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1506 Palavras
Heitor Lins — E então depois que a mãe dela faleceu, eu e a minha mãe ajudamos ela, eu contratei ela para a loja, mas mesmo assim ela se dobra toda para dar uma vida boa para o Arthur. — ela termina de resumir a história de como ela e a Heloísa se conheceram, e eu vejo um sorriso no rosto dela enquanto ela olhava para o banco da praça. Nós estávamos aqui há um tempo, depois que a pizzaria fechou nós viemos para a praça, e estava deserto, não tinha ninguém mas de hora em hora passava os vapores vigiando o morro. — c*****o, ela passou por um monte de coisas. — eu não conversava com a menina não, mas já a admirava pra caramba, passar por um monte de coisa praticamente sozinha e continuar de pé não é pra qualquer um não. Ainda mais grávida, de um filho da p**a doador de esperma que sumiu no mundo, p***a deveria ser f**a pra c*****o. — É, ela passou mesmo por muitas coisas, e eu admiro ela, sempre admirei ela. — ela me olha rápido e eu vejo seus olhos brilhando de orgulho e admiração. — Ela tem sorte de ter você na vida dela. — falo e ela dá uma risadinha baixa olhando para o céu e logo volta a me olhar. — Não... sou eu que tenho sorte de ter ela na minha vida, ela me ajuda e ajudou muito, nas minhas crises de ansiedade, nos meus surtos... eu tenho sorte de ter ela na minha vida. — ela fala me olhando e eu dou um sorriso de lado. E eu queria pra c*****o perguntar sobre as crises que ela tinha sabe, perguntar do por que ela tem, e se é que tem um motivo, mas eu não queria estragar a noite dela. Eu sabia que se eu perguntasse ela iria ficar na dela, pensativa, triste. E eu não queria isso, eu gosto do jeito que ela está comigo, assim falando tudo do que ela gosta e também do que não gosta, falando sobre a vida dela, percebo que estava a muito tempo olhando para ela enquanto pensava e vejo suas bochechas ficarem vermelhas, mas ela ainda continua me olhando. Aproximo meu rosto para perto dela sentindo a respiração gelada dela no meu rosto fazendo eu me arrepiar e fechar os olhos apreciando aquela sensação. Mordo o lábio inferior dela sentindo sua mão ir para os meus cabelos. Enfio a minha língua bem devagar dentro da sua boca escutando um murmúrio de satisfação, levo a minha mão até a cintura dela apertando de leve e chupando sua língua devagar, mas ao mesmo tempo forte sentindo ela apertar o meu cabelo suspirando e nos separando. Abro os meus olhos vendo ela abrir os dela e eu suspiro vendo suas pupilas dilatadas. Vejo ela estremecer quando o vento gelado bate em nós, seguro sua mão que estava gelada pra c*****o. Minha menina sempre teve as mãos geladas. — Vamos, vou te levar pra casa, está frio e tarde. — levanto devagar puxando ela para se levantar vendo ela revirar os olhos e rir de leve e então fomos andando até o carro que estava do outro lado da praça. [...] — Eu amei demais o passeio Zeus... de verdade eu amei a nossa noite. — ela fala soltando o cinto assim que parei o carro na frente da sua casa e eu dou um sorriso grande olhando para ela. Seguro a mão dela puxando ela para o meu colo e ela vem sem falar absolutamente nada e sorri me olhando. Sinto ela se arrumar no meu colo, deixando os joelhos um de cada lado das minhas pernas. Passo os meus braços pela cintura dela subindo uma das mãos pelas suas costas até a sua nuca puxando seus cabelos de leve vendo ela jogar a cabeça para trás me dando acesso livre ao seu pescoço. Inclino a minha cabeça para frente e desço até o seu pescoço passando a ponta do meu nariz pelo seu pescoço sentindo o perfume dela. Porra.... E só de sentir o cheiro dela... p**a que pariu. — Você gostou? — falo passando o meu nariz pela lateral do seu pescoço bem embaixo da sua orelha sentindo ela se arrepiar e se mexer no meu colo, e suspirar sentindo a minha ereção tocar nela. Porra.... — Eu amei o nosso passeio. — ela suspira baixinho. — Eu também amei nossa noite. — sussuro no seu ouvido e ela estremece de leve. Chupo a pontinha da sua orelha e ela