João e Renata

443 Words
joão entrou no quarto com Renata colada ao seu corpo, as mãos dela cravadas em seus ombros, os lábios já inchados de tantos beijos roubados no caminho até ali. Assim que fechou a porta, ele a empurrou contra ela, com o olhar cravado no corpo dela como se não aguentasse esperar um segundo a mais. — Você dançando foi a coisa mais gostosa que já vi na vida — ele sussurrou rouco, puxando a alça do vestido dela com os dentes. Renata arqueou o corpo, soltando um gemido manhoso, adorando ser desejada daquela forma bruta. Ela virou de costas lentamente, deixando o vestido escorregar pelos quadris. Estava sem calcinha. João soltou um palavrão baixo, agachando-se atrás dela e colando o rosto entre suas coxas. — p***a, Renata... isso é tortura. — E você ainda nem viu nada — ela provocou, jogando os cabelos para o lado, sentindo a língua dele deslizar lenta, quente, provocando arrepios violentos. João a saboreava com vontade, os dedos segurando firme suas coxas, fazendo movimentos circulares, alternando pressão e velocidade até deixá-la sem ar, tremendo. Então, puxou-a para a cama e virou-a de frente, olhando direto nos olhos dela enquanto penetrava com força, fundo e de forma ritmada. Renata gemeu alto, as mãos em seu peito, arranhando a pele dele, implorando por mais. — Me fode de verdade, João... Ele sorriu com prazer gostosa. Colocou-a de quatro, puxando seus cabelos, dando palmadas leves que a faziam gemer ainda mais alto. Depois, a puxou de volta para cima de si, com ela por cima, os dois suando, se olhando, a boca dele mordendo os s***s dela, a mão escorregando entre suas pernas e deixando-a completamente entregue. Trocaram posições várias vezes, o lençol revirado, os corpos colados, gemidos abafados nos travesseiros. O quarto se encheu do cheiro de desejo e do som do prazer cru, livre, avassalador. Quando terminaram, ofegantes, colados, ele passou os dedos pela barriga dela, traçando linhas suaves. — Mulher... você acabou comigo. Ela riu, satisfeita, e sussurrou: — E amanhã eu te destruo de novo. Na manha seguinte João e Renata se entregavam com intensidade. Ele segurava firme o quadril dela enquanto ela arqueava o corpo, gemendo baixinho ao sentir a língua dele deslizar entre as coxas, seu toque feroz despertando todas as sensações possíveis. Renata puxou o cabelo dele levemente, incentivando cada movimento mais ousado. — Você é fogo, Renata — murmurou João, entre beijos e carícias. — E você, meu louco — ela respondeu, mordendo o lábio com um sorriso cheio de provocação. Os corpos se encaixavam como se fossem feitos um para o outro, numa dança sensual, selvagem, onde o tempo parecia não existir.
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