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Sexy Angel [BL]

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Sinopse

Jeon Hajoon é um homem gay sul-coreano cujo a profissão é ser um acompanhante de luxo.

Sem tempo para o amor ㅡ como ele costuma pontuar ㅡ seu maior almejo é apenas concluir alguns sonhos e reencontrar uma pessoa especial que simplesmente sumiu de sua vida.

O medo do passado tenebroso em que viveu deveria lhe fazer um homem de coração frio, mas a realidade é completamente ao contrário disso. Sempre fugindo do amor, ele parece caminhar para mais perto a cada vez em que sente seu coração acelerar com um certo sorriso.

Jeon tinha sonhos, mas não o calor do amor. Entretanto, sua vida mudou de ponta-cabeça quando precisou atender um novo cliente no apartamento "Quinhentos e seis".

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Novo Cliente - Parte um
Enquanto Hajoon esperava calmamente o elevador chegar ao quinto andar, ele olhava sua imagem no espelho dali. Era um elevador completamente espelhado, o que lhe dava oportunidade de ver como sua roupa estava naquela hora. Seu celular que estava no bolso vibrou, era uma mensagem de seu amigo, Min Doyun, e ele perguntava onde estava o jantar que Hajoon havia feito. — Eu não fiz jantar algum, Doyun, estou trabalhando. E nem seis da tarde é ainda, levanta a b***a da cama e faça você mesmo. — mandou um áudio e ouviu o som do elevador indicando que havia chegado no andar desejado. Hajoon olhou ao redor, seu cliente havia marcado consigo às cinco da tarde e havia especificado qual o apartamento lhe esperaria. O garoto não gostava muito de atender a domicílio, muito menos atender clientes novos, mas a voz daquele em específico lhe chamou atenção durante a ligação, parecia tímido ao perguntar o valor que ele cobrava por duas horas e até mesmo perguntou se ele tinha problema com caras virgens. É claro que Hajoon logo sacou tudo, o homem era virgem, o que ele não gostava muito, mas Hajoon logo pôde imaginar a voz que lhe chamou atenção gemendo baixo e lhe pedindo calma, então isso lhe levou até ali. O celular vibrou outra vez. — p***a Hajoon, eu não sei nem esquentar água! — Doyun respondeu o áudio, o que fez Hajoon parar os passos e rir. — Problema seu. — foi a resposta que ele deu. Hajoon guardou o celular de volta em seu bolso e parou de frente ao apartamento quinhentos e seis. O garoto logo apertou a campainha, ajeitando a camisa escura de botões que usava. A porta abriu, e um par de olhos escuros e arregalados fitaram o mais alto. — Park WooBin? — Hajoon perguntou sorrindo ladino. A visão que tinha era de um garoto menor, mais gordinho e completamente lindo. Seus cabelos eram na cor rosa, mas estava quase num loiro. A boca rósea e farta lhe chamou atenção também, o homem teve pensamentos sórdidos com ela, não pôde evitar. O menor assentiu, piscando completamente perdido e olhando ao redor. — Pode entrar... — respondeu baixo dando passagem para o outro. Hajoon adentrou o lugar e notou a completa organização. O lugar tinha um cheiro forte de flores, ou o garoto tinha acabado de limpá-lo, ou aquele era o cheiro do tal Park. Hajoon ficou curioso, viu WooBin lhe encarar outra vez e então sorriu, o maior aproximou o corpo e prendeu-o devagar contra a porta, abaixando-se minimamente para ficar cara-a-cara. — Você é bonito. — Jeon falou e notou que o cheiro com certeza era do Park. Teve vontade de cheirá-lo no cangote, mas viu o modo em como as bochechas do menor corou, então não arriscou