A galera se levantou devagar, sorrindo, e logo disseram:
— Chegou a hora, né?
Eles se ajeitaram, pegaram suas coisas e foram para os carros. Cada casal entrou junto, abraçados e animados, prontos para voltar pra casa depois daquele dia especial.
No carro de Luísa e Leandro, ela olhou pra ele com um sorriso meio nervoso e perguntou:
— E agora, o que a gente vai fazer?
Leandro riu, puxando a mão dela:
— A gente vai passar na casa, pegar as suas coisas pra eu ajudar você a guardar. Depois, a gente vai pra sua nova casa, o nosso cantinho.
No carro de João e Renata, eles conversavam sobre os planos para os próximos dias, animados com o futuro morando juntos.
Isadora e Caio trocavam sorrisos e falavam sobre como seria bom montar o novo lar.
Marcos e Carla, mais descontraídos, riam e comentavam sobre como essa nova fase parecia um sonho que estava se tornando real.
No carro de Kelly e Otávio, Otávio não parava de olhar para a estrada e falar, com aquele sorriso apaixonado:
— Meu amor, essa casa é maravilhosa, mas eu não vejo a hora de chegar na nossa casinha... no nosso ninho.
Kelly deu um suspiro feliz e respondeu:
— Ai, é verdade, meu amor. Não vejo a hora. Mas lembra que a gente vai ter que fazer mercado amanhã, né?
Otávio riu e falou apressado:
— É verdade, temos mesmo. Enfim, voltar à rotina de sempre. Mas com você do meu lado, tudo é maravilhoso.
E assim, os casais seguiram viagem, cada um com seus planos e sonhos, prontos para começar essa nova etapa lado a lado.
Ao chegarem em casa, Otávio foi logo desfazendo a mala, tirando as roupas sujas para colocar na máquina. Kelly, já sentada com um caderno no colo, começou a fazer uma lista do que precisavam repor no armário, na geladeira e em tudo mais para o mercado no dia seguinte.
Enquanto isso, Luísa e Leandro chegaram na casa do Leandro. Leandro acompanhou Luísa até a casa dela, onde ela começou a empacotar algumas coisas.
— Vamos levar só o básico por enquanto, né? No decorrer da semana, a gente vai pegando o resto até eu entregar a casa — disse ela.
Leandro sorriu e respondeu:
— Isso aí, meu amor. Pega só o essencial: suas roupas, o que você mais precisa. Depois a gente vai buscando o restante aos poucos.
Na casa de Renata, João fazia o mesmo: pegava o básico e conversava com ela:
— Vamos levar só o necessário agora, o resto a gente vai pegando durante a semana.
Marcos e Carla também repetiam o ritual na casa dela, embalando e organizando o essencial para levar:
— O básico agora, depois a gente vai pegando o resto, tá?
Caio e Isadora, na casa dela, faziam exatamente o mesmo, com sorrisos e animação pelo que estava por vir.
Quando todos chegaram nas casas onde vão morar juntos — Leandro e Luísa na casa dele, João e Renata na casa dele, Caio e Isadora na casa dele, e Marcos e Carla na casa dele — as meninas já se sentaram com cadernos para fazerem as listas do mercado.
Os meninos, por sua vez, desfaziam as malas e já colocavam as roupas para lavar, enquanto as meninas anotavam com entusiasmo tudo o que precisavam para a nova rotina.
— Amor, já aproveita e faz a lista do mercado também para amanhã, depois da aula, a gente vai fazer as compras, tá? — diziam eles.
As garotas, com um sorriso no rosto, anotavam tudo, animadas com essa nova fase de dona de casa que começaria a partir daquele dia.
Depois de toda a movimentação para organizar as coisas, cada casal seguiu para seu banho, encerrando o dia com aquela sensação gostosa de descanso e cumplicidade. No chuveiro, a água quente escorria pelo corpo, relaxando os músculos cansados da viagem e da mudança. Otávio e Kelly, cada um em seu banheiro, aproveitavam para refletir sobre o dia e o que ainda estava por vir. Kelly pensava nas listas que fizera, nas compras, e no trabalho da faculdade que se aproximava.
Já vestidos com roupas confortáveis, os casais se acomodaram em suas respectivas salas, cada um no seu cantinho aconchegante. Na casa de Otávio e Kelly, o sofá grande e macio foi o cenário perfeito para eles se juntarem com uma manta leve. Otávio pegou o controle remoto enquanto Kelly se ajeitava ao seu lado, sentindo o calor do abraço dele. A luz do abajur deixava o ambiente acolhedor, perfeito para um filme tranquilo que ajudasse a relaxar depois do dia intenso.
Do outro lado da cidade, Luísa e Leandro se acomodaram em sua sala, com uma pequena pilha de almofadas para dar conforto. Leandro buscou as pipocas e uma bebida gelada, enquanto Luísa se aconchegava no colo dele, sentindo seu cheiro e o carinho em cada toque.
Em outra casa, João e Renata repetiam a cena. Eles gostavam de escolher um filme leve, algo que não exigisse muito da mente, para descansar juntos. Renata recostava a cabeça no ombro do João, e ele passava a mão no cabelo dela, sussurrando alguma piada para arrancar um sorriso.
Na casa de Caio e Isadora, o clima era parecido: eles riam e trocavam olhares enquanto a tela iluminava o rosto deles. Caio tinha comprado uma seleção de cervejas artesanais para acompanhar, enquanto Isadora já tinha estendido um cobertor bem macio para eles.
E por fim, Marcos e Carla também viviam aquele momento especial. Carla adorava quando Marcos ajeitava as almofadas para ela e pegava um chocolate para dividir durante o filme. Eles estavam em perfeita sintonia, sentindo a sorte de estarem juntos.
De repente, enquanto o filme rodava, Kelly recebeu uma notificação no celular. Era uma mensagem da professora de Direito Processual. Ela abriu a mensagem, que dizia:
— “Não esqueçam da apresentação do grupo de vocês amanhã, vocês serão os primeiros a apresentar.”
Kelly respirou fundo, sentindo aquele frio na barriga conhecido. Respondeu imediatamente:
— “Tudo bem, professora.”
Logo depois, entrou no grupo de trabalho no aplicativo e escreveu para os amigos:
— “Gente, a professora já mandou mensagem aqui, falando pra gente não esquecer do trabalho amanhã, tá? Vocês estão com tudo certinho mesmo?”
João respondeu rápido:
— “Estamos, vou abrir o computador aqui agora.”
Luísa, Marcos, Caio, Carla e Renata também foram se conectando um a um, e logo começaram a revisar os slides do trabalho.
— “Eu li os slides e está tudo certo.”
— “Minha parte está pronta.”
— “Você vai falar sobre o quê?”
— “Eu vou falar sobre os prazos processuais.”
— “Ah, então eu vou cuidar da parte sobre petições iniciais.”
— “E eu sobre as audiências.”
Kelly sorriu, vendo a organização e o empenho de todos.
— “Perfeito, gente. Não esqueçam, tá? Tô nervosa.”
Renata logo perguntou:
— “Nervosa por quê?”
Kelly respondeu, rindo:
— “Porque a professora é exigente, e a gente só apresenta pra ela e para a turma.”
Marcos mandou:
— “Se prepara, Kelly. Vai dar tudo certo.”
Leandro completou:
— “Boa noite, pessoal. Amanhã a gente arrasa.”
Caio finalizou com:
— “Tentem estudar um pouquinho de manhã, tá? Pra garantir.”
Todos concordaram com emojis e mensagens de boa noite, animados com a apresentação e com a parceria que estavam construindo — não só no trabalho, mas na vida.