leva os braços pelo meu pescoço me abraçando e apertando os meus cabelos. Ela volta a cabeça para o lugar buscando a minha boca em um beijo ardente e desesperado, sinto sua língua se enroscar com a minha enquanto ela passava as unhas pelo meu pescoço fazendo eu me arrepiar. Desço a minha mão que estava no seu pescoço para a sua b***a apertando forte enquanto chupava sua língua e escuto o seu gemido baixo. Forço sua cintura para baixo sentindo a minha ereção roçar nela. — Ah, Zeus. — ela arfa nos separando e deitando a cabeça no meu ombro e eu sinto ela rebolar forte enquanto ainda forçava sua cintura para baixo. Gemo de boca fechada sentindo a fricção aumentar e p**a que pariu eu podia gozar apenas daquela forma. Me arrepio de imediato quando sinto sua boca encostar no meu pescoço, sinto ela beijar ali de leve e sinto a ponta da sua língua fazer pequenos círculos ali enquanto chupava a pele me fazendo delirar. E a Cecília que estava me deixando completamente doido. Ela se ajoelha no banco ainda na mesma posição, lambendo, mordendo e chupando o meu pescoço. Sinto seu vestido subir um pouco e eu levo as minhas mãos até sua coxa apertando forte sentindo ela suspirar e gemer no meu pescoço. Subo minhas mãos pela lateral das suas coxas por baixo do vestido sentindo a pele dela macia nas minhas mãos. Assim que o vestido já está na altura da cintura passo as minhas mãos pela sua cintura subindo pelas costas por dentro do vestido e a outra mão eu aperto a sua b***a sentindo a renda nos meus dedos. Busco a boca dela e mordo seu lábio inferior passando minha mão pela sua b***a por baixo da renda pequena escutando ela suspirar. — Zeus.... Ela abre os olhos me olhando, p***a, senti os pelos do meu corpo se arrepiarem. Negócio doido, era uma conexão f**a. Dou um selinho na sua boca e depois mordo seu queixo de leve ainda olhando para ela que estava com a respiração ofegante e a boca entre aberta. Levo a minha mão que estava dentro do vestido dela até as suas costas sentindo sua pele macia se arrepiar ainda mais. Subo a mão até a lateral dos seus s***s e vejo ela suspirar fechando os olhos enquanto voltava a sentar no meu colo, passo minha mão pela lateral do seu seio sem tocar em momento algum do seu mamilo. Olho para o seu peito por cima do vestido vendo os m*****s duros e excitados, bem redondinhos coberto pelo pano fino do vestido. Porra... Levo a minha boca até seu seio e beijo ele por cima do vestido sentindo a Cecília agarrar no meu cabelo enquanto gemia, me afasto só um pouco vendo seu mamilo ainda mais duro. Com a minha mão que ainda estava por baixo do seu vestido levo meu polegar até o seu mamilo contornando ele em volta. Esfrego meu dedo de leve por cima e olho para cima vendo o rosto da Cecília vermelho, sua respiração estava pesada e ela mordia os lábios, que visão maravilhosa meus amigos, que visao. Aperto um pouco mais forte seu mamilo com o meu polegar e o indicador ainda olhando para ela que solta o lábio inferior gemendo leve e se mexe no meu colo. Suspiro fundo sentindo meu p*u doer de tão duro que estava. Porra... Era a minha menina ali, gemendo e rebolando bem em cima do meu p*u, não tinha como não ficar nervoso pô. Tiro a minha mão de dentro do vestido dela descendo pela sua coxa e faço a mesma coisa com a outra mão. Aperto de leve sua coxa beijando seu pescoço devagar depois me distancio dela vendo ela me olhar de cenho franzido. — O que houve? Por que você parou? — a voz dela estava bem ofegante, e dava até um negócio na barriga, observo o seu rosto vermelho e com algumas gotas de suor e seu cabelo bagunçado de eu puxar ele. — Nós não vamos t*****r dentro de um carro, ainda mais na frente da sua casa. — Vejo ela revirar os olhos e relaxar o corpo e depois me olhar com tédio e pegar a minha mão intercalando os nossos dedos. — Mas eu quero t*****r com você. — ela fala e sua bochechas ficam vermelhas. Sinto meu p*u pulsar e ela faz questão de rebolar em cima dele para provocar.
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