assustá-lo demais. — O pagamento? WooBin apontou para a mesa de sua sala e Hajoon seguiu com os olhos. Ergueu o corpo e caminhou até lá, contando as dezenas de notas ali, contando uma a uma até ter a certeza. — Há seis milhões e meio de won... — Park falou baixo se aproximando. — Há mais do que lhe falei — Jeon falou guardando as notas em seu bolso. — Por quê? — Porque preciso que você me ajude. Me ajude mesmo... — A perder a virgindade, sei... E onde quer que seja? — Jeon olhou outra vez ao redor. — No quarto? — C-Calma. Você quer beber algo primeiro? — WooBin aproximou-se e caminhou até a cozinha. — Um vinho? — Não bebo durante o trabalho. — Jeon falou calmo e apoiou-se na ilha que dividia até a cozinha. — mas fique à vontade. WooBin assentiu rápido, parecia mesmo nervoso. Jeon apenas apreciou a bela visão do garoto. Era realmente lindo, nunca havia visto ou atendido alguém tão belo. Ele usava um short justo o que deixava suas belas coxas e bumbum bem marcado. As roupas eram de marca, o que com certeza não surpreendeu a Hajoon já que todos - ou a maioria - de seus clientes eram ricos. WooBin bebeu ligeiramente uma taça de vinho completa e encheu outra. — Só não fique bêbado. — Jeon falou rindo. O Park olhou-o e assentiu. Jeon então caminhou até ele e parou ao seu lado. — Você realmente é muito bonito, como ainda é virgem? — perguntou abrindo devagar os botões de sua camisa. O Park encarou aquilo e sentiu seu coração acelerar. — M-Meu namorado não quer... — Oh. — aquilo pegou Jeon de surpresa. Como alguém poderia não querer f********o com aquele garoto? — Ele me parece um namorado r**m. — Ele não é... — WooBin respondeu encolhendo-se à medida que Jeon aproximou-se. A coxa do maior adentrou entre as suas quando seu corpo foi preso contra a ilha. — ele me pediu para fazer isso. — Ele te pediu para que fodesse com um garoto de programa? — Jeon perguntou retirando por fim sua camisa e dispondo-a sobre o mármore. — Ele irá nos ver fazendo ou irá querer um vídeo, ou coisa assim? — Não! Jiwa não é assim. Ele só não quer... fazer amor comigo assim. — Então deixe que eu faço no lugar dele. — Jeon sorriu sacana, encarando aqueles lábios e morrendo de vontade de beijá-los. Tinha a certeza que seria bom, mas o cheiro do vinho lhe atiçava mais. — Eu posso? — perguntou deslizando a mão pelo corpo de Park, tocando-lhe na lateral até chegar em sua mão e buscar a taça. WooBin suspirou com o toque, seu corpo tremia um pouco, seu nervosismo fazia aquilo. — O que quer fazer? — Vamos para o quarto. — O outro falou baixo, buscando a mão de Hajoon e puxando-o. Jeon passeou pelo pequeno apartamento e não pôde notar os brinquedos que havia no canto. Pareciam brinquedos de algum animal e ao julgar a caminha rosa que havia ao lado do sofá, ele teve quase a certeza. — Você tem um animal de estimação aqui? WooBin fechava a porta do quarto e olhou para Jeon que estava sem camisa e no meio do seu quarto. O homem apontava para outra pequena montanha de brinquedos ao lado da cama. — Ela não está aqui. — Ela? É um c****a? Uma gata? Desculpa, eu gosto de fazer perguntas. WooBin sorriu contido e assentiu. — É uma cadela... se chama Fluffy. — Fluffy. É fofo. — Jeon falou e viu Park assentir. Estavam agora em silêncio dentro daquele cômodo, e como Jeon sabia que era a primeira vez do outro, não retirou logo sua calça, mas abriu o primeiro botão. Aproximou-se outra vez, agora vendo os olhos que mais pareciam pidões encararem os seus, e aquilo fez Jeon sorrir outra vez. — Vamos com calma, tudo