Fabíola * — Eu sempre soube que era você.— Gael murmura em meu ouvido enquanto me carrega através da casa da matilha, subindo as escadas e descendo o corredor. Calor se espalha em meu peito enquanto eu planto uma chuva de beijos em suas bochechas, nariz, cílios, testa. Estou tão maravilhada com ele, com a sensação de ser dele e ele ser meu. Meus pais estavam certos, não há como colocar o vínculo do companheiro em palavras. É uma euforia completa e absoluta. Tudo o que sempre senti por Gael é multiplicado por mil, as emoções são tão avassaladoras que não sei se quero rir, chorar, gritar ou desmaiar. Eu quero que ele me leve para sua cama e me f**a sem sentido. Gael chuta a porta de seu quarto para fechá-la atrás de nós, levando-me para a cama e me jogando sobre ela. Meu corpo salta com

