Ele seguiu em minha retaguarda enquanto andávamos entre as árvores seguindo os veículos até o fundo do resort onde haviam alguns lugares de lazer e logo depois uns depósitos. – Me deixe ir na frente, ao menos eu estou de colete. Pediu ele e eu deixei dando passos para trás para cobrir sua retaguarda, então continuamos andando até chegarmos em um ponto onde só podíamos observar. – Céus... olha aquilo... Murmurei de olhos arregalados vendo homens puxando algumas cargas para fora daqueles caminhões por correntes e tudo fez meu estômago embrulhar ao perceber que a carga eram humanos. Humanos vivos, amordaçados e nus. Como animais prontos para o abate. Mesmo de longe eu podia ouvir o som do choro compulsivo das pessoas e também o som das correntes arrastando pelo chão. – Tem pelo menos u

