Nikolay Azar ficou bem irritado quando ligou naquela tarde. Minhas costas doíam de quebrar no pai de Alina e me livrar dele e quase não atendi a ligação de Azar. Peguei e limpei o suor da testa enquanto caminhava de volta pela trilha do rio, cercado por legais pessoas fazendo suas coisas legais, e esperava que ninguém notasse o sangue respingado em meus sapatos. — Você sabe que eu tenho tido policiais fora da minha loja desde que aquele garoto morreu, né? — Desculpe, Azar. Não foi minha culpa. — Sua culpa, culpa deles, eu não ligo. Garotos mortos não são bons para o meu negócio. — O telefone está desbloqueado? — Eu não estava com vontade de levar sermão, especialmente quando achei que tinha um pouco de massa encefálica sob minhas unhas. Os corpos eram extremamente nojentos. — O tel

