem da Cecília naquele leito, apagada, pálida, com os machucados escondendo o brilho que ela sempre teve… vai me acompanhar até o meu último dia. E saber que fui eu, que foi essa pörra desse meu orgulho, esse sangue quente, essa impulsividade mäldita que empurrou ela pra esse caminho… isso tá me matando por dentro. O Muralha ainda estava encostado na parede do corredor, os olhos fundos, a cara inchada de tanto chorar e aquela expressão de quem já não tem mais nada a perder. Ele nem me olhou de imediato, mas eu caminhei até ele, firme por fora, todo estilhaçado por dentro. — Eu vou ter que voltar… — falei com a voz embargada. — Preciso

