Compaixão

856 Words

Demetrius entrou no quarto com um dos celulares pequeno, sem rastreio, quase descartável. Penélope estava sentada na cama, pintando as unhas de vermelho.. Ele se aproximou e a abraçou por trás, com o queixo pousando de leve no ombro dela. — Confia em mim? — perguntou, com a voz baixa. — Confio — ela respondeu, sem hesitar, os olhos fechando devagar. Ele ativou o gravador de voz do aparelho. — Diz "bom dia, Penélope". Ela não entendeu o motivo, e repetiu. — Bom dia,. Demetrius parou a gravação, salvou o áudio e enviou para um número já programado — o número de Alceu. Só isso. Sem nome, sem explicação, sem rastros. No andar de baixo, Seraphin fazia o mesmo. Aproximou-se de Cora na cozinha, envolveu a cintura dela com um braço e encostou os lábios no pescoço da mulher. O áudio segu

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