Luiza narrando
Que p***a!
— põe essa Luiza! — disse minha mãe. Hoje tem baile.. novamente.
Eu não queria ir, porém, Perigo não devolveu a p***a do meu celular e eu quero de volta.
— afe mãe, tu também não colabora né? — revirei os olhos negando.
— filha tu é linda! Esse corpo merece ser feliz, anda, vai logo. — me empurrou pro banheiro pra mim tomar banho.
Tomei. Pensando.
Minha mãe era igual eu quando tinha até menos da minha idade e olha.. ela engravidou por "ser muito linda e gostosa", como ela mesma falou. Eu tenho medo disso, aquele dia foi só uma p*****a, amanhã pode ser um f**a e eu posso engravidar.
Eu sou virgem.
Aah que medo. Perigo não pode saber disso.
Coloco a maldita roupa, faço a maquiagem e arrumo o cabelo. Ponho um salto alto pra combinar com aquela roupa que eu usava, era um vestido preto curto e colado com muito decote, uma agachada minha e a minha t**a pula pra fora do vestido. Minha b***a ficou muito grande e meus peitos.. a metade pra fora da roupa.
— oque eu não faço pelo meu celular. — digo na frente do espelho me analisando com preguiça.
— uau Luiza! — lá vem ela me idolatrar.
— tá bom, tô indo. — ela beijou o meu rosto e me levou até a porta.
Mosquito já me esperava e eu nem sabia.
— virou motorista particular agora? — falei quando entrei no carro.
— nossa que ninfeta gostosa. — corei porém revirei os olhos.
— vou ficar só algumas horas. — ele riu.
— vai ficar até acabar pô, o baile foi feito hoje especialmente pra dar boas vindas pra irmã do Perigo. — olhei muito confusa pra ele. Irmã? Do Perigo?
Quem vai querer ser irmã daquilo?
— ele tem família? — Mosquito riu.
— todo mundo tem. — riu. — ela tava no hospital resolvendo umas paradas lá mais já tá de volta.
— coitadinha. — digo sentimental, só espero que ela não seja igual o Perigo.
Logo chegamos no baile. Mosquito me acompanhou até a VIP e como da última vez.. eu fui encoxada e passaram a mão na minha b***a pelo menos umas vinte vezes, o dobro da última vez.
— eai chefão, tudo certo? — disse Mosquito fazendo toc vom ele. Dessa vez Perigo não estava com nenhuma p**a. Milagre.
— trouxe a novinha em segurança? — perguntou Perigo pro Mosquito que riu.
— tire suas próprias dúvidas ae. — Mosquito foi pra uma rodinha de putas e Perigo me analisou do pé a cabeça.
— eai. — disse me encarando.
— oi. — sorri fraco. Ele ficou me encarando e deu uma tragada na maconha que estava na sua mão, seu olhar me olhando me deixava com vergonha.
— pode descer se quiser, pegar uma bebida. — ué?!
— ué? Não vai dizer pra mim ficar aqui em cima? Na tua visão? — ele negou.
— já tá na minha visão, ninguém pode encostar em ti, se algum filho da p**a fizer isso já vai daqui pro buraco. — olha só Perigo, eu acabei de ser encoxada.
— tá.— digo irritada pela sua resposta. Ele me tem na mão, vai toma no cu.
Desço pro meio da multidão indo pro bar. Pego uma tequila e alguém esbarra em mim.
— foi m*l, eu não te vi. — sorriu. Eu ia falar m***a mas ela parecia ser diferente das demais.
— tudo bem. — sorri. Era uma garota, da minha idade por aí, era branca meio morena, um pouco mais escura que eu, cabelos claros e olho castanho. Usava um vestido vermelho curto um pouco decotado e um salto alto. Era o mesmo estilo que o meu.
— qual teu nome gata? — perguntou e pegou uma bebida.
— Luiza e o seu? — bebeu um pouco do líquido do copo e respondeu.
— Manuela. — sorri. — vamo dançar c*****o? Ficar usando esses vestidos caros pra não fazer nada? Tamo vivendo errado. — ela tirou os saltos e eu ri. — cuida pra mim? — disse pro barmen que assentiu pegando. — tira os seus também. — disse e esperou que eu tirasse. Tirei e ela entrou pro barmen.
— e se ele não devolver. — ela riu.
— meu irmão mata ele. — ela deve ser irmã de um dos ratos do Perigo.
Fomos dançar, Manu é muito legal e bem extrovertida e pela primeira vez na vida eu senti que tinha uma amiga.
Perigo me encarava sério na área VIP enquanto bebia e fumava. Seu olhar dizia pra mim parar mais quem sou eu? Um cachorrinho do dono do morro?
— que d***a, tem um cara que não para de me olhar. — falei parando de dançar.
— bom, com certeza é pra tu por que meu irmão não deixa nenhum cara colar o olho em mim, Deus o livre se alguém olhar pra mim, é dez tiro na cabeça e já era. — rimos.
Voltamos a dançar. Não sei oque pode dar se eu falar sobre o Perigo pra ela, vai saber se ela já não se envolveu com ele.
