O primeiro dia sem alerta vermelho chegou como uma brisa morna após meses de tempestade. A Diniz Corporation finalmente respirava. Ameaças externas haviam sido neutralizadas, reputações restauradas e aliados fortalecidos. Mas Karen sabia que reconstruir não significava recuar. Significava olhar para os escombros e decidir o que fazer com cada tijolo: jogá-lo fora ou usá-lo como base para algo ainda mais grandioso. O prédio sede voltou a pulsar com energia. Os corredores estavam mais iluminados, os funcionários mais confiantes, e a sensação de alívio era palpável. Mesmo assim, havia uma tensão invisível no ar — não de medo, mas de atenção. Todos sabiam que o que havia sido construído ali era precioso demais para ser negligenciado. Karen chegou ao escritório naquela manhã cedo, como de cos

