O relógio marcava nove da manhã quando a porta do quarto se abriu com um leve estalo, e Nikos entrou devagar, seguido por Laura, que segurava um buquê de flores amarelas e brancas. — Eu trouxe margaridas. Porque ela já nasceu trazendo luz — disse Laura, com o sorriso emocionado nos lábios. Charlotte estava sentada na cama, os cabelos presos num coque desalinhado, a filha aninhada em seu colo, dormindo profundamente. Odysseus estava ao lado delas, de pé, com as mãos nos bolsos, mas os olhos ainda brilhando como se o mundo tivesse parado ali, naquela pequena vida que respirava devagar. — Vocês chegaram. — Charlotte disse, com a voz baixa, mas cheia de alegria. Nikos parou a dois passos da cama, os olhos fixos no bebê, e então olhou para o irmão. — Parabéns, Ody. Odysseus sorriu. Não co
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