Aquilo era completamente diferente do costumeiro "Cala a boca, Kappel" que eu já estava habituada a ouvir, então me custou mais do que alguns segundos para raciocinar tido aquilo que ele estava dizendo. O semáforo abriu mas ele não andou, um buzinaço começou atrás do carro mas ele parecia não dar a mínima mesmo com os carros que ultrapassavam contendo motoristas raivosos e que lhe mandavam gestos feios. – Não sei se é costume ou t***o, mas ouvir você me traz a sensação... me faz... Ele agora não sabia onde enfiar as mãos, tentava me explicar o que estava sentindo, mas não conseguia. Já eu não sabia como reagir a tudo o que ele estava me dizendo. Algo dentro de mim se remexia toda vez que ele falava coisas como essas para mim. – Encosta o carro. Ordenei já deixando a razão de lado e

