Rafael Vasques Eu ainda estava respirando fundo, tentando processar tudo o que acabava de acontecer. Betina estava ali, à minha frente, com os olhos brilhantes e um sorriso que parecia iluminar o quarto inteiro. Depois de tudo o que ela passou, finalmente estávamos aqui, juntos. E tudo o que eu queria era fazer com que ela se sentisse segura, amada e desejada. Aproximei-me dela, com cuidado, como se estivesse me movendo através de uma névoa de lembranças e sentimentos intensos. Ela estava ofegante, os lábios vermelhos e úmidos, e eu não conseguia pensar em mais nada além de beijá-la de novo. Era como se aquele momento se estendesse infinitamente, e eu queria cada segundo. — Eu te amo, Betina — sussurrei, antes de beijá-la com uma intensidade que m*l conseguia controlar. Ela se enroscou

