Na manhã seguinte, o sol m*l tinha surgido no horizonte quando Rafael abriu os olhos. Ele olhou para Kelly, dormindo encolhida, com os traços do rosto ainda tensos, mesmo em descanso. Passou a mão carinhosamente em seu rosto, depositou um beijo suave em sua testa e sussurrou com firmeza: — Hoje eu vou resolver isso, tá? Fica quietinha em casa, amor. Aproveita, toma um banho, descansa,curti a piscina ou so descansa,Eu vou resolver. Do meu jeito. Kelly, ainda sonolenta, abriu os olhos e segurou a mão dele com delicadeza. — Tá bom, meu amor. Eu confio em você. Muito. Ele se vestiu em silêncio. Seus olhos estavam carregados de fúria contida. O coração pulsava mais rápido, o sangue fervia em suas veias. Aquilo não era apenas ciúmes. Era dor, era indignação, era a raiva de saber que a mulher

