Sogrão Capítulo 2 (parte II)
Autora: Jeniffer Marques
-Filha?
Despertei com a minha mãe me chamando, fiz uma pequena viagem no tempo me recordando de tudo e acabei esquecendo da hora completamente.
-Bom dia dona Simone!
-Não é assim que se diz não moça. Foi essa a educação que eu te dei?
-É brincadeira mamy. Cadê o Edu?
-Onde mais poderia estar? Dormiu na casa da Vivian!
-Eu não gosto dessa menina, nunca gostei e nunca vou gostar. Pra mim ela só quer fazer o Eduardo de pateta.
-Você não devia falar assim Cibelle! Ela sempre foi uma boa menina e te adora.
-Mas eu não gosto dela.
-Não gosta de quem?
-Oi Mano! Bom dia.
-Bom dia Belle! Então de quem você não gosta?
-De umas meninas da minha sala. Preciso ir pra faculdade e a noite vou sair com o Heitor. Não vou dormir em casa hoje.
-Tudo bem. Mas não se esqueça que temos que sair pra comprar os presentes do amigo secreto.
-Tá bom mãe, a gente faz isso amanhã tudo bem?
-Tudo bem!
-Pra onde ele vai te levar em? Espero que se comportem.
-Iiiii o espírito do Papai baixou aqui foi?
-Apenas cuido da minha irmãzinha!
-Tá bom prometo me comportar. Até mais tarde mamy, Tchau coisa chata!
Tomei banho, vesti a calça de sempre, uma blusa de alça azul e um casaco com detalhes de coruja. Um batom leve e um r**o de cavalo.
"Não se esqueça de hoje a noite em minha linda? Estou morrendo de saudade"
Sorri com a mensagem do Heitor.
"Saudade também meu amor. Estou indo pra faculdade agora, quando chegar ligo pra você. Te amo"
Saí de casa e cheguei a faculdade em tempo recorde, pois era perto de casa.
-Nunca perde essa mania de se atrasar né dona Cibelle?
-Oi Milena bom dia, é que eu fiquei conversando com o Heitor de manhã cedo pelo telefone, ele disse que vai me fazer uma surpresa hoje a noite!
-Aproveita amiga, dá essa ppk hoje como se nunca mais fosse dar na vida!
-Milena taradona, teu apelido agora!
-Estou interrompendo a conversa das moças?
-Desculpa professor!
Aquele professor era uma verdadeira mala sem alça, pegava no nosso pé dia e noite.
A aula em fim acabou e eu corri pra casa pois ainda tinha que me arrumar. Escolhi para a noite um vestido preto discreto, pois o que eu queria mostrar estava por baixo. Escolhi um vestido rodado, preto com detalhes em prata, decotado na medida certa, um salto preto também fechado e fiz um coque com alguns fios soltos, meus cabelos agora eram pretos novamente, o vermelho ficou na adolescência. Agora estava com 19 anos e essas coisas não me agradavam mais. Coloquei um batom matte vermelho, lápis, e rimel. Estava pronta quando ouvi o Heitor buzinando e entrei no carro. Ele estava simplesmente maravilhoso, vestido com uma camisa social de manga curta azul marinho, uma calça jeans preta e o cabelo cortado e penteado.
-Nossa meu amor, como você está linda! Isso tudo é pra mim?
Ele disse assim que entrei no carro.
-Claro que é, você também em amor? É gostoso de todos os jeitos!
Ele riu e me deu apenas um selinho,embora eu estivesse em chamas, com muita saudade dele. Deu a partida no carro e me levou a um dos lugares que eu mais amava, um restaurante especializado em comida Italiana.
-Nossa meu amor, muito obrigada por essa noite e por ser o melhor namorado do mundo pra mim, eu te amo demais.
-Não precisa agradecer meu amor, você merece por ser essa namorada tão incrível comigo. Agora vamos comer porque a noite apenas começando.
