3° capítulo

1818 Palavras
Luiza narrando — oque foi? — cheguei em casa e minha mãe me abordou na sala. — filho da p**a, pegou o meu celular. — fui pra cozinha indignada. — tu não tem o direito de ficar brava Luiza! — revirei os olhos. Só oque me faltava ter que discutir com ela também. — como não mãe? — peguei uma barrinha de cereal de banana e abri pra comer. — tu parece o teu pai. — ih, começou. — sempre alterada e irritada. — revirei os olhos. — óbvio mãe, a gente foge do desconhecido, somos obrigadas a depender do dinheiro de um criminoso igual aquele arrombado do c*****o que roubou o meu celular. — provavelmente eu nunca mais vou tê-lo de volta. — para de ser mau agradecida por favor! — disse se irritando e tirando as coisas de cima da mesa. — vai passar fome por causa do orgulho? — não disse nada. — se é pra ser assim procura o teu pai, mora com ele, vocês dois vão se dar muito bem. Revirei os olhos e ela nem terminou de arrumar a mesa e saiu pisando duro. Eu não tenho que ficar tolerando isso. Não tenho. Já era de noite quando minha mãe saiu pra não sei aonde no asfalto e eu fiquei sozinha em casa fazendo nada por que não tinha celular nenhum pra mim. Alguém bate na porta e eu vou até lá abri-la, dando de cara com Mosquito. — afe, oque tu que? — revirei os olhos. — colo aqui às 22h. — olhei confusa pra ele. — Perigo mandou tu aparecer no churrasco lá, e quer que tu use alguma coisa igual aquela roupa do baile. — agora ele gosta daquela roupa? Ri. — eu não vou Mosquito. — ele deu de ombros. — é uma troca de favores. — se virou saindo. — como assim? — ele voltou. — ele te dá algo e em troca tu faz o que ele mandar. — ata, agora é assim. — qual é piveta, vai ser legal. — cruzei os braços pensando. — eu vou mais não quero ninguém encostando em mim.. muito menos ele. — ele levantou as mãos em forma de redenção. — dou a minha palavra que ninguém vai encostar em ti mais agora o Perigo.. aí eu já não posso afirmar nada, não. — afe. — fecho? — tá, tá bom. Tchau. — falei querendo não pensar nele. — não se atrasa não gata. — revirei os olhos e fechei a porta. Eram 20h, eu precisava ir rápido. Tomo um banho um pouco demorado e lavo o cabelo, depois coloco a seguinte roupa.  Não vou ir igual uma p**a produzida. Faço uma make não muito exagerada e coloco meus tênis esperando pelo Mosquito. Quando ele chega lembro que não avisei a minha mãe então deixo um bilhete colado na tv por que eu sei que ela gosta de olhar as tragédias que passa no jornal. — demora em. — entrei no carro e olhei pra ele séria. — é uma troca de favor, eu indo Perigo vai ter que me dar algo em troca. — ignorei o seu drama. — uma g****a na boca serve? — arregalei os olhos e olhei pra ele com medo. — credo, que nojo, não. — nojo não. — mano, todas dariam um rim só pra sentar colinho do Perigo e tu ai.. se negando pro dono do morro. — ri. — querido, rim custa muito caro pra um pedaço de carne igual a ele. — ele riu negando. Logo chegamos na casa do Perigo, era em lado do morro que eu nunca vim, a casa parecia uma mansão mas era apenas uma casa mesmo, linda e perfeita pra um dono do morro. — fica a vontade. — saímos do carro quando ele disse isso. Assenti e entramos na casa. Estava lotada e cheia de pessoas. Putas dançando com o pagode alto que tocava e muita gente se drogando pelos cantos. Além de ter pessoas se comendo ali mesmo. — vou avisar que tu chegou. — disse Mosquito no meu ouvido. — aham. — disse apenas e sai a procura de bebida. As piranhas tudo me olhava, sei lá, inveja não pode ser por que o tipo de roupa que eu tô usando provavelmente não é o tipinho delas. Vários ratos me comendo com os olhos e isso me intimidava. — tu que é a Luiza? — assenti fraco. Eram três putas com roupas curtas, elas pareciam três girafas de salto alto. — só por que tu tem esse corpinho perfeito não significa que tem que sair se oferendo pro Perigo. — corpinho perfeito? Me oferecendo pro Perigo? Ah elas acham que eu sou p**a? Tá maluco, eu? Nunca que eu ficaria com o Perigo! Nunca! — qual foi pô, tá tirando? — elas me olharam incrédulas. Que vontade de dar um bom soco na cara delas mas antes que isso pudesse acontecer, Perigo apareceu. — aqui não Valéria! — disse pra girafa do meio. Ela era a única que falava acho que é a "líder" delas. — você troca a gente por isso meu amor? — apontou pra mim toda. — troco, e daí, que se a minha dona agora? Qual foi Valéria? — ele cruzou os braços e olhou mortalmente pra ela que recuou e me olhou de cara f**a. — ainda não acabou! — falou pra mim e saiu junto com