O sol foi caindo devagar, tingindo o céu com tons alaranjados, e os rapazes já estavam na área da churrasqueira preparando tudo. O som ambiente rolava baixinho, cerveja gelada na mão, risadas soltas e aquele clima de confraria entre homens apaixonados — e safados.
— Pronto, carne temperada, fogo aceso, cerveja na mão… agora só falta as nossas princesas descerem — disse Marcos, colocando o primeiro espeto na grelha.
— É, mas será que elas conseguem andar? — provocou Caio com uma gargalhada.
— Acho que não. A renata mesmo mandou mensagem dizendo que tá ‘em modo lesma’ — respondeu João, rindo alto.
— A Isadora falou que vai descer de escorregador pelo corrimão se for preciso — completou caio e todos gargalharam.
Nesse momento, as mulheres começaram a aparecer, uma a uma, descendo as escadas devagar, vestidas com roupas leves e confortáveis, cabelos presos, rostinhos com aquele brilho de quem passou o dia todo sendo mimada e amada.
Kelly foi a primeira a aparecer, mancando de leve, rindo e apoiada no corrimão.
— Alguém aí me traz um banquinho? Ou uma cadeira de rodas, por favor?
— Tá vendo? — Otávio disse com orgulho e riso safado — Isso que eu chamo de missão cumprida!
Logo Luísa, Renata, Isadora e Carla também chegaram, todas no mesmo estado: manhosas, sorridentes, provocando os namorados com olhares e comentários engraçados.
— Eu juro que tentei ficar em pé com dignidade — disse Renata — Mas meu quadril não ajudou!
— Eu quase pedi pra Luísa me vestir, de tão mole que fiquei — disse Isadora — Mas ela também tava toda torta, não adiantava nada!
Eles puxaram as cadeiras, ajudaram-nas a se sentarem com carinho e começaram a servir tudo: picanha, linguiça, pão de alho, refrigerante, suco, cerveja… Tudo em clima de piadas, olhares trocados e brincadeiras.
— Olha só, esse churrasco aqui é só pra recuperar as forças de vocês… porque de noite tem mais — disse Leandro, colocando carne no prato de Luísa.
— Ah não, pelo amor de Deus… — ela colocou a mão no peito teatralmente. — Me deixa viva até segunda, pelo menos.
— A gente podia fazer isso todo fim de semana, né? — disse Carla, sorrindo pra Marcos.
— Não depende só de mim, princesa — ele respondeu, dando um beijo demorado na testa dela.
No meio da noite, depois de comerem bem e rirem muito, colocaram um som mais animado e dançaram ali mesmo, de forma leve, com abraços, beijos e suspiros. A conexão entre eles era visível: companheirismo, desejo e muito amor.
Depois, conforme a noite avançava, começaram a se aconchegar novamente — uns deitados no sofá, outros sentados abraçados, já se acariciando, brincando, trocando beijos demorados…
— Acho que vamos subir de novo, hein? — disse Caio, com Isadora sentada no colo dele, sorrindo.
— A noite só tá começando — respondeu João, puxando Renata pela mão.
E um a um, os casais voltaram para os quartos… onde o prazer, o carinho e a cumplicidade os aguardavam mais uma vez.
Caio entrou com Isadora no quarto e fechou a porta devagar, mantendo o olhar cravado nela.
— Você sorriu demais hoje... — ele murmurou, puxando-a pela cintura.
— Culpa sua — ela respondeu, com os olhos brilhando. — E agora vai me fazer chorar de prazer de novo, é?
— De prazer, de saudade... e de desejo acumulado.
E assim, sem mais palavras, ele a pegou no colo. A noite já não pedia pressa, só intensidade. Deitou-a na cama e começou a beijar cada pedaço dela com carinho e t***o. As mãos dele sabiam exatamente onde tocar, onde provocar. E quando a penetrou, ela arqueou as costas, mordendo os lábios, gemendo alto, entregue por inteiro.
No quarto ao lado, Otávio segurava o rosto de Kelly, colando a testa na dela.
— Tô viciado em você, sabia? — ele sussurrou com voz rouca.
— E eu? Nem sei mais como era minha vida antes de te querer assim...
Ele sorriu sádico, a virou de costas e começou a beijar sua nuca, suas costas, sua cintura. Penetrou-a com força e lentidão, dominando cada reação dela, fazendo seu corpo vibrar e implorar por mais.
— Você ainda tá dolorida? — perguntou ele, malicioso.
— E vai continuar assim até o fim da semana… e eu não tô reclamando.
João, com Renata, era puro fogo e ternura. Beijava o ventre dela com adoração, subindo devagar até seus lábios.
— Você tá bem?
— Eu tô mais do que bem… tô completamente sua, João.
— Então deixa eu te mostrar de novo o quanto.
E ele a fez sentir. Não com pressa, mas com intensidade. Com pegadas firmes, gemidos abafados e olhares colados, como se o mundo inteiro tivesse parado só para eles.
Leandro e Luísa estavam entre lençóis amassados, com o cheiro de amor no ar. Ele mordia o pescoço dela devagar, enquanto suas mãos passeavam ousadas pelo corpo dela.
— Ainda tá fraca? — perguntou ele, em tom provocador.
— Fraca e apaixonada — respondeu ela, puxando-o para si.
E mais uma vez se encontraram, com corpos encaixados e ritmos quentes, com promessas de prazer e amor em cada estocada, cada gemido, cada toque.
Marcos, com Carla, era o mais brincalhão, mas também o mais intenso.
— Tu ainda não se recuperou, foi?
— Recuperei, sim. Só tô fingindo fraqueza pra você continuar cuidando de mim…
— Ah, safada…
Ele riu, virou-a debaixo dele e a penetrou com força, enquanto ela gemia de prazer e mordia os lábios, fingindo protestar, mas querendo mais.
— Você é minha, Carla.
— Tô sabendo… e viciada também.
E assim, um a um, os quartos se tornaram templos de prazer, gemidos abafados, mãos dadas entre os lençóis, olhos nos olhos, sorrisos depois do ápice, corpos suados entrelaçados na madrugada.
Quando a noite se despediu e a madrugada chegou de mansinho, eles adormeceram juntos. Exaustos. Apaixonados. E completamente entregues.