Capítulo 25

796 Palavras

Nikolay Levei-a para dentro. Fui tão paciente e carinhoso da forma que eu podia. Preparei um banho e a despi. Ela era frágil como uma boneca. Coloquei-a na água morna e lavei o sangue. A água ficou rosa. Eu joguei água e saía mais sangue. Seus cabelos se espalharam, o vermelho das pontas flutuando em volta dos seus ombros. — Eu gostava dele — do Donal —, ela disse suavemente. — Ele não era um cara mau. — Sinto muito. Embora eu não fosse, não particularmente. Ele tentou me esfaquear até a morte sem razão. — O que fazemos agora? — Continuamos em frente. Você não quer que seu irmão acabe como ele, certo? — Não — ela sussurrou. — Então nós continuamos. Isto exigiu toda a minha força de vontade para não olhar para o corpo lindo e nu dela, mas eu beijei seu pescoço e seus lábios. Mi

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