O sol da manhã filtrava-se timidamente pelas cortinas, aquecendo o quarto com uma luz suave. Kelly despertou lentamente, sentindo os braços fortes de Rafael ao seu redor. Ele ainda dormia, os rostos colados, e os corpos entrelaçados num aconchego quase sagrado. Ela sorriu, acariciando o rosto dele com a ponta dos dedos. — Bom dia, meu amor — sussurrou, beijando seu pescoço. Rafael abriu os olhos com um sorriso preguiçoso, apertando-a contra si. — Não tem nada melhor que acordar com você, minha mulher. O beijo que veio em seguida foi terno, crescente... cheio de desejo contido. Seus corpos começaram a se mover num compasso íntimo, lento, explorando cada toque com carinho e calor. Foi um momento doce e intenso — um início de namoro envolto em paixão, carinho e promessas não ditas. Depoi

