Capítulo 17 Į V A N. C Z A R

1258 Palavras
"Vale a pena buscar aquilo que não tem em algo não duradouro?" Ivan Czar *** Busquei tentar me acalmar, mas os últimos acontecimentos não me deixaram esquecer. Encontrei com Natasha nos corredores, tivemos uma troca de palavras apenas e como sempre ela deu um jeito de fugir. Estava de olho em seus passos desde a nossa última conversa, me surpreendi por não ter encontrado nada a seu respeito, apenas que dividia um apartamento na ala mais pobre de Moscou, discreto e simples. Porém, suas saídas sem avisos prévios estava ficando irritante, principalmente quando minhas abordagens sempre levavam as mentiras ou desculpas adiando as conversas. Ela é misteriosa. Tomei outro gole deixando a garrafa vazia no chão. Quero muito apagar o que sinto por Natasha, essa atração descabida só poderia ser o desejo de a ter por uma noite e nada a mais. Talvez seja isso! Peguei outra garrafa me recriminando por estar alimentando meus vícios, abri o lacre com meu canivete suíço e tirei a rolha que fez um barulho prazeroso. Suspirei e decidi descer, talvez quem sabe encontro por Natasha e resolvo nosso impasse de vez. Então caminhei cambaleante até às escadarias, quando dei o primeiro passo, mãos femininas agarraram minha cintura. — Cuidado! O senhor quase caiu, patrão. — Margarida ainda não tinha partido? Senti que ela me puxava de volta para trás, me deixei guiar. — O senhor bebeu? — Sua voz parecia distorcida, mais suave ou a bebida já tinha consumido meus neurônios de vez. — Bebi… Não. — Neguei diante de seus risos, ela estava se divertindo com a situação, um sorriso lindo de se ver. — Você é bela! — Acariciei o rosto macio de Margarida que fechou os olhos. Tomei coragem e puxei seu corpo para mais perto, queria aproveitar este momento, poder me aliviar de toda essa tensão. — Patrão? — Silêncio. — Coloquei meu dedo sobre seus lábios, ela ficou quieta como eu queria. Então prendeu seu corpo contra a parede mais próxima e segurei seu pescoço, senti todas as suas sensações, os lábios trêmulos, a sua entrega ao beijo e até mesmo seus gestos tímidos. — Você é uma delícia. — Puxei suas pernas para se enrolar em volta de minha cintura. Caminhei com ela no meu colo indo diretamente para o quarto mais próximo, abri a porta com urgência e então nos vimos sozinhos. — Patrão, a gente não pode. — Tomei os lábios dela para mim, Margarida cedeu como da outra vez, me senti vitorioso a sua entrega por mim. Deitei seu corpo na cama e comecei a erguer seu vestido, ela estava seminua em minha frente, tirei minhas roupas e então subi na cama. — Eu quero você. Só vamos aproveitar apenas esta noite e acabou! — Ela concordou balançando a cabeça. Cedendo o espaço por entre suas pernas, me posicionei sobre seu corpo na levemente inclinado para trás, deslizei meus dedos em suas costas retirando o sutiã, os s***s eram pequenos com b***s rosados. Abocanhei um enquanto ela gemia por baixo de mim, posicionei sua calcinha para o lado e coloquei meu m****o em sua entrada. Abafar seus gemidos com meus lábios e entrei nela de uma vez, Margarida gritou arranhando minhas costas, então comecei as investidas. Peguei seu corpo, colocando suas pernas apoiadas em meus antebraços. Ficando de pé com ela e movimentei com força, entrando em sua b****a escorregadia, Margarida gemia muito o que me deixava ainda mais duro, os barulhos de nossos sexos se colidindo era maravilhoso, suas pernas tremiam conforme alcançava um novo orgasmo. Meus músculos ardiam, mas queria me acabar dentro dela, batendo com mais força, indo mais fundo, ouvindo seus choramingos, estava tudo maravilhoso quando a porta foi aberta por Natasha. Rapidamente