— Acho melhor dormirmos aqui... até a confusão passar. Logo vão parar de procurar, e aí vamos para casa. Demetrius assentiu com a cabeça e se afastou um pouco. Havia juntado alguns galhos e acendido uma fogueira discreta, encoberta por pedras e sombra. O calor era controlado, o fogo baixo, sem fumaça alta. Estavam acostumados com esse tipo de espera. Ele começou a arrumar uma cabana improvisada com lona e cobertores, o suficiente para proteger as duas mulheres por algumas horas de descanso. Quando olhou de volta, viu Penélope um pouco afastada, puxando o tecido fino do vestido hospitalar com nojo, como se quisesse arrancá-lo da pele. O olhar dela estava fixo no chão. Estava cansada... Demetrius se aproximou devagar, sem ameaçar. — Quer tomar um banho? Penélope hesitou. Ainda não sabia

