Poucos dias depois da despedida dos amigos, a casa parecia mais silenciosa. As risadas, os mergulhos na piscina e as noites animadas tinham dado lugar à calma. Kelly, que inicialmente parecia bem, logo começou a demonstrar sinais de que algo não ia bem. Na manhã de terça-feira, Keyla entrou no quarto com uma bandeja de café da manhã. Encontrou Kelly ainda deitada, com os olhos fechados, o rosto pálido e a respiração fraca. — Filha… você não levantou hoje — disse com a voz baixa, sentando-se ao lado da cama. — Mãe… eu tô me sentindo muito m*l. Tô com dor no estômago, não consigo comer nada desde ontem. — murmurou Kelly, com os olhos pesados. Keyla imediatamente colocou a mão na testa da filha e percebeu que ela suava frio. — E os pés, filha? — Estão imensos, doem pra andar… e a barrig

