Julienne Uma apreensão me consumia enquanto eu examinava a foto de Lila Monroe no arquivo. Havia algo estranho nela, como se estivesse encenando para um público invisível. O sorriso parecia ensaiado demais, quase artificial. Perfeito. E os olhos… havia neles um vazio inquietante, algo que reverberava em mim. Lembravam-me do caminho obscuro que eu mesma poderia seguir se não conseguisse desvendar a verdade sobre o assassinato de Otto. A ideia de viver em meio a mentiras e enganos era insuportável. O caso de Lila Monroe não era apenas uma avaliação clínica. Parecia um mergulho em águas turvas, uma travessia em direção a uma verdade complexa e, talvez, sombria. Depois que o Dr. Thorne saiu, aproveitei um instante para preparar o consultório. Duas xícaras rápidas de café foram o suficien
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