Capitulo 5.

2033 Palavras
Paola. Não estou me reconhecendo, aquele italiano gostoso, está o tempo todo em meus pensamentos. Meus alunos chegaram a perguntar se eu estou bem. Preciso concentrar mais. Só de pensar que talvez o veja hoje à noite, já estou ansiosa. Término as minhas aulas e sigo para casa, no caminho vou parando e conversando com os moradores, amigos do bairro. Conheço quase todo mundo, cresci aqui. O bom disso é que nesse bairro tem muita gente de caráter e prontos para ajudar o próximo, sem contar que todo mundo se conhece. Sem poder mais enrolar dou uma resposta para o italiano gato, eu digito. Eu: Oi! A resposta vem num flash. Luigi: Oi, me passa o seu endereço. Ele nem pergunta se eu vou poder, já vai dando ordens. Eu: Eu não falei que vou! Luigi: Eu sei que sim, manda sereia. Estou louco para estar com você. Eu concordo e mando o endereço com alguns pontos de referências. Ele me diz que passa em casa ás 19h30min. Apresso-me, preciso de um banho e alguns cuidados pessoais. Chego a minha casa, meus avós estão vendo TV, aviso que vou tomar um banho e sair. Meu avô me toma, quer saber com quem eu rio. Eles me tratam como se eu fosse uma adolescente. ─ Fica tranquilo vô, é só uma saída para comer algo. Eu volto cedo. ─ Falo e sigo para o meu quarto. Tomo banho dou uma hidratada em meu cabelo. Por ser loiro e por estar sempre em contato com o sal do mar, precisa de cuidados. No guarda roupa, escolho um vestido verde água com estampas bege, e calço uma sandália plataforma bege. Faço uma maquiagem leve, uso um batom nude borrifo meu perfume floral. Meu celular vibra e na tela vejo que é mensagem de Luigi, olho as horas e constato que são 19h27min, Ele é pontual, gosto disso. Nem respondo e saio para ir ao seu encontro. Despeço-me de meus avós, claro que com algumas recomendações de meu avô, como sempre fico boba com seu carinho e cuidado comigo. Assim que passo pelo portão, e vejo um Deus italiano encostado em seu carro, um Ranger Rover preto. Ele me olha e sorri, a minha boca seca com vontade de beijar aqueles lábios carnudos que ele tem. Tudo nesse homem grita lindo. Andamos até a metade do espaço, sou puxada pela cintura e beijada, é um beijo rápido, mas cheio de significados. Saudade, ansiedade, desejo e ternura. ─ Você está linda. ─ Menciona abrindo a porta do carro para que eu entre. ─ Luigi você fica muito bem de azul, combina com seus olhos. Você devia ter colocado camisa branca, ficaria mais básico. Agora não sei se consigo me concentrar, e fora que as mulheres vão todas ficar de olhos compridos para você. ─ Revelo meus pensamentos, sem querer. Ele olha de r**o de olho com um sorrisinho no canto da boca, gira a chave no contado e coloca o carro em movimento. ─ Vamos sair logo, porque se você continuar falando essas coisas, eu não respondo por mim. Você tem idéia de como eu esperei, que chegasse logo o horário de tê-la ao meu lado? ─ ele fala olhando para frente atento ao trânsito. ─ Confesso que eu também. Para onde vamos? ─ pergunto curiosa. ─ Eu vou te levar para um encontro. E para saber mais de você. Me diga o seu nome. ─ Me fala tirando os olhos do trânsito e olhando dentro dos meus olhos. ─ Paola, pronto fim do mistério. ─Paola ─ ele repete. ─ Lindo como você. A minha vontade e morder seus lábios conforme eles se movem a cada palavra que sai de sua boca. Ok, eu estou uma tarada, ele provoca isso em mim. ─ Para de me olhar assim. Se não vou pular o encontro e te levar para um lugar onde eu vou tê-la como eu venho sonhando. ─ Diz e olha para frente. ─ Olhando como? Assim oh! ─ ele me olha, dou uma geral de