bem? — ele falou baixo e viu o outro assentiu. Jeon então abaixou-se um pouco, aproximando de WooBin devagar e se que obtivesse negativa, ele deixou o primeiro beijo sobre a pele do pescoço do outro. WooBin ainda tinha o corpo quieto, pensava em Park Jiwan a toda hora e mesmo que Jeon fosse gostoso a beça – uma opinião que ele obteve assim que abriu sua porta – ainda sentia que era como uma traição. Se Jiwan era seu namorado, por que ele teria que f********o com um garoto de programa primeiro e só então fazer amor com ele? Park não entendia... Arrepiou-se quando sentiu a língua quente e úmida de Jeon percorrer por sua pele e ofegou surpreso quando o maior tocou-lhe firmemente sobre a cintura. Por mais que em sua mente aquilo fosse um erro, era um erro dos bons. Covardemente WooBin sentiu-se quente, tocar-lhe no pescoço já era algo que lhe deixava bastante e******o, e o modo em como Jeon fazia era novo e muito, muito bom. Sentiu seu p*u fisgar, e gemeu quando o outro deslizou a mão e apertou-o sobre a carne da b***a. — Seu gemido é uma delícia. — Jeon falou subindo devagar com a boca ainda tocando a pele de Park e parou poucos centímetros da do outro. — consigo imaginar muitas coisas com você agora. — Vamos só... — O Park suspirou pesado quando Jeon lambeu de seu queixo até sua orelha, puxando o lóbulo entre os dentes. — Ao que interessa, eu preciso perder minha virgindade. — Você precisa... — Jeon chupou o lóbulo do outro outra vez e gemeu propositalmente baixo ali. — ou quer perder? — Não pode ser os dois? — WooBin perguntou, seus olhinhos voltando a fitar os de Jeon a sua frente. — Meu namorado é ativo, então eu tenho que ser passivo, mas eu nunca fiz algo assim. — Você não precisa ser passivo só porque o seu namorado quer. Você precisa fazer o que você quer. — Hajoon falou. Afastou-se minimamente, voltando a ficar completamente de pé e olhou de cima a baixo no outro. — eu não me importo nem um pouco se você quiser me f***r. É o meu trabalho, além do mais que... — e outra vez ele se aproximou, abaixando-se e covardemente deixando o selar ligeiro sobre a boca de WooBin, descendo sua mão pelo outro até tocar na ereção que WooBin visivelmente carregava e apertar seus dedos ali. — você é gostoso pra c*****o. WooBin gemeu alto, o que fez Hajoon sorrir. O maior não aguentou muito, seu próprio p*u já começa a doer dentro da cueca. Jeon sentia-se estranhamente atraído e e******o por WooBin e eles nem haviam se tocado ou falado coisas sujas ainda. Isso era raro de acontecer, talvez nunca sequer tivesse acontecido a ele. Mas geralmente eram os clientes que ditavam o que Jeon deveria fazer, ali era Jeon no comando, e talvez fosse isso que lhe deixasse diferente. Jeon buscou a mão de Park e repousou-a sobre sua ereção. Ele percebia que o garoto ainda se mantinha assustado demais, embora desse claros sinais de que gostava do que faziam. WooBin tocou o p*u de Hajoon com incerteza. Outra vez sua mente tentava alertar que aquilo ainda era traição, e mesmo que Jiwan soubesse, era traição consigo mesmo. Jeon puxou-o para a cama, não aguentando mais sentir seu próprio p*u latejar. Os olhos do Park ainda observavam tudo com muito cuidado e faltaram sair da caixa quando Hajoon abaixou devagar o short que ele usava. O sorri sacana do Jeon aumentou. Ele sentiu a boca salivar e não demorou a tocar o p*u mediano que estava agora coberto apenas pelo tecido fino da cueca preta que WooBin usava. — Tudo bem? — Jeon teve o prazer de perguntar antes de simplesmente retirá-la. Park