Logo sinto uma mão na minha cintura e um corpo na minha b***a. Tava um encaixe tão perfeito que eu nem dei bola pra quem poderia ser, deve ser Perigo mas ele é dez vezes o meu tamanho e outra que ele tem uma força do c*****o, com certeza ia me apertar fortemente e essa pessoa não fez isso. Era carinhosa, tudo que Perigo não é.
Mas o que era bom durou pouco. A pessoa atrás de mim parece que foi puxada brutalmente, me puxando junto. Manu que estava do meu lado arregalou os olhos e eu me virei dando de cara com Perigo. Ele segurava a camisa de um homem loiro, não era do morro e Perigo tava prestes a bater no menino.
— para ô, tá maluco?! — disse Manu, indignada.
— fica na tua Manuela! Que ir pra casa?! Não fode não p***a! — disse pra ela e a mesma revirou os olhos.
Perigo voltou a encarar o menino lá que se cagava de medo e as pessoas na volta tudo olhando.
Vergonha alheia.
— tu tá maluco cara! Não sabe das fita não?!Sabe oque eu faço com cara que nem tu que sai agarrando a mulher dos outros p***a?! — Perigo deu um soco na boca do moleque, eu tremi na hora sentindo a dor.
— Perigo para! — fui segurar o braço dele e ele sem querer acertou o meu rosto com o cotovelo me fazendo cair no chão.
— Luiza! — Manu correu até mim. As pessoas tudo olhando. Perigo me paga!
— SAI DO MEU MORRO FILHO DA p**a! TA DE LOROTA PRA CIMA DO CARA?! p***a! — empurrou o menino que saiu correndo pingando sangue pelo chão. — vamo as duas, ACABOU O SHOWZINHO! — puxou eu e Manu pelo braço e gritou.
Subimos pra área VIP, meu maxilar doía no lado esquerdo e isso me deixava p**a, além do meu braço que Perigo apertava com força de ódio, só por que o garoto tava dançando comigo o Perigo acha que tem que tá batendo nos outros por motivos bestas como esse, ele não manda em mim.
— qual foi piveta? — disse Mosquito pegando o meu rosto e vendo o mesmo com cuidado.
— Perigo, aquele i****a. — disse Manu me segurando.
— só tô cuidando do que é meu, só isso. — falou o mesmo atrás de mim e segurou o meu rosto pra ver onde doía. Mosquito negava me olhando e eu o olhei incrédula. — desculpa, da próxima vez tu não faz de novo. — olhei com muita raiva pra ele segurando o seu braço e tirando do meu rosto.
— da próxima vez? — empurrei ele. — tu não manda em mim, não é o meu pai e muito menos meu.. meu.. — namorado? Não! — não é nada meu! — Mosquito ria da minha impaciência.
— calma aí baixinha. — disse Mosquito.
— vamo vê então se eu não mato o primeiro que encosta em ti! — ameaçou de braços cruzados, só a pose dele já me deixava com medo. — experimenta pra tu ver do que eu sou capaz! Tá tirando comigo? Acha que tem conhecimento nos bagulho? Tá maluca o garota? — ele me encarava mas logo saiu pisando duro e desceu da área VIP passando o radinho pra alguém. Provavelmente vai m***r o cara lá.
— liga não, ele é estressadinho mesmo. — disse Manu que provavelmente é uma dos objetos dele.
Nos sentamos e Mosquito pegou dois copos com vodka e outra coisa dentro pra nós e um gelo pra mim por no rosto. Perigo me paga, eu vou fazer ele pagar, filho da p**a arrombado do c*****o.
— vamos se divertir por favor, eu tenho hora pra chegar em casa. — falou Manu, que pena.
— por que? — tirei o gelo do rosto pondo na mesa.
— eu acabei de voltar e meu pai também, ele tava em uma viagem mais é uma longa história deixa pra lá. — disse triste e feliz ao mesmo tempo.
— pode deixar que eu falo com o Fábio, vão lá rebolar. — afirmou Mosquito, deduzi que Fábio é o pai dela.
— valeu Mosquito. — se levantou. — vamos? f**a-se o Perigo, vamo pegar todo mundo, a boca é nossa mesmo. — Mosquito negou bebendo a sua bebida e nisso Manuela me puxou pelo meio das pessoas.
Ela estava super empolgada e foi me puxando lá pra baixo novamente. Começou a tocar um funkzão e nós duas descemos até o chão e rebolamos prós cara que tavam atrás da gente.
Logo sinto uma mão na minha cintura, aquele peso e força eu já senti antes e tava tão bom que eu não interferi e nem pretendia. Nem sei onde tava Manu, só sei que eu queria beber mais e beijar a boca do cara atrás de mim, seu p*u parecia me penetrar profundamente e eu tava doida com isso.
Logo me viro e dou de cara com um homem lindo só que eu não prestei atenção em quem era e o beijei com toda a minha vontade. Ele tinha gosto de maconha e vodka na boca e tava tão bom, eu tava muito louca, tava tonta e tava maravilhoso.
Sou uma p**a louca, s****a virgem.. e eu gosto disso.