sua cabeça até as suas coxas. Passo a língua nos lábios e sorrio para ele. ─ Não brinca comigo. E para de me provocar. Faça isso quando estivermos sozinhos em um local, onde eu possa te tomar pra mim. ─ Ameaça. Pelo trajeto, está seguindo para a Barra da Tijuca. Logo ele estaciona e saímos. Este restaurante o Eduardo me trouxe uma vez, é bem sofisticado, com pratos deliciosos. Assim que estou a sua frente, ele me olha e sorri. Passa o dedo em meu rosto. ─ Provocadora. Vai ficar sem sobremesa. ─ Comunica segurando a minha mão. Entramos no restaurante e para a minha infelicidade, Eduardo está com alguns amigos. Ele logo me vê e fica com uma expressão séria. Luigi está alheio ao que acontece, e sigo com ele para o lado oposto de onde Eduardo está. O que foi ótimo assim, eu não preciso ficar o tempo sentindo seu olhar em mim. Sentamo-nos e logo o garçom vem nos atender. Luigi fez o pedido de um vinho, enquanto eu olhava o cardápio. Escolho cordeiro com, creme de mandioca e salada verde. Luigi pede salmão com arroz branco e legumes na manteiga. ─ Você conhece aquele cara? Ele não para de olhar para a nossa mesa. Eu nem preciso olhar para ver de quem ele está falando. Eu achei que de onde nós estamos não daria para ele nos ver. ─ Ele é o Eduardo. Meu "ex" namorando. ─ Respondo. Luigi me olha, respira fundo. ─ Faz quanto tempo que vocês terminaram? ─ ele me pergunta, com uma cara séria. ─ Não acho que precisamos falar sobre isso agora. Eu nem gosto de tocar neste assunto. Não foi uma experiência muito boa. E ele não aceitou muito bem o termino do relacionamento. ─ Você está certa, falamos disso outra hora. Eu só não gostei. Ele não parou de olhar para a nossa mesa. Mas se você diz que não foi uma experiência boa, eu aceito isso como resposta por enquanto. ─ Ele pega a minha mão, depositando um beijo. ─ Eu não preciso me preocupar certo? ─ sua voz soa insegura, com a presença de Eduardo, acho graça da cara que ele faz ao me perguntar. Levanto-me e sento na cadeira ao seu lado. ─ Não tem com o que se preocupar. Eduardo faz parte de um passado que quero apagar de minha mente. ─ Tento passar segurança e ele sorri. Beija-me rápido. Eu volto para a minha cadeira. Nossos pratos chegam e comemos com uma conversa mais intima. Luigi me conta que trabalha em uma transportadora. Enrolou muito para dizer que é o CEO, me diverti com o seu jeito tímido ao me contar que tem muitas tarefas. Ele também conta que morava em Londres, e voltou porque seu padrasto morreu. Deixando toda a responsabilidade da empresa para ele. Que Davi é seu amigo e advogado. Ele conta também que seu relacionamento com a mãe, não é dos melhores. E que ela nem fala com ele desde que retornou. E que a sua nona, é o que tem de melhor nessa vida. Fico triste por ele, quando conta que não conhece o pai. E a mãe sempre foi fútil, e só pensa em si mesma, que o teve muito jovem. Eu conto que meu pai morreu quando eu ainda era criança, e desde então moro com meus avós maternos e não me lembro da família de meu pai. Que eles nunca me procuram e nem sei se estão vivos. Comento que com minha mãe as coisas também são complicadas, e que ela não é responsável, e vive me dando boas dores de cabeça. Terminamos de comer. Luigi ao passar pela mesa de Eduardo, troca de lado comigo para que Eduardo não tenha a chance de me falar nada. Rio de seu jeito possessivo, fico pensando, será que é ciúme? Porém, não adiantou nada trocar de lado. ─ Paola, não cumprimenta mais os amigos, quando está acompanhada? ─ Eduardo desdenha. ─ Não sabia que éramos amigos, mas se precisa de um simples cumprimento meu. Boa