demorou, estava numa briga interna consigo mesmo, mas lembrou de Jiwan e que aquilo era mais por ele do que por si mesmo e assim assentiu. — eu vou te tocar com a boca, ok? Jeon nunca avisava, realmente estava se preocupando além do que deveria, mas era a primeira vez do garoto, o que podia fazer além de deixar aquilo um pouco mais legal? Ele retirou o tecido devagar e mesmo que as bochechas do Park voltassem a ficar rubras outra vez, ele não tentou pará-lo. O tecido passou com facilidade pelas coxas e foi apenas deslizou para os calcanhares. Jeon o recolheu e olhou outra vez para WooBin. O p*u tão rosa quanto os lábios era realmente bonito, mas o maior apenas parecia preocupado em como o outro estava se sentindo. Buscou entre os dedos e acariciou o m****o com delicadeza. Havia um pontinho de luz no início, uma gota de pré-g**o devido à situação de excitação que WooBin estava e aquilo fez Jeon ficar admirado. Outra vez sua boca salivou, então ele se aproximou, e tentou ser calmo. A ponta de sua língua tocou o outro e ouvindo o ofego surpreso do Park e seus olhos dobrarem de tamanho, Jeon sentiu seu gosto. Ele riu outra vez, é claro que riu. Com o p*u do outro sendo tocado pela ponta da sua língua, ele riu encarando Park antes de deixar que o som da primeira chupada sobre a glande se espalhasse no ar. Jeon esperou um pouco e passeou a língua pelos lábios. Segurava firme o outro ainda, mas tudo o que queria era voltar a chupa-lo e começar a fazer o que melhor fazia na vida. WooBin não relutou quando ele o chupou na glande outra vez, mas arqueou as costas quando Jeon enfim pôs-lhe na boca por completo. Jeon continuou seu trabalho, que por sua vez lhe dava prazer a beça. Chupava o p*u róseo do outro com virtuosidade. Descia com força e voltava devagar, espalhando sua saliva com o gosto do outro que sempre aparecia ao retornar para o início. Jeon moveu os dedos que seguravam Park e masturbou-o, sentindo Park apertar as coxas quando apenas sua língua deixava pinceladas sobre a f***a, enquanto seus dedos aumentavam a velocidade. — Você quer gozar? — Jeon perguntou rouco. WooBin assentiu em silêncio e rápido, o que deixou Jeon contente. Seus olhos miraram o p*u de WooBin completamente babado e sujo, e Jeon sentiu o desejo de tê-lo dentro de si. Ele amava f***r, isso era bem notório. Sua profissão era aquilo, por mais que tivesse outros sonhos futuros também. Não ligava nem um pouco em ficar entre "ser fodido ou f***r alguém", mas ele sentiu a curiosidade de ser fodido por Park no mesmo nível em que seu p*u já pulsava quando se imaginava dentro do outro. Pensou que, após f***r Park, talvez conseguisse fazer com que ele lhe fodesse e assim além de resolver o "problema" do outro, ainda lhe mostraria o outro lado do sexo e sentiria-o dentro de si. Pensava realmente em como convencer Park de também lhe f***r, mas foi surpreendido quando o outro explodiu em sua boca. Jeon até mesmo se assustou, geralmente - ou sempre - seus clientes tinham que usar camisinha até mesmo no sexo oral, mas o que havia acontecido com ele ali para esquecer completamente de mandar Park se proteger e também o proteger? Foi t**o, é claro. O Park era bonitinho, parecia rico e que se cuidava bem, mas isso não garantia nada, Jeon teria que ir ao médico como sempre fazia depois de um deslize, para saber que tudo ainda estava bem com sua saúde. Park ofegou, cobrindo a boca com o também susto. Jeon se ergueu com sua boca lotada de p***a, e olhou-o. Não engoliria, é claro. Então desviou o olhar do Park