CAPÍTULO 15 LETÍCIA E RIAN

955 Palavras
⚠️ aviso de conteúdo sensível: a obra contém cenas que podem ser consideradas gatilhos. ******LETÍCIA**** Fui até o quartinho onde estava o rapaz que meu irmão trouxe. Ele estava amarrado e com o rosto machucado. Letícia: Já começou a diversão sem mim, maninho! Rian: Tive que calar a boca dele de algum jeito. O cara só sabia choramingar, pô. Removi a fita adesiva que estava na boca dele, e ele gritou devido à dor provocada pela força que usei ao puxar. Letícia: O que você fez para estar aqui, hein? Ricardo: Vá se fuder, sua v***a. Ele diz isso e cospe na minha direção. Fui até ele e lhe dei um soco no nariz. Letícia: Você é quem vai se fuder na minha mão, desgraçado. Coloque-o deitado, Rian. Rian: por que eu tenho que fazer isso? Manda seus cachorrinhos. Letícia: Cala a boca e faz o que eu mandei, p***a. Ricardo: O que vocês vão fazer? Me solta c*****o, eu não fiz nada de errado, só queria a minha mulher de volta. Vocês são doentes, me solta p***a. Rian fez o que mandei. Amarrou o imundo deitado na cama. Coloquei minha luva, fui até ele e puxei sua calça para baixo, expondo seu m****o murcho e nojento. Ricardo: Vai fazer o que, v***a? Vai me mamar. Não curto pirralhas. Letícia: Vou fazer algo melhor do que isso, viado. Vou fazer você engolir seu próprio p*u. Ele me olhou assustado e, com medo, peguei uma faca e segurei seu m****o. Letícia: Que nojo. Com um movimento ágil, realizei o corte do seu p*u, em imediata reação, ele começou a gritar em decorrência da dor intensa, debatendo-se em função do sofrimento causado pelo ferimento. Rian: Pô, essa doeu até em mim, na moral. Eu joguei a faca para o Rian, que estava encostado no canto. — Agora é a sua vez, maninho. O cara estava suando, e o sangue dele estava em toda a minha camisa. Mais uma que vou ter que jogar fora. O desgraçado estava desmaiado. Rian se aproximou dele e jogou um balde com água gelada. Rian: Pô, cara, na minha vez e você quer acabar com a diversão. Não consegue aguentar uma tortura, pô? Ricardo: Me mata, cara! Por favor, eu não aguento tanta dor. A v***a é louca. Eu me encostei no canto para observar o que o Rian é capaz de fazer. Rian: Pô, cara, você xingou minha irmã, e só eu posso fazer isso, tá ligado? Deixa eu falar, a peste ali pode ser o que for, mas só eu posso perturbar ela ou xingar. Agora, se mexer com ela, o bagulho fica doido. Rian se aproximou dele e, com firmeza, cravou a faca em seu olho, puxando-a para fora. Realizou a mesma ação com o outro e, em seguida, cortou a língua do cara. Letícia: Chega Rian, agora é a minha vez. Eu fui até a caixa que estava no canto do quarto e peguei a minha bebê. Rian se afastou, já ciente do que iria acontecer. Letícia: Como ele vai ver o que eu pretendo fazer com ele Rian? vacilou, pô. Coloquei a caixa sobre ele e abri, apresentando minha filhote de taipan, uma cobra que atua no sistema nervoso periférico. Essa espécie paralisa a vítima e provoca a coagulação do sangue, obstruindo os vasos sanguíneos e ocasionando a parada respiratória. Esse processo pode levar à morte de um ser humano em menos de 45 minutos. Ele tentava gritar, mas nenhum som saía. As picadas da minha taipan subiam pelas pernas dele, atingindo cada parte do seu corpo. Quando minha taipan começou a picar seu rosto por completo e não havia mais espaço para picadas, peguei um cabo de p*u e a coloquei de volta na caixa. Após aproximadamente 30 minutos da picada, ele morreu lentamente. fui até ele, utilizei uma faca e abri seu coração, deixando uma carta da minha marca em seu interior. Virei e encontrei o Rian. Rian: Então, você é a misteriosa assassina que anda pelo morro, matando e que matou um homem na cidade à noite, em frente à praia? Letícia: Não sei do que você está falando, Rian. Ele colocou a mão na minha jaqueta, no meu bolso, e pegou minhas cartas. Rian: Estou me referindo à pessoa misteriosa que anda pelo morro, que mata e deixa sua marca registrada, igual ao que você fez com aquele cara. Nosso pai vai enlouquecer quando descobrir quem é a assassina. Letícia: Quer saber? Sou eu e, daí, vai lá e corre pra contar. Quero ver você provar. Ele não vai acreditar em você porque vou negar tudo e ainda vou dizer que você está contra mim só porque quer o morro todo pra você. Vai arriscar, irmãozinho? Rian: Você não presta, Letícia. Letícia: Nunca disse que prestava. Agora tira esse verme daqui. Deixei meu irmão limpando a bagunça e fui para casa. Ao chegar, fui direto para o meu quarto, tirei a roupa manchada de sangue e coloquei no lixo. Depois, fui tomar um banho. Ao sair, enrolada na toalha, me joguei na cama e peguei meu celular. Vi que havia uma mensagem de um número desconhecido. Mensagem*** — O sabor do seu beijo ainda permanece na minha boca. Sentir seus lábios nos meus foi uma das melhores sensações do mundo. Você está me deixando totalmente louco, e não sei que encanto você lançou sobre mim, mas precisa desfazê-lo antes que eu tome uma atitude impulsiva. Quero te ver de novo, no mesmo horário e no mesmo lugar amanhã. Se não for, eu juro que vou te procurar até no inferno. Um beijo na sua boca gostosa. CAIO. FIM DA MENSAGEM**** Letícia: Quem esse cara pensa que é, para achar que pode me mandar?
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