— Sim, eu coloquei a sua camisa na minha bolsa e vou te dar quando chegarmos na minha casa. Eu digo, pegando as minhas malas e puxando elas para fora do meu quarto de hotel.
— Eu posso levar isso.
— Tem certeza?
— Sim vamos. Marte pega as minhas malas e entramos no elevador no final do corredor.
Entrego a minha chave na recepção e esperamos o manobrista trazer o Audi R8 de Marte. Ele joga as minhas coisas na parte de trás e me ajuda a entrar antes de sairmos.
— Obrigado por me levar para casa. Eu sorrio para ele.
— Claro. Então, não fizemos nada de errado, certo? Ele pergunta, referindo-se à nossa embriaguez ontem à noite no seu quarto de hotel.
— Não, só comemos pizza, bebemos e conversamos.
— Te beije?
— Não.
— Mas eu queria!
— Oh, eu pensei que era só porque você estava bêbado.
— Talvez… A sua voz falha quando chegamos à grande propriedade de Fausto. Marte me ajuda com as minhas malas e Charles nos deixa entrar em casa.
— Vou levar essas. Charles pega as minhas malas e sobe as escadas antes que qualquer um de nós possa impedir.
— Oh. Mer*da, eu esqueci a sua camisa na minha bolsa. Eu ameaço subir as escadas, quando uma mão me detém.
— Sem problemas, fique com ela. Fica melhor em você do que em mim.
— Tem certeza disso?
— Sim. Eu gostaria de poder ficar mais tempo, mas Priscilla tem explodido o meu telefone de mensagens, e eu não quero morrer.
— Senhor, não diga a ela que eu estava com você, eu não quero morrer.
— Eu não vou. Ele ri e pega a minha mão na dele e dá um beijo. — Eu te ligo mais tarde.
— Vou esperar. Eu coro quando ele sai de casa e fecha a porta atrás de si.
Deus, se não fosse por Fausto e Priscilla, eu já estaria fó*dendo com ele.
...
Estou andando pelo centro da cidade vestindo apenas jeans e camiseta quando me deparo com um café. Eu entro no lugar legal e percebo que eles estão contratando. Uma garotinha loira está no balcão esperando para atender o próximo cliente.
— Ei, quais são os requisitos para trabalhar aqui? Eu pergunto a ela
— Se você pode fazer café, pode lidar com clientes ruins e dar um sorriso falso, então você está contratada. Ela diz, a sua voz de cereja num sussurro baixo.
— Eu posso fazer todas essas coisas.
— Então você está contratada. Ela sorri. — O meu nome é Amy.
— Eu sou Vanessa. Apertamos as mãos enquanto a suas íris, azuis olham para mim. — Quantas outras pessoas trabalham aqui?
— Oh, nós somos apenas cinco.
— Oh.
— Mas, não se preocupe. Não fica tão cheio, que pareça ser um serviço para 30 pessoas.
— Ok, você é o gerente?
— Eu trabalho aqui há mais tempo, então como se fosse. O proprietário nunca vem e nem consegue se lembrar dos nossos nomes, então duvido que ele notará você. Ela ri e me leva para trás do balcão, onde me entrega um avental. — Eu ajudo você a pegar o seu uniforme mais tarde, apenas use isso por enquanto. Enrolo o avental verde na cintura e amarro.
Ela começa a me mostrar como usar todas as diferentes máquinas e como funciona a caixa registradora. Ela era é o tipo de pessoa que você conhece e instantaneamente sente que vocês duas são as melhores amigas desde que eram crianças. A sua risada de cereja e personalidade alegre realmente me fizeram sentir bem-vinda.
— Então, você mora por aqui? Eu pergunto enquanto varro o andar principal, não havia ninguém dentro, exceto nós e outra pessoa que estava operando o self-service.
— Sim, na verdade acabei de me mudar para cá. A minha mãe acabou de se casar.
— Oh, parabéns! Com quem ela se casou?
— Fausto Ryder.
— Oh meu Deus! Ele é tão lindo! Ela suspira, deixando-me rir dela. — A sua mãe tem muita sorte.
— Ele não é feio. Eu digo rindo, não querendo revelar muito sobre os meus pensamentos sobre Fausto.
— Ela tem tanta sorte, eu gostaria de ter me casado com ele. Eu digo, um pouco mais alto do que deveria.
— Você não tem 21 anos? Amy diz, parecendo perplexa.
— Sim, e o que tem?
— Ele tem uns 40!
— O que tem? Ele é atraente. Ela geme de frustração s****l. A porta se abre e os meus olhos caem em Marte.
— Oh, olá Marte. Eu o cumprimento enquanto ele senta no banco de frente para o balcão.
— Você trabalha aqui agora? Ele arqueia uma sobrancelha, o seu sorriso mostrando os seus dentes deslumbrantes.
— Sim, hoje é meu primeiro dia, na verdade.
— Entendo. Bem, vou tomar um café preto então.
— É para já. Pego uma xícara e pressiono a cafeteira.
— Como Dia*bos você conhece Marte Bazil? Amy sussurra no meu ouvido, a sua boca aberta deixando a baba escorrer enquanto ela olha para Marte.
— O seu pai e Faust são os melhores amigos, então eu o conheço. Eu explico, colocando creme no seu café. — Aqui está, é $ 1,50. Eu passo a bebida para ele e ele me dá $50.
— O que dia*bos é isso? Eu pergunto.
— Uma nota de cinquenta dólares? Ele arqueia a sobrancelha.
— Eu sei, mas por quê?
— Apenas fique com ela. Não posso ser um cara legal?
— Você pode ser, mas...
— Sem, mas, fique. A que horas você sai?
— Hum, eu não sei. Eu me viro para Emy, que está olhando distraidamente para Marte.
— MMM o quê? Ela sai do seu torpor e olha para mim.
— A que horas eu saio?
— Oh, fechamos as cinco. Oh, a propósito, eu sou Emy. Ela se apresenta dando um sorriso paquerador para Marte.
— Prazer em conhecê-la Emy, eu sou Marte. Ele aperta a mão dela e sorri. Se as pessoas tivessem a capacidade de derreter na água, Emy seria uma poça de água. — Eu posso te levar para casa se você quiser, Vanessa. Ele oferece.
— Isso seria ótimo, obrigado. Eu digo.
— Sem problemas. Você quer que eu leve você também, Emy?
— Inf*erno, sim! Quero dizer, sim, certo, eu posso ir com você. Ele coça a cabeça nervosamente, enquanto todos rimos.
...
Quando chega a hora de fechar, Marte senta no parapeito da janela enquanto eu ajudo a empilhar cadeiras com a outra garota chamada Tori enquanto Emy guarda todo o dinheiro. Tori saiu logo depois que terminamos, deixando nós três. Fechamos, e entramos no carro do Marte. Eu sento na frente. E Emy senta atrás de mim, só para que ela possa ter uma boa visão do deus de bronze nos levando para casa, enquanto Marte liga o motor e se afasta do café.