4° capítulo

1369 Palavras
Perigo narrando Se eu falar que tô amarradinho na Luiza ninguém vai acreditar mas aquele corpinho perfeito dela me excita, me deixa maluco por ela. Mandei ela vir no baile, não via a hora dela chegar com aquela roupinha curta e apertada que eu mandei ela usar mas ela tava com outra que deixou ela muito mais gostosa e eu fiquei puto por que os meus rato tavam tudo olhando, parece que ela faz pra me provocar essa arrombada. Depois eu quis dar um sermão nela, não gostei da sua atitude no baile e nem sei por que mandei o Mosquito levar ela pro buraco na real, aí pensei que seria melhor falar com ela de manhã e avisei a mãe dela pra Luiza passar na boca assim que acordasse. Óbvio que eu quero aquela boquinha no meu p*u mas antes ela tem que aprender a me respeitar, eu que pago todas as calcinhas que ela usa, não tolero tanto desaforo. Tirei o celular dela, mais não mudou nada, depois quis que ela aparece na minha casa mais ela pega implicância com todo mundo e o que eu não admito de jeito nenhum é minhas putas se pegando no p*u por causa de mim, eu odeio isso e novamente.. Luiza conseguiu me tirar do sério. Me fingi de bêbado, ela ficou até com medo mas eu não ia fazer isso se não tivesse visto ela de quatro no meu quarto, mostrando uma calcinha preta, eu queria sentir aquela b***a quicando no meu p*u e saber que ela não resistiu e bateu uma pra mim, já é um ponto pro pai. Outro dia a gente se bate de novo e eu quero ver ela resistir e não me dá. — pensando em b****a meo? — disse Mosquito entrando na boca e me olhando. — te fude. — me levantei me espreguiçando. — as mina tudo fazendo fila aqui na porta pra dar pro dono do morro mais gostoso do mundo. — imitou voz de mulher e pareceu uma b******a. — tô afim hoje não. — ele me olhou paralisado de boca aberta. — qual é irmão? Se tu não que libera pra mim aí p***a. — dei de ombros. — vou na Luiza ver se aquela educação dela melhorou. — devolveu o celular da mina? — neguei pegando o mesmo do bolso e mostrando pra ele. — dou um iPhone 8 pra dondoca e ela vem com falta de educação pra cima do cara? Vo devolver não pô, se ela melhorar comigo eu até penso.. se ela der pra mim na real. — ele riu. — tem senha? — pior que eu nem vi isso. — claro né tio, celular de patricinha. — se não tivesse eu não queria ele vendo as fotos dela. Saio da boca, vou na Luiza ver a mãe dela mas quero mesmo é ver aquela boquinha que chupou o meu p*u bem gostosinho ontem. — ué, já vai Perigo? — disse uma das putas na porta da boca. — tô indo na Jaqueline. — Jaqueline é minha fiel, ela deixa eu comer quem eu quiser contanto que eu não troque ela, porém... As putas tudo tem medo dela. — ah, que pena. — elas tavam mó gostosas, que desperdício velho. Entro no meu carro mas não dou partida no mesmo, pego o celular da Luiza e entro direto na galeria. PORRA! A mina tira foto quase nua! Tem foto de calcinha em cima da cama, no espelho. Que delícia velho.  Que perfeição.  Que delícia.  Isso acaba comigo. Procuro por fotos dela nua mas não tem, se fosse o celular das minhas putas iam ter fotos das b****a delas. Enfim, vou pra casa da Luiza. — oi Perigo.. é, tudo bem? — quem me atendeu foi a mãe da Luiza, dona Paula. — eai, posso entrar? — ela pareceu ter medo mas abriu espaço na porta pra eu entrar. A casa era razoável, eu que dei mas também não daria nada caro e nem muito barato. Tinha uma tv enorme na sala e estava passando algum jornal. — pode sentar. — me sentei no sofá. — quer alguma coisa?.. uma água?.. café? — neguei de cabeça e peguei o meu celular. — mãe você viu?.. — olhei na direção do corredor e vi Luiza, de shortinho e um sutiã vermelho. — afe. — deu meia volta. — Luiza! Isso são modos? — me encostei no no sofá sorrindo de lado olhando aqueles p****s maravilhosos. — de oi pro Perigo! — ela sorriu falso e deu meia volta voltando pro quarto. — desculpa, eu não sei oque eu fiz pra ela ficar assim. — se sentou do meu lado. — ela fez alguma coisa? Por isso você tá aqui? — deixa que eu vou trocar umas fitas com ela. — me levantei seguindo pelo corredor e indo pro quarto da Luiza que deu pra saber qual era só pela cama bem na frente da porta com aquela roupa que ela usou no baile. — eai estressadinha. — ela me olhou, estava de costas colocando uma blusa. — oque tu quer? — aah aquela boquinha, perfeita, gostosa. — conversar ué, vim aqui pra tomar chá não. — fechei a porta e fui até a cama dela. — e o dinheiro? Gastou? — ela pegou as roupas em cima da cama e começou a guardar no guarda-roupas. — eu não fiz nada, pode pegar de volta, tá aí na gaveta. — que mina orgulhosa. — compra mais calcinha, vi que adora tirar foto com elas. — ela me olhou indignada e começou a ficar vermelha. — tu mexeu no meu celular, quem deixou? — ri e peguei o celular dela. — por que não tem senha e pra quem tu manda essas coisas? Tá loca? — ela respirou fundo. — por que ninguém mexe no meu celular! E eu mando pra quem eu quero! — disse rude vindo até mim e ficou no meio das minhas pernas tentando pegar o celular. — me dá Perigo! — me deitei na cama e ela subiu em cima de mim. — que me dá é só dizer. — falei pela posição que ela estava em cima de mim. — isso nunca vai acontecer! — saiu de cima de mim, me sentei. — por favor me devolve. — cruzou os braços. — ah a princesa tem modos. — ela revirou os olhos. Sua b*******a marcava no shortinho que ela usava e seus p****s saiam pra fora da blusa. — gostei da noite passada. — falei s****o analisando aquele corpinho delicioso, ela corou e eu sorri. — vamo de novo? — peguei na cintura dela mais ela tirou as minha mãos dali. — aquilo foi um erro e eu nunca mais vou fazer aquilo de novo! — abriu a gaveta do criado mudo e pegou o dinheiro que eu dei pra ela. — eu não quero o seu dinheiro, não sou nenhuma p**a pra ficar ganhando grama em troca de uma p*****a. — adoro essa marra dela. — mais eu te dei p***a, não quero de volta. — ela empurrou a grama no meu peito. — eu também não quero, se vira. — saiu até a porta. — só que você vai pegar! Eu te dei c*****o! — gritei e ela não abriu a porta. — não entendeu ainda que quem manda nessa m***a sou eu? — me levantei indo até ela. — pega essa m***a! Não ligo se tu vai gastar ou não, queima, joga fora, da pra sua mãe mais para de ser essa mina orgulhosa do c*****o p***a! — ela pegou o dinheiro com medo. — já pode ir. — apenas falou mas não saiu da porta. Dei um selinho nela e fiquei olhando a sua boquinha. — te espero no baile amanhã. — ela nem protestou, assim que eu gosto. Eu mando e ela faz. Saio da casa dela e dou partida pra casa da Jaqueline que era perto. Já que Luiza não vai me dar (e eu não tô afim de comer uma novinha a força, no caso ela) eu preciso me aliviar com quem me queira. E Jaqueline sempre tá afim de ganhar mais grana.
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