RAFAELA CAPÍTULO 3 " Eu não sou real, sou surreal, não sou fruto da sua imaginação, já estamos ajudando você a se achar". Ele me olhou terno e deu um beijo na minha testa: " Me chamo Peter Karlson, e é importante que me procure, o surreal é muito rápido." Ele acenou e se despediu correndo, tentei segui-lo com minha bicicleta, mas estranhamente um monte de corredores vinham em minha direção e tive que sair da pista, quando voltei tinha o perdido de vista e decidi ir pra casa, mas antes voltei e peguei a camisinha amarrada por com o esperma dele, ela era a prova que eu precisava pra mim mesma de que tudo aquilo era real. Mal cheguei em casa minha mãe veio atrás de mim me seguindo até o quarto. " Sua irmã disse que você comprou camisinha". " Mãe" eu disso tentando inutilmente inter