para o lado, onde havia uma porta aberta e logo notou o banheiro. Caminhou devagar e pleno até a pia dali e debruçou-se para cuspir sem muito alarde. Por mais errado que tivesse sido seu ato, cuspir a p***a de alguém com força e – talvez nojo – não era algo muito legal. Lavou a boca e voltou, abaixando a calça para enfim f***r Park, mas ouviu a voz baixa do outro ressoar. — Eu acho que... não vou conseguir. Jeon olhou para WooBin e franziu o cenho. Preocupado com o garoto e com a sua excelência em fazer o que gosta, perguntou: — Eu fiz algo que te incomodou? — Não, não é isso. — WooBin riu com as bochechas ainda coradas e abaixou o olhar. Ele cobria seu p*u recém-gozado e ainda duro debaixo da camisa clara que usava. — É só que... foi muito bom, muito mesmo. — olhou para Jeon. — mas eu não quero sentir essas sensações com um... — Park procurou as palavras corretas para usar, mas não achou. — Um garoto de programa, eu sei. — Jeon falou calmo e riu. — é um decisão difícil mesmo, e por mais que eu fosse te dar prazer, você quer sentir isso com alguém que você goste. — Isso, é exatamente isso. — ele disse um tanto cabisbaixo. — Tem que ser com o Jiwan... — Bom, você que sabe. Eu não trabalho com devoluções, ainda temos mais uma hora e meia paga, tem certeza que não quer nada? — Tudo bem, você pode ficar com o pagamento, eu não tenho culpa de ser um medroso. Eu só quero fazer tudo certinho... — Eu sei. — Jeon riu. Já deveria estar de pé e saindo dali, mas continuava com o outro semi nu, sentado na cama. — Você quer jogar cartas? Conversar? Alguma coisa assim. É sério, a gente pode fazer qualquer outra coisa por uma hora e meia. — Você joga cartas com os seus clientes? — Park não resistiu e perguntou, uma risada fofa acompanhava a pergunta. — Na verdade, sim. — Mesmo? — Uhum, pessoas me procuram para f***r, mas às vezes só querem conversar e acham que eu sou um amigo próximo, entende? — Poxa, deve ser frustrante... — Eu acho que sim, mas eu não ligo muito. Além de receber, eu não sou obrigatoriamente lembrado apenas por causa do sexo, não que isso seja um problema. — Você... Você já fez isso com muitas pessoas? — Talvez você não acredite, mas não. Em vinte e seis anos de vida e em cinco como garoto de programa, eu transei com nove pessoas. Você iria ser a décima. — Poxa, seria tipo um marco na sua profissão. — Park riu outra vez e Jeon reparou em como os seus olhos fechavam e faltavam sumir quando ele fazia. — Bom, mas eu não quero ser mais frustrante pra você do que já estou sendo. Só me desculpa por isso, eu não queria- — Tudo bem. — Jeon interrompeu-o e se ergueu. — eu vou indo então. WooBin assentiu, ergueu-se também, mas buscou a cueca que Jeon havia tirado de si para vestir outra vez antes de levá-lo até a porta. Caminharam juntos e em silêncio até lá, o que durou talvez cinco segundos já que a distância era pouca. WooBin abriu a porta para que Jeon saísse e despediu-se. — Até mais? — Jeon riu ao olhá-lo. — Talvez, mas eu realmente espero que não. — Park respondeu. — quer dizer, não assim, sabe? Você como... sabe? — Sei. — Jeon respondeu-o e o fez rir, o que outra vez lhe chamou atenção e foi o estopim para o que Jeon fez logo a seguir. O Park surpreendeu-se quando os lábios do outro outra vez voltaram-se para os seus e ainda assustado, sentiu o selar longo que Jeon lhe dava. Havia motivos para Jeon o fazer? Claramente não, mas ele não resistiu. — Até mais. — e o maior disse antes de dar as costas e ir.

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