Capítulo 3

1203 Words
"Ela é tipo trevo de quatro folhas, difícil de encontrar e sorte de quem tem." __Desculpa! Tenho que ir. Você falou com seu rosto vermelho, eu sorrir ao te vê assim, você percebeu e então começou a sorrir também, é! Você ainda estava envolvida em meus braços e eu envolvido em seu sorriso. __Não vai moça, prometo que não vou mais fazer isso. Falei com a esperança de você falar que queria que aquilo se repetisse, mas, não! Você não falou isso. __Então vamos! Me fala o que te levou a está aqui tão tarde? Perguntei te olhando, Hanna você sempre estava com um sorriso mas, por dentro você escondia uma dor que era impossível de decifrar, seu olhar era misterioso. __Eu só sai para dá uma volta. Você falou com um tom de voz baixa. __Mas e você? O que levou o moço bonito a está aqui tão tarde? Você sempre tentou esconder seus sentimentos, você sempre foi uma pessoa que escondia algo, um algo que não queria falar para mim. __Só precisava de um ar, meus pais brigaram outra vez. Falei com a cabeça baixa,  queria segurar o furacão que estava dentro de mim. __Ele foi embora não foi? Como já havia dito, você sabia de tudo que se passava comigo, você realmente era a metade que faltava em mim. __Sim! Ele foi embora, ele deixou minha mãe chorando outra vez. Falei com tom de raiva na voz, foi quando senti algo me confortar, eu senti seu abraço o qual tirava todas as minhas inseguranças, raivas e tristezas. __Ele vai voltar e quando voltar vai ser o melhor pai e o melhor esposo. Você falou enquanto me olhava, Hanna você sempre foi tão positiva, sempre tão alegre, sempre tão cheia de vida. __Isso nunca irá acontecer! Falei desanimado mas, você sorriu, você sorriu como se pensasse "bobinho." __Vamos consegui juntar eles outra vez, eles serão o melhor casal. Você falou sorrindo enquanto olhava as estrelas, é! Você era sonhadora Hanna, sempre sonhando e lutando para tornar tudo real. __Como vamos fazer isso?   Você me falou o seu plano, então fizermos tudo do jeito que planejamos, trabalhamos juntos em cada detalhe se tornando cada vez mais próximos. Minha mãe tinha ido trabalhar, assim que ela saiu eu levantei com o som de pedrinhas sendo jogadas em minha janela, olhei para você e você sorriu Hanna. __Abre! Você falou já que eu estava parado olhando para você, dessa vez você estava com uma plusa preta e um suéter rosa por cima, uma calça moletom preta também, seu cabelo estava amarrado em um coque bagunçado o qual realçava seu lindo rosto. __Aaaa... Vou abrir sim! Abri a janela e você subiu pela escada de ferro que havia fora, te dei a mão para te ajudar e então você entrou. __Porque me olhas assim seu bobo? Você perguntou enquanto procurava algo de errado em você. __Aaaa... É... Nada. Falei meio atoa, então você sorriu para mim e sentou em minha cama. __Temos tudo planejado não é? __Sim! Respondi sentando ao seu lado, você levantou muito eufórica, começamos a escrever as cartas, é! Íamos aprontar um pouquinho, você sorria muito enquanto fazíamos as cartas. __Vamos colocar princesa ou amor? Eu perguntei enquanto escrevia a carta que ia para a minha mãe. __Coloca amor! Fica mais fofinho. Você falou com um tom de Fofura na voz. Fizemos a carta, arrumamos a casa, fizermos um jantar juntos para eles e arrumamos a mesa.  __Prontinho o jantar a luz de vela. Falei olhando para a linda mesa com rosas. __Pera! Como vai ser um jantar a luz de velas sem a velas? Você sempre foi muito detalhista, sim! Faltava as velas, começamos a rir do nada, mandamos as cartas por um mensageiro, é! Você sempre chamou os carteiros assim né mesmo Hanna? __E agora temos que sair para deixar eles encontrarem a casa sozinha. Você falou me puxando, é Hanna você sempre foi muito intensa, sempre foi a garota que não se importava com o que os outros achavam, ou com qualquer outra coisa que não te fizesse bem, você vivia de momentos e momentos muito especiais. Saímos dali, fomos para a sua casa, é! A dona Elisa já me conhecia, sim! Ela era uma ótima pessoa e Hanna, ela se preocupava muito com você. __Acha que vai dá certo? Perguntei te olhando Hanna e então você sorriu. __O que meus amores aprontaram? Ouvi a voz da dona Elisa, é! Ela era linda, Hanna você tinha alguns trassos de sua mãe. __Estamos só conversando mamãe. Você falou rindo muito. __Hanna! Seu pai esta air. Sua mãe falou com um tom de voz baixo, você parou de rir, você mudou de repente. __Depois eu volto. Hanna você naquele momento não soube esconder a tristeza que estava sentindo. __É! Eu já vou. Falei me virando para ir embora. __Espera Clay! Quando ouvi sua mãe me pedi para esperar parei e me virei para a mesma. __Ela não te falou nada? A voz da Elisa estava embargada, o tom de tristeza em seu falar. __Ela não precisa me falar nada se não quiser, eu confio nela senhora Elisa. Falei palavras que até eu mesmo estava confuso sobre o que ia falar. __Por favor convença ela, por favor. Vi lágrimas descerem dos seus olhos, a Elisa chorava, ela tinha uma dor dentro dela. __Convencer de quê? Quando perguntei isso mais e mais lágrimas começaram a rolar em seu rosto. __Pai! Você nunca presta atenção em mim! Porque veio? Fica com suas namoradas e me deixa em paz! Ouvimos gritos embargados, eram seus gritos, você chorava e gritava com seu pai Hanna, então fui em sua procura e você começou a correr chorando. __Hanna! Por favor. Mas você continuava a correr, você correu em direção ao seu quarto. __Eu o odeio! Eu o odeio! Você gritava enquanto lágrimas rolavam em seu rosto. __Hanna! Filha você está bem? Dona Elisa estava muito preocupada, ela caminhava de um lado para outro, ela procurava algo. __Vá embora! Vá embora! Você gritava com o seu pai que estava próximo ao seu quarto. __Filha... Ele falou mas, não terminou de pois estava muito focado em seu celular. __Vai embora pai! Ela gritava chorando muito, eu te olhei chorar, Hanna, não sabia o que fazer naquele momento e então eu apenas. __Por favor vai, depois você conversa com ela. Falei olhando para o senhor Felipe que estava na porta do quanto. __Tchau. Ele falou seco, para ele parece que não havia acontecido nada ali, mas, a Hanna estava muito nervosa, a senhora Elisa estava a procurar algo foi o momento em que eu te abraçei Hanna,  sentia que você precisava de mim e então te abracei forte. __Hanna! Hanna! Te chamava, mas, você estava desmaiada em meus braços. __Senhora Elisa! A Hanna! Eu ha chamei, a mesma veio desesperada ao seu encontro, ela chorava muito, sem nem pensar a mesma ligou para a ambulância, te levaram, Hanna eles te levaram naquela ambulância e eu não tive como ir, me perdoi por isso.    Não entendia o porque aquilo tudo estava acontecendo, o porque sua mãe tanto procurava algo em suas coisas, o porque você odeia seu pai, o porque você desmaiou.
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