suas amigas. — segura melhor as tuas piranhas por que eu não gosto de ser comparada com um dos teus objetos. — falei pra ele p**a. — fala direito, eu odeio quando falam assim comigo! — dei de ombros. — quem fez questão de me ter aqui foi tu e tu já me conhece. — fui saindo mas ele me puxou. — eu mando nessa m***a Luiza, se eu mandar tu fazer tu faz! — apertou o meu braço. — tá avisada. — largou o mesmo com força e saiu. Lembrei que ele faz isso pra me deixar fraca e pela primeira vez na vida eu deixei de ouvir o meu orgulho, que gritou pra mim ir embora mas eu não iria dar esse gostinho pra ele. Procurei por bebida e bebi sozinha na cozinha por um bom tempo, depois eu lembrei que meu celular pode ta aqui. Fui até as escadas e subi lá pra cima procurando pelo quarto do Perigo e achei, tinha muita d***a em uma estante e uma bagunça enorme na cama. Roupas íntimas femininas pelo chão junto com notas de dinheiro, vai saber oque aconteceu aqui. Abro as gavetas procurando pelo meu celular mas só tinha dinheiro, drogas e armas, só isso que tinha por todos os lados. Me abaixo pra ver oque tinha embaixo da cama e nesse momento alguém abre a porta, me levanto rápido com medo. — gostosa. — oxê! Me levanto dando de cara com Perigo, ele estava tonto. — eu tava procurando o banheiro. — falei vendo ele vir até mim cambaleando. — já tô indo desculpa. — confesso que fiquei com medo dele, ele estava estranho. — fica aqui.. — agarrou a minha cintura. Eu nunca vou t*****r com ele.. se é isso que ele quer. Óbvio que é isso. — Perigo não! — ele mordeu o meu pescoço e logo depois apertou a minha b***a me prensando nele e me fazendo sentir o seu p*u duro. Nossa, era tão bom. — eu te quero muito c*****o. — ri. Sua voz saiu quase que num sussurro. — você tá bebado, eu vou chamar a Jaqueline. — ele me segurou quando eu tentei sair. — não, a Jaqueline não, eu quero tu p***a. — falou manhoso e tentou me beijar. — vamo fude, eu pago quanto tu quiser. — ri e empurrei ele fraco, ele pensa que pode me comprar. — não Perigo! Eu não sou um objeto seu! — ele se atirou na cama, seu p*u tava duro e ele pôs a mão ali. — pega o teu celular aqui então. — disse. Corri até ele e procurei com os olhos pra não ficar passando a mão no mesmo. — aonde? — ele bateu de leve na virilha. — não vou meter a mão aí. — pega logo ou eu nunca mais te devolvo. — fechei os olhos e meti a mão dentro da cueca dele, não tinha celular nenhum ali e quando eu fui puxar a minha mão de volta, ele não deixou. Ele segurou a minha mão e ainda por cima empurrou ela pro seu p*u. Uau! Que isso? — isso.. — gemeu e eu não resisti. Eu precisava continuar com a mão ali. Ele tirou a calça junto com a cueca e seu p*u pulou pra cima. Era duro, grande, grosso e perfeito. — por favor.. vai Luizinha.. me deixa goza na tua boca. — ele dizia deitado na cama sem me olhar. Fiz oque ele mandou, me agachei no meio das suas pernas e comecei os movimentos pra cima e pra baixo, ele gemia baixinho e se movimentava junto com a minha mão. Foram longos minutos fazendo aquilo, até ele se levantar da cama e segurar o p*u com uma mão e com a outra mão a minha boca aberta. — AAAH! — e ele gozou na minha boca, muitos jatos de p***a escorreram pelo meu queixo e ele pegou tudo colocando na minha boca novamente. — engoli tudinho. — disse s****o, eu nunca havia feito aquilo mas fiz oque ele mandou, engoli tudo. Era salgado, quente e grosso, porém tão bom. — eu tô morto. — colocou a roupa novamente e se atirou na cama. — vem cá. — agora eu saio de cena. — eu nem deveria ter feito isso, eu vou embora tá bom. — ele se sentou quando eu fui até a porta. — pelo menos leva isso. — tirou um bolo de dinheiro do bolso. — toda mulher que me faz gozar ganha algo em troca. É uma troca de favor. — ah ok, era essa troca que favor que o Mosquito falava. Eu fiquei pensando se deveria pegar ou não e nessa demora minha ele se levantou e veio até mim colocando o dinheiro dentro dos meus p****s. — se tiver próxima vez eu aumento as notas. — beijou minha boca e eu abri a porta do quarto saindo dali. Pego o dinheiro e vejo que são muitas notas, deveria ter quase 20 mil reais ali e tudo isso por causa de um b*****e? Agora sei por que as putas se matam pra tá com ele. Volto pra casa sozinha, minha mãe já estava dormindo e eu apenas me atiro na cama fechando os olhos. Eu não sou assim, nunca mais farei isso, essa não sou eu. Perigo é um cara i****a e não terá próxima vez. Eu juro que não terá. Porra, eu tô virando uma biscate.
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