Quando me viu, abriu um sorriso de canto. — Olha quem resolveu dar as caras. Nem respondi. Cheguei mais perto e ele me puxou pela cintura, me dando um beijo rápido, daqueles que misturam saudade e curiosidade. Quando a gente se afastou, ele ficou me olhando dos pés à cabeça. — Pörra, Najila, por onde tu andava? Sumiu geral. Entrei na casa dele enquanto ele fechava a porta atrás de mim. — Tava resolvendo umas paradas. — Que parada? Respirei fundo. Era agora. — Eu fui pro Salgueiro. Ele franziu a testa. — Fazer o quê lá? — Ajudar a Laura. Na hora o olhar dele mudou. — Ajudar ela? Soltei uma risada seca. — Pois é, fui ajudar e ela mordeu a minha mão. Zito cruzou os braços. — Explica essa mërda direito. Contei pra ele, o que fui fazer lá a pedido dela. Passei a mão no cabe

