CAPITULO 5

1165 Palavras
— Sim, eu coloquei a sua camisa na minha bolsa e vou te dar quando chegarmos na minha casa. Eu digo, pegando as minhas malas e puxando elas para fora do meu quarto de hotel. — Eu posso levar isso. — Tem certeza? — Sim vamos. Marte pega as minhas malas e entramos no elevador no final do corredor. Entrego a minha chave na recepção e esperamos o manobrista trazer o Audi R8 de Marte. Ele joga as minhas coisas na parte de trás e me ajuda a entrar antes de sairmos. — Obrigado por me levar para casa. Eu sorrio para ele. — Claro. Então, não fizemos nada de errado, certo? Ele pergunta, referindo-se à nossa embriaguez ontem à noite no seu quarto de hotel. — Não, só comemos pizza, bebemos e conversamos. — Te beije? — Não. — Mas eu queria! — Oh, eu pensei que era só porque você estava bêbado. — Talvez… A sua voz falha quando chegamos à grande propriedade de Fausto. Marte me ajuda com as minhas malas e Charles nos deixa entrar em casa. — Vou levar essas. Charles pega as minhas malas e sobe as escadas antes que qualquer um de nós possa impedir. — Oh. Mer*da, eu esqueci a sua camisa na minha bolsa. Eu ameaço subir as escadas, quando uma mão me detém. — Sem problemas, fique com ela. Fica melhor em você do que em mim. — Tem certeza disso? — Sim. Eu gostaria de poder ficar mais tempo, mas Priscilla tem explodido o meu telefone de mensagens, e eu não quero morrer. — Senhor, não diga a ela que eu estava com você, eu não quero morrer. — Eu não vou. Ele ri e pega a minha mão na dele e dá um beijo. — Eu te ligo mais tarde. — Vou esperar. Eu coro quando ele sai de casa e fecha a porta atrás de si. Deus, se não fosse por Fausto e Priscilla, eu já estaria fó*dendo com ele. ... Estou andando pelo centro da cidade vestindo apenas jeans e camiseta quando me deparo com um café. Eu entro no lugar legal e percebo que eles estão contratando. Uma garotinha loira está no balcão esperando para atender o próximo cliente. — Ei, quais são os requisitos para trabalhar aqui? Eu pergunto a ela — Se você pode fazer café, pode lidar com clientes ruins e dar um sorriso falso, então você está contratada. Ela diz, a sua voz de cereja num sussurro baixo. — Eu posso fazer todas essas coisas. — Então você está contratada. Ela sorri. — O meu nome é Amy. — Eu sou Vanessa. Apertamos as mãos enquanto a suas íris, azuis olham para mim. — Quantas outras pessoas trabalham aqui? — Oh, nós somos apenas cinco. — Oh. — Mas, não se preocupe. Não fica tão cheio, que pareça ser um serviço para 30 pessoas. — Ok, você é o gerente? — Eu trabalho aqui há mais tempo, então como se fosse. O proprietário nunca vem e nem consegue se lembrar dos nossos nomes, então duvido que ele notará você. Ela ri e me leva para trás do balcão, onde me entrega um avental. — Eu ajudo você a pegar o seu uniforme mais tarde, apenas use isso por enquanto. Enrolo o avental verde na cintura e amarro. Ela começa a me mostrar como usar todas as diferentes máquinas e como funciona a caixa registradora. Ela era é o tipo de pessoa que você conhece e instantaneamente sente que vocês duas são as melhores amigas desde que eram crianças. A sua risada de cereja e personalidade alegre realmente me fizeram sentir bem-vinda. — Então, você mora por aqui? Eu pergunto enquanto varro o andar principal, não havia ninguém dentro, exceto nós e outra pessoa que estava operando o self-service. — Sim, na verdade acabei de me mudar para cá. A minha mãe acabou de se casar. — Oh, parabéns! Com quem ela se casou? — Fausto Ryder. — Oh meu Deus! Ele é tão lindo! Ela suspira, deixando-me rir dela. — A sua mãe tem muita sorte. — Ele não é feio. Eu digo rindo, não querendo revelar muito sobre os meus pensamentos sobre Fausto. — Ela tem tanta sorte, eu gostaria de ter me casado com ele. Eu digo, um pouco mais alto do que deveria. — Você não tem 21 anos? Amy diz, parecendo perplexa. — Sim, e o que tem? — Ele tem uns 40! — O que tem? Ele é atraente. Ela geme de frustração s****l. A porta se abre e os meus olhos caem em Marte. — Oh, olá Marte. Eu o cumprimento enquanto ele senta no banco de frente para o balcão. — Você trabalha aqui agora? Ele arqueia uma sobrancelha, o seu sorriso mostrando os seus dentes deslumbrantes. — Sim, hoje é meu primeiro dia, na verdade. — Entendo. Bem, vou tomar um café preto então. — É para já. Pego uma xícara e pressiono a cafeteira. — Como Dia*bos você conhece Marte Bazil? Amy sussurra no meu ouvido, a sua boca aberta deixando a baba escorrer enquanto ela olha para Marte. — O seu pai e Faust são os melhores amigos, então eu o conheço. Eu explico, colocando creme no seu café. — Aqui está, é $ 1,50. Eu passo a bebida para ele e ele me dá $50. — O que dia*bos é isso? Eu pergunto. — Uma nota de cinquenta dólares? Ele arqueia a sobrancelha. — Eu sei, mas por quê? — Apenas fique com ela. Não posso ser um cara legal? — Você pode ser, mas... — Sem, mas, fique. A que horas você sai? — Hum, eu não sei. Eu me viro para Emy, que está olhando distraidamente para Marte. — MMM o quê? Ela sai do seu torpor e olha para mim. — A que horas eu saio? — Oh, fechamos as cinco. Oh, a propósito, eu sou Emy. Ela se apresenta dando um sorriso paquerador para Marte. — Prazer em conhecê-la Emy, eu sou Marte. Ele aperta a mão dela e sorri. Se as pessoas tivessem a capacidade de derreter na água, Emy seria uma poça de água. — Eu posso te levar para casa se você quiser, Vanessa. Ele oferece. — Isso seria ótimo, obrigado. Eu digo. — Sem problemas. Você quer que eu leve você também, Emy? — Inf*erno, sim! Quero dizer, sim, certo, eu posso ir com você. Ele coça a cabeça nervosamente, enquanto todos rimos. ... Quando chega a hora de fechar, Marte senta no parapeito da janela enquanto eu ajudo a empilhar cadeiras com a outra garota chamada Tori enquanto Emy guarda todo o dinheiro. Tori saiu logo depois que terminamos, deixando nós três. Fechamos, e entramos no carro do Marte. Eu sento na frente. E Emy senta atrás de mim, só para que ela possa ter uma boa visão do deus de bronze nos levando para casa, enquanto Marte liga o motor e se afasta do café.
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