Comi apenas um pouco e ele disse que tínhamos que ir. Então ele vendou meus olhos quando entramos no carro, e disse apenas que eu ia amar a supresa.
-Estamos chegando lá minha vida.
-Não aguento mais esse suspense.
-Chegamos!
Ele me segurou pela mão, me guiando para que eu não caísse e quando finalmente tirou a venda, eu quase caí pra trás: estávamos em uma espécie de sítio, com um sofá na sala, uma laleira, quadros na parede e um carpete na sala. Fiquei admirando tudo quando senti a mão dele passando pelas minhas costas.
-Isso tudo é pra mim meu amor?
- Claro que é. Você merece!
Ele abriu uma garrafa de vinho e colocou duas taças, me estendeu uma e pegou a outra. Sentamos no carpete ao lado da lareira e conversamos um pouco
-Amor tenho que te dizer uma coisa que eu espero que não corte o nosso clima.
-Diz!
-Meu pai me ligou e disse que vai chegar de viagem no próximo mês. Falei tanto de você e ele disse que quer te conhecer.
-Por mim tudo bem. Só espero causar uma boa impressão.
-Vai sim meu amor.
-Amor vou ao banheiro rápido e já volto.
Fui ao banheiro e tirei o vestido que escondia minha Lingerie vermelha, que era composta por um espartilho, uma cinta liga e uma meia calça cor de pele. Soltei o coque e fui andando em direção ao Heitor que quase caiu pra trás ao me ver.
-c*****o, assim você vai acabar comigo!
-Fica bem quietinho aí porque eu ainda nem comecei.
Então o levei em direção ao quarto que verifiquei antes e vi que estava bem arrumado e limpo.
Ele se deitou na cama e eu o amarrei, coloquei uma música e comecei comeria rebolar minha b***a na cara dele, e o escutei dizer:
-Você vai me pagar por toda essa tortura. Vou te fuder a noite toda hoje.
Continuei a minha dança e vi ele alisando o p*u por cima da cueca box preta. Eu fiquei louca com aquela cena e subi em cima dele, comecei a provocar e o via cada vez mais louco
-Eu deixo você fazer o que quiser comigo, mas vai ter que se soltar primeiro. Vem me fuder vem...tô toda molhadinha pronta pra receber você.
Ele se contorceu na cama e eu comecei comecei a beijar a orelha dele, o pescoço, e desci até a barriga, aquela barriga sarada que eu tanto amo, e quando cheguei aonde queria ele me olhou com uma cara de s****o, e eu botei a boca no p*u dele, foi o ápice pra ele enlouquecer
-c*****o que boca é essa! Que delícia.
Quando eu senti que ele ia gozar, parei e o desamarrei e ele me virou de quatro, arrancou a minha calcinha fio dental e passou a língua desde a minha b****a até o meu ** e me fez ir ao céu em questão de segundos
-Enfia logo amor!
-Ah é bom fazer tortura né?
Ele disse isso e me fez um o**l de quatro, eu não aguentei mais e gozei em sua boca. Quando ele viu meu corpo amolecer não perdeu tempo, me virou de bruços e meteu sem dó.
-Ah c*****o que delícia! Só você sabe dar assim
-Nenhuma outra vai fazer o que eu faço.
-Minha p*****a. Só minha
-Ah amor que delícia
Comecei a gemer feito louca enquanto ele metia de bruços todo aquele p*u maravilhoso que há dois anos era todo meu. Ele começou a acelerar e eu já sabia que ia gozar. Não perdi tempo e fui pra cima dele, que arrancou o resto do meu espartilho e a meia calça e eu sentei, comecei a rebolar enquanto ele dizia que eu era uma delícia, que eu era a mulher da vida dele. Senti meu corpo todo amolecer, ele não aguentou mais e gozamos juntos. Não demorou muito e fizemos amor de novo, dessa vez com calma e todo amor do mundo, porque o Heitor sabia ser a minha calmaria e minha tempestade ao mesmo tempo..."