Cecilia Gonçalves.
Vejo ele jogar a cabeça para trás de olhos fechados e apertando as minhas mãos, suspiro sorrindo de lado. E p***a, até eu fiquei surpresa comigo mesma. Eu sempre demonstrei para os caras quando eu queria t*****r com ele, mas nunca em palavras, mas sim em gestos.
Até por que eu era envergonhada demais para falar com palavras, mas agora eu fiquei bem surpresa comigo, ainda mais por falar aquilo de uma forma natural.
— Eu não vou t*****r com você nesse carro.
Suspiro fundo desviando os meus olhos dele, fazendo uma careta, sentindo ele me olhar me olhar ainda com a cabeça jogada para trás. E não era nada legal saber que uma pessoa que você quer t*****r não que a mesma coisa com você.
— Não fica pensando muito, você sabe que eu também quero, mas você merece muito mais do que uma transa dentro de um carro e na frente da sua casa. — ele empurra meu ombro de leve para eu olhar para ele, e vejo aquele sorriso de canto fazendo eu suspirar e me encostar no volante enquanto ainda estávamos da mãos dadas.
Vejo ele suspirar olhando para o meu corpo e eu faço o mesmo com ele, já sentindo o fogo subir novamente pelo meu corpo vendo a marcação na sua bermuda, e ele estava bem.... e******o. Olho para o rosto dele com os olhos arregalados vendo ele me olhar e rir se desencostando do banco me dando um selinho de leve fazendo eu sorrir voltando a me sentar normal no seu colo, passando meus braços pelo seu pescoço ficando com o rosto bem próximo do dele.
Olho para a sua boca vermelha e depois para os olhos dele.
— Você tem olhos lindos... são tão escuros. — Nós rimos juntos no final enquanto eu passava meu indicador da mão direita por baixo dos olhos dele aonde havia pequenas olheiras.
— Meu pai fala que os meus olhos são iguais aos da minha mãe, qualquer dia desses eu te mostro uma foto dela. — Ele dá um sorriso triste no final mas logo suspira fundo. — Eu gosto dos seus olhos, ele são de um azul lindo, e combina bastante com você. — Dou um sorriso de leve sentindo as minhas bochechas quentes, e o jeito que ele elogiava aumentava a autoestima de qualquer um, parecia que ele falava com o coração.
— Obrigado.
— Gosto dos seus cabelos também, ele é cheiroso pra c*****o. — ele passa o nariz de leve pelo meu pescoço e afunda o rosto nos meus cabelos suspirando me deixando completamente arrepiada e fazendo eu rir de leve e depois suspirar.
— Zeus, você não está me ajudando nenhum pouco. — Falo baixinho passando os meus dedos pelo seu cabelo e ele se distancia do meu pescoço depois de suspirar mais uma vez e me olhar por um tempo.
Nós ficamos naquela troca de olhares por alguns minutos, eu não conseguia desviar os olhos dele, sabe, era como se a gente estivesse ligado um no outro. Era uma completa doideira. Suspiro depois de um tempo e vejo ele sorrir ainda me olhando, ele desvia o olhar dos meus olhos para a minha cintura que ainda estava com o vestido dobrado ali.
Ele leva a mão até ele e tenta arrumar, fico de joelhos no banco e ele puxa o vestido para baixo arrumando ele direito e depois sobe a mão pela minha cintura até a alça do vestido arrumando também, dou um sorriso e me sento no colo dele enquanto ele ainda arrumava meu vestido. Ele dá um beijo no meu ombro e sorri de leve me olhando.
— Acho que já está tarde, é melhor eu entrar. — suspiro de leve deixando claro que eu nem queria sair dali.
Vejo ele suspirar e passar os braços pela minha cintura me olhando e sorrindo de leve.
— Não queria que tu fosse não, mas está tarde mesmo, e você trabalha amanhã né? — eu assinto de leve passando a minha mão pelo rosto dele. — Eu gostei para caramba de hoje, e nós vamos sair novamente, ta bom? — ele fala e eu concordo sorrindo e olhando para a boca dele enquanto ele falava e vejo ele sorrir já sentindo a respiração dele bater no meu rosto e fecho os olhos.
Ele me dá um selinho de leve e morde a minha boca e eu abro ela de leve sentindo ele colocar a língua dele dentro da minha boca, chupo sua língua de leve e ele me aperta e eu aperto seus cabelos.
Mordo seu lábio inferior puxando para mim e abro meus olhos deixando ele cerrados, vendo o dele do mesmo jeito, dou um selinho nele e ele sorri.
— Até amanhã, se eu for te ver amanhã. — falo baixinho por causa da nossa pequena distância e ele sorri me dando outro selinho e me puxando mais para ele.
— Você vai. — Ele fala enquanto me dava alguns beijos na bochecha.
Dou um sorriso de leve abrindo a porta do motorista e saindo vendo ele me olhar por completo e puxa o meu vestido para baixo me ajudando a arrumar a barra que ainda estava meio dobrada e torta.
Olho para os lados vendo a rua totalmente deserta, dou outro selinho nele e vou até o portão abrindo o mesmo com a minha chave.