desci Margarida do colo que correu para pegar suas peças de roupas, ela estava com vergonha do flagra, pediu licença para nós e saiu apressada. — O que foi isto? — Ela estava irritada. — Sexo. — Respondi seco. — E faz assim sem sentir culpa? Porque pelo o que eu sei, estava atraído por mim! — Suas palavras de mágoa me atingiram. — Você vive fugindo de Natasha. Sou homem, tenho minhas necessidades. — Ela parecia incrédula com o que disse, seus olhos foram direto para meu m****o e depois se perderam em meus olhos. — Você é um i****a isso sim! — Natasha estava pronta para cruzar a porta, segurei seu pulso a puxando com força, empurrei ela até a cama e segurei seus pulsos com certa força. — E você uma mimada, fujona. — Mordi seu lábio inferior sentindo ela tremer com o toque. — Ivan, não! — Fechou os olhos quando rocei meus lábios em sua pele exposta da clavícula. Quero ela para mim, tomar seu corpo, me consumir de verdade, t*****r a noite inteira se for preciso. Tentar entender esse elo que cultivamos um pelo outro, dei atenção aos seus lábios e então nossas posições se inverteram, Natasha subiu em cima retirando seu babydoll, os s***s médios caíram de forma sexy diante de meus olhos, segurei seu corpo e tomei os m*****s, sugando faminto. Seus gemidos eram únicos, diferentes de todos que já ouvi, era baixo e rouco, enlouquecedor. Deixei que ela sentasse sobre mim, movimentando seu quadril, fogosa. Meus gemidos se misturam com os dela, então segurei suas nádegas parando os movimentos de cavalgadas, iniciei os meus de forma rápida e forte. Natasha delirou se derramando com minhas investidas, então forcei ir mais fundo de forma gostosa, estava quase no meu limite. Com um gemido gutural, deixei os jatos preencher sua b****a deliciosa. Ela também tremeu clamando meu nome, caindo deitada em meu colo, ambos ofegantes. — Porque foges de mim? — Eu não sei, talvez por medo. — Era doloroso ouvir, mas necessário. — nunca faria m*l algum a você. — Disse a verdade enquanto acariciava seus cabelos. — Você não sabe, como poderia afirmar isto? — Uma parte de mim odiava suas palavras, mas ela tinha razão. Faz alguns dias que sempre estou agindo por impulso, mas não consigo me controlar. Mas não seria toda a verdade da história, Natasha esconde algo de mim. Tendo encontros escondidos em lugares estratégicos, talvez seja só um ficante, mas pensar em outro homem tomando o que acabei de tomar era motivos de acabar matando alguém. — Talvez não devêssemos nos iludir. — Levantei ficando sentado na cama. Ela fez o mesmo, mas estava instável quanto fiquei dias atrás. Suas emoções estavam sendo sufocantes, esfreguei as mãos no rosto sentindo ela se levantar. — É o melhor que fazemos Ivan, eu não posso te dar o que me pede. Queria ter esse poder, mas não posso! E novamente, por incrível que pareça, voltamos para o início. Natasha saiu pegando suas coisas, deixando o vazio me consumir. Fiquei um bom tempo na mesma posição tentando processar suas palavras, ela tem atração por mim, porém havia algo a impedindo de qualquer envolvimento comigo e isso estava me deixando louco. Notei uma peça jogada no chão, era uma calcinha branca de renda, apanhei o tecido sabendo de quem se tratava, então levei ao nariz para sentir o aroma de sua dona. Coloquei minhas roupas e então segui de volta para o quarto com o sentimento de culpa e arrependimentos, extravasar meus desejos e o autocontrole foi para o lixo. Transei com duas mulheres em uma única noite, me senti o homem mais miserável do mundo por isto. Principalmente por sentir que Natasha era mais do que uma f**a, ela era perfeita em todos os sentidos.
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