capítulo 147

1137 Palavras

Cecília narrando Acordei no dia seguinte com um barulho que demorou uns segundos pra eu entender. Era a porta do quarto, alguém batendo com aquela educação típica de quem não quer invadir, mas quer deixar bem claro que tá esperando ali. Pisquei os olhos ainda pesada de sono, peguei a primeira camiseta que achei — uma do Leto, enorme em mim — e vesti por cima da cueca dele que eu tenho quase certeza que ele deixa de propósito pra eu usar. Dei uma cutucada no braço dele. — Amor, acorda… tua mãe tá aí. — murmurei, meio rindo da cara dele toda amassada. Ele só virou pro outro lado e puxou o lençol, completamente morto. Aquele ali quando dorme, dorme como se tivesse enterrado. Suspirei, ajeitei o cabelo com a mão e fui abrir a porta. Dei de cara com a minha sogra segurando duas marmitas e

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