noite senhor Eduardo. ─ Debocho no mesmo tom dele. ─ Vamos Luigi. ─ Seguro em sua mão e o puxo. Quando estamos fora do restaurante o sinto relaxar. ─ Eu não fui com a cara do babaca. ─ Fala me segurando pela cintura. ─ Mas para uma coisa ele foi útil. Agora, eu sei que seu nome é Paola Zabat. ─ Beija minha boca mais uma vez. ─ Já te disse para não se preocupar com isso. O que foi, está com ciúme, do meu "ex"? ─ pergunto. ─ Sim, estou. Ele não desgrudou os olhos de você. Paola eu sou muito ciumento com algumas coisas. Sempre fui muito sozinho e as minhas coisas, sempre foram só minhas, entendeu? ─ Eu te entendo. Vamos dar uma volta na praia? ─ falo, e ele sorri concordando. Atravessamos a avenida e fomos de encontro à areia. Eu tirei minhas sandálias, ele tirou seus sapatos. De mãos dadas caminhamos até certo ponto. Luigi para e senta na areia, me sento entre as suas pernas, encostando a minha cabeça em seu peito. Ficamos observando o mar e a lua. A noite está quente, e a brisa vem para nos aliviar. Luigi começa a acariciar meus braços e seus lábios tocam o meu pescoço. Inclino a minha cabeça para o lado dando acesso. Ele beija, chupa e suga meu pescoço. A sua mão desce para a minha cintura e vai se infiltrando dentro de meu vestido. Ele é rápido, quando eu percebo já tem os dedos colocando minha calcinha para o lado. ─ Paola abre mais as pernas para eu te sentir. ─ ele comanda ao meu ouvido, minhas pernas obedecem automaticamente, ele sorri em minha orelha. ─ Boa menina, eu quero sentir seu gosto. Ele coloca o dedo dentro de minha v****a, que está molhada. A sua outra mão baixa o meu vestido, que não tem alças facilitando a ele. Estou sem sutiã, ele suspira ao perceber. ─ Você está me deixando duro, sereia. Eu vou fazer você gozar, eu quero ouvi-la. Beliscando e puxando meu seio, me deixando ainda mais excitada. Seu dedo me penetra e logo ele coloca o segundo, com o polegar ele massageia meu c******s inchado, que implora por alivio. Movo-me em seus dedos, ele entra e sai com mais força. Toca em um ponto sensível, não aguento e me quebro em um orgasmo. Chupo seu pescoço deixando uma marca, eu sei que o meu também está marcado com certeza. Viro de frente a ele, Luigi lambe os dedos que estavam dentro de mim, chupa de um modo tão sexy. Que me deixa com vontade de gozar novamente. Fico de joelho a sua frente, ele toma os meus s***s em sua boca. Chupa os dois com força, e suga sem dó. Tiro a minha pequena calcinha. Luigi a pega de minha mão. ─ É minha agora. Sento-me com as pernas uma de cada lado de seu corpo. E começo a me esfregar em seu p*u. Ele joga a cabeça para trás, está cada vez mais duro, eu posso sentir mesmo com o jeans. Abro o zíper de sua calça e deixo só a boxer entre nossos corpos. E começo a me mover com mais rapidez. Luigi com suas mãos em minha cintura, ajuda nos movimentos. Os seus gemidos me enlouquecem que g**o logo em seguida. Sinto que sua cueca está molhada e quente, ele goza com gemidos e suspiro. Ele me olha e ri. ─ Eu estou me sentindo um adolescente gozando na cueca. ─ ele fala e me beija. Levanto, me arrumando. Ele faz o mesmo fecha o zíper da calça, tiro à areia de minha roupa. ─ Vire-se Paola, me deixe te limpar. ─ Ele me dá tapas na b***a e ri, quando eu grito. ─ Você é uma delicia, não vejo a hora de poder estar com você em minha cama. ─ Você também é bem gostoso. Seguimos para o carro, no caminho fomos falando sobre como nos encontraremos no luau. Luigi pergunta o que a Amanda achou de Davi, e pede segredo ao me contar que o amigo, está inseguro.
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