Ulrich estava sentado na cadeira de madeira escura, o corpo rígido e imóvel como uma estátua. Diante dele, Phoenix estava deitada na cama, ainda desacordada, o corpo coberto de queimaduras visíveis, resultado do contato prolongado com a prata. Cada respiração dela parecia um esforço, um sinal de luta que não devia estar acontecendo, e, no entanto, ali estava ela, frágil e vulnerável como jamais havia sido. Preso na mão de Ulrich estava o colar de prata, o mesmo que ele havia dado a ela como símbolo de seu amor e lealdade. Agora, aquilo parecia uma armadilha letal, uma maldição que ele jamais poderia prever. Ele apertava o colar entre os dedos, a prata queimando sua própria pele, mas isso não importava. A dor aguda irradiava pelos nervos, mas era insignificante comparada à agonia interna d

